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	<title>Arquivos Cinema, Séries e TV - Tiago Severino</title>
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	<description>Resenhas de filmes, séries e livros.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 29 Apr 2025 20:01:05 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Cinema, Séries e TV - Tiago Severino</title>
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		<title>Uma vida em sete dias com Angelina Jolie [crítica]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/uma-vida-em-sete-dias-com-angelina-jolie-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Uma Vida em Sete Dias, Angelina Jolie vive Lanie Kerrigan, uma repórter de TV ambiciosa, popular e obcecada por sucesso. Jolie, ainda jovem, surge...</p>
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<p>Em Uma Vida em Sete Dias, Angelina Jolie vive Lanie Kerrigan, uma repórter de TV ambiciosa, popular e obcecada por sucesso. Jolie, ainda jovem, surge com cabelos loiros, um visual que evoca o estilo de Anna Nicole Smith: lábios destacados, salto alto, figurino elegante e uma aura de diva pop combinada com apresentadora de jornal sensacionalista. Ela irradia em cena, literalmente, não apenas pela iluminação impecável.</p>



<p>A trama do filme reside na transformação da protagonista após sua rotina perfeita ser abalada por um aviso estranho. Durante a cobertura de uma reportagem de rua, Lanie entrevista Jack, o profeta. Ele é um morador de rua que afirma ter visões do futuro. A entrevista, que deveria ser mais um momento bizarro para o noticiário, transforma-se quando o mendigo faz uma previsão sobre o time de futebol e o tempo. Antes de desligar a câmera, ele anuncia que Lanie morrerá em sete dias.</p>



<p>Inicialmente, ela não leva a sério, considerando o sujeito delirante. Contudo, a concretização das outras previsões – a vitória improvável e o temporal inesperado – leva Lanie a uma crise. Jolie conduz bem essa mudança de humor, da descrença cômica à ansiedade crescente.</p>



<p>O roteiro propõe uma reflexão já vista, mas eficaz aqui pelo carisma da protagonista: o que fazer com sete dias de vida? A resposta de Lanie surpreende. Entre conflitos profissionais, familiares e a reaproximação romântica com o cinegrafista (Edward Burns), ela descobre que sua vida talvez não fosse tão completa.</p>



<p>Angelina Jolie, mesmo em um papel menos intenso, entrega uma atuação convincente, sendo o centro do filme. Apesar de um roteiro um tanto formulaico, a jornada dela cativa.</p>



<p>Uma Vida em Sete Dias é um filme simpático e de ritmo leve. Uma escolha acertada para um domingo. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliação de Uma vida em sete dias</h2>



<p>No<a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt0282687/#:~:text=Uma%20rep%C3%B3rter%20entrevista%20uma%20m%C3%A9dium,sua%20vida%20n%C3%A3o%20tem%20sentido." target="_blank" rel="noreferrer noopener"> IMDB</a>, a nota do filme é é 5,8 de 10. No <a href="https://www.rottentomatoes.com/m/life_or_something_like_it" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rotten Tomatoes</a>, a satisfação do público é de 28%. O <a href="https://www.metacritic.com/movie/life-or-something-like-it/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Metacritic</a> indica uma pontuação de 31 de 100. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde assistir Uma vida em sete dias</h2>



<p>O filme está disponível no catálogo da Netflix.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/04/jolie2-1024x576.jpg" alt="Angelina Jolie" class="wp-image-1701" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/04/jolie2-1024x576.jpg 1024w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/04/jolie2-300x169.jpg 300w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/04/jolie2-768x432.jpg 768w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/04/jolie2-1536x864.jpg 1536w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/04/jolie2.jpg 1999w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Angelina Jolie em Uma vida em sete dias. Netflix.</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Ficha técnica</h2>



<p>Lanie Kerrigan – Angelina Jolie</p>



<p>Pete Scanlon – Edward Burns</p>



<p>Prophet Jack (Mendigo) – Tony Shalhoub</p>



<p>Andrea – Christian Kane</p>



<p>Deborah Connors – Melissa Errico</p>



<p>Cal Cooper – Stockard Channing</p>



<p>Richard – James Gammon</p>



<p>Alan – Gregory Itzin</p>



<p>Jesse – Lisa Thornhill</p>



<p>Tom Burke – Noah Emmerich</p>



<p>Diretor – Stephen Herek</p>



<p>Roteirista – John Scott Shepherd</p>



<p>Produtor – Arnon Milchan</p>



<p>Produtora Executiva – Marcia Ross</p>



<p>Produtor Executivo – Ezra Swerdlow</p>



<p>Direção de Fotografia – Jeffrey L. Kimball</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Aprendiz, o filme sobre Donald Trump [crítica]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/o-aprendiz-critica-filme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Aprendiz é um filme sobre o presidente americano Donald Trump. O marketing da obra o apresenta como uma cinebiografia não autorizada. Alvo de muitas...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Aprendiz é um filme sobre o presidente americano Donald Trump. O marketing da obra o apresenta como uma cinebiografia não autorizada. Alvo de muitas polêmicas — por supostamente ter recebido apoio financeiro até mesmo de partidários de Trump —, o filme procura mostrar como se deu a formação moral do jovem empresário e como parte do que o público vê hoje tem origem nesse passado. Entretanto, a obra não é promocional. Os financiadores reclamaram, pois esperavam um relato ufanista, mas o que viram foi uma crítica à conduta de Trump.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/senna-netflix-critica/">Senna – a incrível história do maior piloto brasileiro na Netflix</a></strong></p>



<p>Para isso, os produtores e roteiristas recorrem a um personagem até então pouco conhecido do grande público, Roy Cohn. Advogado de celebridades nos Estados Unidos, Cohn se definia como um &#8220;matador&#8221;. Em O Aprendiz, ele é interpretado por Jeremy Strong, conhecido por dar vida a Kendall Roy na série Succession — uma ótima escolha de elenco, na minha opinião.</p>



<p>Roy Cohn não tem limites morais. Ele engana, mente e faz chantagem. Cohn apresenta a Trump suas três regras básicas para qualquer negociação: atacar, negar tudo e declarar vitória. Sua orientação é nunca admitir a derrota. Mas é importante destacar que essa visão não parte de uma motivação política ou ideológica. Para Cohn, a vida é como um ringue, e vence quem golpeia mais forte.</p>



<p>O advogado dispara suas &#8220;verdades&#8221; de forma crua: &#8220;não existe certo ou errado. Não existe moralidade&#8221;. No jogo, segundo ele, o foco deve ser o adversário.</p>



<p>É com esse tom que o filme retrata a formação da visão de mundo de Trump. O espaço dedicado à origem familiar é mínimo. O pai, empresário do setor imobiliário, é apresentado quase que discretamente. Sua principal e mais significativa aparição no filme é para negar qualquer tipo de preconceito. No início da obra, vemos um Trump confuso, relutante e bastante dependente de Roy Cohn.</p>



<p>O papel de Trump ficou com Sebastian Stan, conhecido do grande público como o Bucky Barnes do Universo Cinematográfico da Marvel — o amigo do Capitão América. Quando vi a escalação, confesso que fiquei em dúvida se ele conseguiria entregar um bom resultado. Entretanto, sua atuação como Trump é boa: não é brilhante, mas ele convence. Stan, inclusive, concorreu ao BAFTA e ao Oscar pelo trabalho neste filme.</p>



<p>O título O Aprendiz também merece destaque. Ele é uma referência direta ao programa de televisão que Trump apresentou durante anos nos Estados Unidos. No longa, Trump é mostrado como um aprendiz de Roy Cohn, de quem teria absorvido seus primeiros passos no mundo das celebridades. É como se fosse um reality show da própria vida dele.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliação do filme O Aprendiz</h2>



<p>O Aprendiz tem nota 7,1 no <a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt8368368/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IMDB</a>. No <a href="https://www.rottentomatoes.com/m/the_apprentice" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rotten Tomatoes</a>, a satisfação do público é de 83%. O Metacritic, que reúne as avaliações da imprensa especializada, indicou que a média é 64 de 100. O Chicago Sun Times afirmou que &#8220;o mais impressionante de tudo são as atuações de Sebastian Stan como o jovem Trump cru e ambicioso, e Jeremy Strong (o &#8220;garoto mais velho de &#8216;Succession&#8217;) como o inescrupuloso Cohn&#8221;. O The Guardian não gostou: &#8220;o diretor Ali Abbasi nos deu monstros fascinantes no passado com Holy Spider e Border, mas a monstruosidade aqui é quase sentimental, um desenho animado xerox de muitos outros takes satíricos de Trump e conhecendo ecos proféticos de seu futuro político. É basicamente uma imagem muito menos original&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde assistir O Aprendiz</h2>



<p>O filme está disponível no catálogo do Prime Vídeo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ficha técnica do filme O Aprendiz</h2>



<p>Donald Trump – Sebastian Stan</p>



<p>Roy Cohn – Jeremy Strong</p>



<p>Ivana Trump – Maria Bakalova</p>



<p>Fred Trump – Martin Donovan</p>



<p>Mary Anne Trump – Catherine McNally</p>



<p>Freddy Trump – Charlie Carrick</p>



<p>Mary Trump – Iona Rose MacKay</p>



<p>Ivanka Trump (criança) – Emily Mitchell</p>



<p>Russell Eldridge – Ben Sullivan</p>



<p>Roger Stone – Mark Rendall</p>



<p>Daniel Sullivan – Patch Darragh</p>



<p>Kinney (Repórter #1) – Michael Hough</p>



<p>Fancy – Chloe Madison</p>



<p>Tony Schwartz – Eoin Duffy</p>



<p>Mike Wallace – Stuart Hughes</p>



<p>Tony Salerno – Joe Pingue</p>



<p>Walter (Departamento de Justiça) – James Downing</p>



<p>Repórter – Randy Thomas</p>



<p>Cheryl – Taylor Brunatti</p>



<p>Sandra – Moni Ogunsuyi</p>



<p>Barbara Katz – Edie Inksetter</p>



<p>Raoul – Joel Labelle</p>



<p>Billy (Taxista) – Craig Warnock</p>



<p>Theodore Green (Agente) – Jai Jai Jones</p>



<p>Modelo – Jaclyn Vogl</p>



<p>Mark Rubin – Sam Rosenthal</p>



<p>Peter Fraser – Aidan Gouveia</p>



<p>Modelo Loira – Katie Garyfalakis</p>



<p>Jovem Advogado #1 – Taylor Bernier</p>



<p>Andy Warhol – Bruce Beaton</p>



<p>Simon (Motorista de limusine) – Chris Gleason</p>



<p>Carly – Dina Goldman</p>



<p>Pastor Presbiteriano – Don Shaxon</p>



<p>Repórter de TV – Nabil Traboulsi</p>



<p>Rupert Murdoch – Tom Barnett</p>



<p>Rona Barrett – Valerie O&#8217;Connor</p>



<p>Elizabeth Trump – Samantha Espie</p>



<p>Jay Pritzker – Chris Owens</p>



<p>Ms. Nathanson – Clare Coulter</p>



<p>Juiz Edward Neaher – Frank Moore</p>



<p>Ed Koch – Ian D. Clark</p>



<p>George Steinbrenner – Jason Blicker</p>



<p>Harry Helmsley – Marvin Karon</p>



<p>Dr. Steven Hoefflin – Matt Baram</p>



<p>Victor Palmieri – Ron Lea</p>



<p>Michael Rubin – Sam Rosenthal</p>



<p>Bruce Fraser – Ross Cameron</p>



<p>Diretor – Ali Abbasi</p>



<p>Roteirista – Gabriel Sherman</p>



<p>Produtores – Daniel Bekerman, Jacob Jarek, Ruth Treacy, John Keville, Osvan Moya</p>



<p>Produtor Executivo – Ali Abbasi</p>



<p>Produtor Executivo – Louis Tisné</p>



<p>Diretor de Fotografia – Kasper Tuxen</p>



<p>Montador (Editor) – Peter Albrechtsen</p>



<p>Diretora de Arte – Carol Spier</p>



<p>Figurinista – Lea Carlson</p>



<p>Maquiagem e Cabelo – Jordan Samuel</p>



<p>Compositor da Trilha Sonora – Scott Shields</p>



<p>Designer de Produção – Carol Spier</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adolescência: série da Netflix [crítica]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/adolescencia-netflix-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 11:02:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adolescência é, sem sombra de dúvida, uma das melhores séries da década — e não há exagero nisso. Atuações impecáveis, câmera bem trabalhada e roteiro...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Adolescência é, sem sombra de dúvida, uma das melhores séries da década — e não há exagero nisso. Atuações impecáveis, câmera bem trabalhada e roteiro amarrado fazem dela uma obra ímpar.</p>



<p>A série narra a história do assassinato de uma garota por um colega de sala. A princípio, o espectador pode imaginar que acompanhará algo no estilo CSI, focado em perícia, investigação ou na descoberta de um serial killer.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/luigi-mangione-o-assassino-do-ceo/">Luigi Mangione: o assassino do CEO [resenha/crítica]</a></strong></p>



<p>No entanto, Adolescência propõe algo mais realista: um crime que poderia ocorrer em qualquer escola. Um jovem se apaixona por uma colega. Ela o rejeita. Influenciado por conteúdos digitais, o rapaz — aparentemente tímido e sem histórico de violência — a esfaqueia. Praticamente não há investigação. Logo nos primeiros minutos, a polícia identifica o autor do crime com base nas imagens de uma câmera de segurança. O que resta apurar é a motivação.</p>



<p>A série já começa com a invasão da polícia à casa do acusado. A ação é violenta. Os agentes arrombam a porta, mal conversam com os moradores e entram em um quarto. Para surpresa do público, o alvo é Jamie Mille, um garoto de apenas 13 anos. O contraste entre o ambiente infantil do quarto e a truculência da operação é chocante.</p>



<p>A série adota como recurso de direção de câmera o plano-sequência. A câmera foca em um personagem e o acompanha, sem cortes, durante vários minutos. Em muitos momentos, o que sustenta a imagem é a força da atuação dos atores. No caso da prisão de Jamie, são cerca de sete minutos apenas com a reação do garoto enquanto é levado à delegacia.</p>



<p>No segundo episódio, a polícia busca respostas na escola do menino. Ali, os investigadores começam a montar o quebra-cabeça do crime. Descobrem que Jamie, como outros adolescentes, frequentava fóruns online e consumia conteúdos da chamada &#8220;machosfera&#8221; — produções de caráter misógino que circulam livremente na internet.</p>



<p>Curiosamente, as grandes descobertas vêm de informações aparentemente banais, como o significado das cores dos corações usados em mensagens no Instagram. A distinção, à primeira vista simples, muda completamente o sentido das conversas, podendo indicar desde amizade até repulsa ou interesse romântico. Sem essa compreensão, a polícia não teria conseguido avançar no caso.</p>



<p>O terceiro episódio é inteiramente dedicado à conversa entre Jamie e uma psicóloga. É a primeira vez que o garoto fala abertamente sobre seus sentimentos por Katie Leonard, a vítima. A tensão é constante. A postura da psicóloga gerou debates: críticos apontam que ela teria se exposto excessivamente durante a sessão. Jamie reage de forma agressiva às perguntas, insistindo em saber se a profissional &#8220;gostava dele&#8221;. O episódio revela a profunda carência afetiva do jovem e sua busca desesperada por validação externa.</p>



<p>Adolescência se encerra no quarto episódio — o mais triste, na minha opinião. O foco agora é a família, especialmente o pai, um bombeiro hidráulico de cerca de 50 anos. A vida simples da família e seus relatos não diferem do que se espera de um lar comum. O casal se culpa por não ter percebido o que acontecia com o próprio filho e o conteúdo a que ele tinha acesso na internet.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliação de Adolescência da Netflix</h2>



<p>Adolescência tem nota 8,2 de 10 no <a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt31806037/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IMDB</a>. No <a href="https://www.rottentomatoes.com/tv/adolescence" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rotten Tomatoes</a>, o índice de satisfação do público é de 99%. Já o <a href="https://www.metacritic.com/tv/adolescence/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Metacritic</a>, que reúne avaliações da crítica especializada, aponta que a nota média da série é de 91 de 100. O The Times escreveu que &#8220;Adolescência (Netflix) é brilhante. Não posso colocar de outra forma. Cada batida, cada observação, cada olhar entre os personagens, cada explosão de raiva ou lágrima neste drama de quatro partes&#8221;. O The Guardian também falou positivamente da série: &#8220;Sua recusa em oferecer saídas fáceis (sem pais abusivos, sem segredos obscuros de família), sem uma explicação clara sobre o que leva um menino a matar e outros não, parece corajosa e real.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ficha técnica Adolescência</h2>



<p>Elenco Principal<br>Owen Cooper – Jamie Miller</p>



<p>Stephen Graham – Eddie Miller (pai de Jamie)</p>



<p>Christine Tremarco – Manda Miller (mãe de Jamie)</p>



<p>Amélie Pease – Lisa Miller (irmã de Jamie)</p>



<p>Ashley Walters – Detetive Inspetor Luke Bascombe</p>



<p>Faye Marsay – Detetive Sargento Misha Frank</p>



<p>Erin Doherty – Briony Ariston (psicóloga forense)</p>



<p>Mark Stanley – Paul Barlow</p>



<p>Jo Hartley – Sra. Fenumore</p>



<p>Kaine Davis – Ryan Kowalska</p>



<p>Amari Bacchus – Adam Bascombe</p>



<p>Emilia Holliday – Katie Leonard (colega de classe assassinada)</p>



<p>Elodie Grace Walker – Georgie​<br></p>



<p>Direção: Philip Barantini</p>



<p>Roteiro: Jack Thorne e Stephen Graham</p>



<p>Produção Executiva: Jack Thorne, Philip Barantini, Brad Pitt, Jeremy Kleiner, Dede Gardner, Nina Wolarsky, Hannah Walters, Stephen Graham, Mark Herbert, Emily Feller</p>



<p>Produtor: Jo Johnson</p>



<p>Direção de Fotografia: Matthew Lewis</p>



<p>Trilha Sonora: Aaron May e David Ridley</p>



<p>Produção: Warp Films, It&#8217;s All Made Up Productions, Matriarch Productions, Plan B Entertainment, One Shoe Films</p>



<p>Distribuição: Netflix</p>



<p>País de Origem: Reino Unido</p>



<p>Idioma Original: Inglês</p>



<p>Temporadas: 1</p>



<p>Episódios: 4</p>



<p>Duração dos Episódios: 51–65 minutos</p>



<p>Estreia: 13 de março de 2025</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tár e as polêmicas sobre a personagem de Cate Blanchett [resenha/crítica]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/tar-filme-resenha-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2025 00:21:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lydia Tár é uma famosa musicista e regente da Orquestra Filarmônica de Berlim. Primeira mulher a ocupar esse posto, Tár tem um comportamento questionável, e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lydia Tár é uma famosa musicista e regente da Orquestra Filarmônica de Berlim. Primeira mulher a ocupar esse posto, Tár tem um comportamento questionável, e usa seu poder para assediar integrantes do grupo. Sua situação se agrava quando uma ex-integrante da filarmônica se suicida e deixa indícios de que foi vítima de violência psicológica por parte dela.</p>



<p>A personagem é interpretada pela atriz Cate Blanchett. No início do filme, somos apresentados ao seu mundo luxuoso e exclusivo: motorista particular, um grande apartamento e uma assessora que cuida de todos os detalhes do seu dia a dia fazem parte de sua rotina.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/luigi-mangione-o-assassino-do-ceo/">Luigi Mangione: o assassino do CEO [resenha/crítica]</a></strong></p>



<p>Com diversos desafios no trabalho, Tár prepara a orquestra para uma gravação ao vivo da Sinfonia nº 5 de Gustav Mahler. Ao mesmo tempo, escreve suas memórias e revisita momentos do passado. O filme conduz a narrativa para mostrar como a regente lidera o grupo musical.</p>



<p>Os primeiros sinais de sua conduta moralmente questionável surgem na seleção de uma nova violonista. Com interesse sexual em uma jovem musicista, Tár manipula o comitê de avaliadores para que escolham sua candidata preferida.</p>



<p>Tár não percebe seus traços autoritários. Embora tenha consciência de ocupar um espaço historicamente masculino, ela reproduz o mesmo comportamento misógino de seus antecessores.</p>



<p>Tár é dirigido por Todd Field que também escreveu o roteiro. Conhecido por filmes aclamados que exploram psicologia e moralidade, o diretor fez In the Bedroom (2001) e Pecados Íntimos (2006), ambos indicados ao Oscar. Seu estilo se destaca por narrativas sutis, realismo e personagens complexos.</p>



<p>Uma parcela da crítica não gostou do filme. Tar foi considerado como um filme lento e sem atrativos. Houve ainda discussões a respeito do comportamento da regente. O site <a href="https://concerto.com.br/textos/opiniao/em-tar-filme-sobre-maestra-autoritaria-uma-reflexao-feita-de-caricaturas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Concerto </a>fez um levantamento de como especialistas do universo da música receberam a obra de Todd Field. O texto cita Marin Alsop que afirmou que se sentiu ofendida pela representação feita no longa. Segundo ela, &#8220;a oportunidade de retratar uma mulher em um posto de liderança e fazer dela uma abusadora, isso me entristeceu”.</p>



<p>Apesar disso, Cate Blanchett venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Filme de Drama por sua performance. A atuação como Lydia Tár foi elogiada pela crítica. Esse foi seu quarto Globo de Ouro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliação de Tár</h2>



<p>O filme recebeu nota 7,4 de 10 no <a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt14444726/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IMDB</a>. A avaliação de Tar no <a href="https://www.metacritic.com/movie/tar-2022/">Metacritic</a> foi 93 de 100. No <a href="https://www.rottentomatoes.com/m/tar_2022">Rotten Tomatoes</a>, 91% do público disse que vale a pena assistir. O Los Angeles Times afirmou que &#8220;Tár é um excelente estudo de personagem e uma peça altamente persuasiva de construção de mundo&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ficha Técnica Tár</h2>



<p>Cate Blanchett – Lydia Tár (Protagonista)<br>Nina Hoss – Sharon Goodwin (Assistente de Tár)<br>Noa Colletti – Olga Metkina (Violonista)<br>Mark Strong – Andris Davis (Maestro da Orquestra)<br>Julian Glover – Emanuel Balsan (Membro da Orquestra)<br>Sylvia Flote – Alisha (Assistente de Tár)<br>Tomasz Kot – Konrad (Colega de Tár)<br>Zachary Quinto – Ted (Personagem secundário)<br>Adam Gnade – Guy (Personagem secundário)</p>



<p>Direção e Roteiro: Todd Field<br>Produção: Todd Field, Scott Lambert, Alexandra Milchan<br>Direção de Fotografia: Florian Hoffmeister<br>Montagem: Monika Willi<br>Trilha Sonora: Hildur Guðnadóttir</p>
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		<title>Mulheres no cinema &#8211; pesquisa mostra que filmes têm mais diálogos masculinos do que femininos</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/mulheres-cinema-dialogo-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 20:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo com 2.000 filmes revelou que as personagens femininas falam menos do que os masculinos. Mesmo em filmes protagonizados por mulheres, elas falaram menos....</p>
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<p></p>



<p>Um estudo com 2.000 filmes revelou que as personagens femininas falam menos do que os masculinos. Mesmo em filmes protagonizados por mulheres, elas falaram menos. Em <em>Pocahontas</em> e <em>A Pequena Sereia</em>, os homens tiveram ao menos 70% dos diálogos. Já <em>Frozen</em>, <em>Os Incríveis</em> e <em>Caminhos da Floresta</em> foram mais equilibrados, enquanto <em>Divertida Mente</em>, <em>Malévola</em> e <em>Alice no País das Maravilhas</em> tiveram mais falas femininas.</p>



<p>O estudo abrange um conjunto de filmes desde os anos 1980 e que circularam, sobretudo no mercado americano.</p>



<p>Do total analisado, apenas em 22% dos filmes as mulheres têm mais diálogos do que os homens.</p>



<p>Na ferramenta abaixo, você pode filtrar os dados por ano, nome do filme e divisão de gênero.</p>



<iframe src="https://pudding.cool/2017/03/film-dialogue/embed.html" width="100%" height="800px" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>



<p>Há problemas também em relação à idade. A presença de mulheres mais jovens no cinema é maior do que mulheres mais velhas. O mesmo não se repete entre os homens. Mulheres com idade entre 22 e 31 anos falaram 38% dos diálogos femininos. Esse número caiu para 31% entre 32 e 41 anos e para 20% entre 42 e 65 anos.</p>



<p>Já os atores masculinos ganharam mais falas com a idade, chegando a 39% entre 42 e 65 anos, contra 32% entre 32 e 41 anos e 20% entre 22 e 31 anos. Após os 65 anos, ambos os sexos tiveram poucas falas: 5% para os homens e 3% para as mulheres. Esses dados indicam uma postura etarista que privilegia jovens em detrimento de velhos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="823" height="426" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa.png" alt="" class="wp-image-1667" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa.png 823w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa-300x155.png 300w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa-768x398.png 768w" sizes="(max-width: 823px) 100vw, 823px" /></figure>



<p>Os dados completos da pesquisa podem ser encontrados <a href="https://pudding.cool/2017/03/film-dialogue/">aqui</a>.</p>
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		<title>Senna &#8211; a incrível história do maior piloto brasileiro na Netflix</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/senna-netflix-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 12:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Poucos brasileiros são tão aclamados pelo grande público quanto Ayrton Senna. A tragédia que tirou a vida do piloto o transformou em um mártir do...</p>
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<p>Poucos brasileiros são tão aclamados pelo grande público quanto Ayrton Senna. A tragédia que tirou a vida do piloto o transformou em um mártir do esporte. Mesmo vindo de uma família privilegiada, Senna tinha uma profunda identificação com o cidadão comum, que o reconhecia como um símbolo de sucesso e de inspiração.</p>



<p>Na série da Netflix, vemos Senna de volta às pistas. Ele é interpretado pelo ator Gabriel Leone. Outros nomes que foram importantes na história do piloto e celebridade dos anos 1990 foram lembrados, como Xuxa (vivida por Paula Tomé), Adriane Galisteu (Julia Foti) e Galvão Bueno (Gabriel Louchard).</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/luigi-mangione-o-assassino-do-ceo/">Luigi Mangione: o assassino do CEO [resenha/crítica]</a></strong></p>



<p>A série tem seis episódios. Assisti em um final de semana. O melhor de tudo foi poder ver com meu filho de 10 anos, que não conheceu Senna. Tenho que admitir que foi algo bastante afetivo: rever momentos importantes da carreira de Senna sendo dramatizados e compartilhar isso com a família.</p>



<p>O episódio 3, intitulado Ambição, é um primor técnico. As cenas de corrida são incríveis, com tensão e dramaticidade intensas. Nessa parte, a produção destaca a disputa entre os principais pilotos da época, Senna e Alain Prost.</p>



<p>Ponto positivo também para a atuação de Gabriel Leone. Eu me lembrava dele no filme Eduardo e Mônica. Sua interpretação de Senna é precisa. Ele acertou na proporção dos gestos, para o personagem não ficar caricatural, o que normalmente acontece em cinebiografias.</p>



<p>Entre as críticas negativas à série está a maneira como foi retratada a relação entre Senna e a modelo Adriane Galisteu. Ela foi a última namorada do piloto. No velório, a jovem foi colocada na seção de amigos. Enquanto isso, a apresentadora Xuxa, ex-namorada de Senna, recebeu destaque de quase uma viúva na imprensa à época. Os fãs de Ayrton esperavam que a série fizesse justiça à história e contasse de modo adequado o papel que Galisteu teve na vida dele.</p>



<p>Há diversas especulações e comentários conspiratórios sobre a razão de a Netflix ter dado tanto espaço para Xuxa e pouco a Galisteu, o que reproduz o que aconteceu na imprensa após o acidente. Particularmente, prefiro acreditar que a produtora fez isso de modo proposital para gerar engajamento na internet. Se houvesse a tão esperada justiça narrativa, as menções não iriam gerar debate a respeito da série nas mídias sociais.</p>



<p>Infelizmente, como uma cinebiografia, a história se encerra na morte de Senna e não existe possibilidade de haver uma temporada. A produção cobre a vida do piloto desde o início da carreira até o fatídico acidente. Mas há bons documentários para quem quer conhecer ou relembrar a trajetória de Ayrton. São eles: Senna 30 Anos &#8211; O Dia que Ainda Não Terminou (2024), Senna: O Brasileiro. O Herói. O Campeão (2021), Senna (2010) e Senna vs Prost (2016). Outras diversas produções no YouTube podem ser assistidas grátis.</p>



<p>Há também livros como Ayrton Senna &#8211; o herói revelado, de Ernesto Rodrigues; Ayrton Senna – uma Lenda a Toda Velocidade, de Christopher Hilton; e Ayrton Senna e a Mídia, de Wagner Augusto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliações de Senna</h2>



<p>Senna tem nota 8,2 de 10 no <a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt13024830/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IMDB</a>. O <a href="https://www.metacritic.com/tv/senna-2024/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Metacritic</a>, que reúne as avaliações da imprensa especializada, mostra que a recepção não foi tão boa. A média das notas é 50. The Mercury News destaca como que a série narra bem os casos amorosos de Senna e faz várias observações sobre as cenas de corrida. Justamente o oposto que nós notamos. Por eu ser fã de Senna, caso a série tivesse me desagradado com certeza, a mão teria pesado contra os produtores, atores e direção. Foi uma das melhores experiências audiovisuais do último ano. Nota 5 de 5.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ficha técnica de Senna</h2>



<p>Ayrton Senna &#8211; Gabriel Leone<br>Direção &#8211; Vicente Amorim e Júlia Rezende<br>Roteiro &#8211; Álvaro Campos, Gustavo Bragança, Rafael Spínola, Thais Falcão, Álvaro Mamute<br>Produção &#8211; Caio Gullane<br>Produção Executiva &#8211; Fabiano Gullane<br>Direção de Fotografia &#8211; Azul Serra, Kaue Zilli<br>Trilha Sonora &#8211; Rogério da Costa Jr., Fabiano Krieger, Lucas Marcier<br>Xuxa Meneghel &#8211; Pâmela Tomé<br>Alain Prost &#8211; Matt Mella<br>Ron Dennis &#8211; Patrick Kennedy<br>Galvão Bueno &#8211; Gabriel Louchard<br>Lílian de Vasconcellos Souza &#8211; Alice Wegmann<br>Viviane Senna &#8211; Camila Márdila<br>Maurinho &#8211; Christian Malheiros<br>Nelson Piquet &#8211; Hugo Bonemer<br>Adriane Galisteu &#8211; Julia Foti<br>Milton da Silva &#8211; Marco Ricca<br>Neyde Senna &#8211; Susana Ribeiro<br>Laura Harrison &#8211; Kaya Scodelario<br>Jean-Marie Balestre &#8211; Arnaud Viard<br>James Hunt &#8211; Leon Ockenden<br>Frank Williams &#8211; Steven Mackintosh<br>Sid Watkins &#8211; Tom Mannion<br>Keith Sutton &#8211; Joe Hurst<br>Niki Lauda &#8211; Johannes Heinrichs<br>Osamu Gotō &#8211; Keisuke Hoashi<br>Peter Warr &#8211; Richard Clothier<br>Alex Hawkridge &#8211; Tom McKay<br>Martin Brundle &#8211; Charlie Hamblett<br>Ralph Firman Sr. &#8211; James Marlowe<br>Gerhard Berger &#8211; Felix Mayr<br>Riccardo Patrese &#8211; Felipe Prioli<br>Roland Ratzenberger &#8211; Lucca Messer<br>Damon Hill &#8211; Gastón Frías<br>Terry Fullerton &#8211; Rob Compton</p>
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		<title>Luigi Mangione: o assassino do CEO [resenha/crítica]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/luigi-mangione-o-assassino-do-ceo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 22:56:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia 4 de dezembro de 2024. Em uma movimentada região de Nova York, o presidente de uma das maiores empresas de saúde dos Estados Unidos...</p>
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<p>Dia 4 de dezembro de 2024. Em uma movimentada região de Nova York, o presidente de uma das maiores empresas de saúde dos Estados Unidos é morto com tiros pelas costas. A imagem do assassino foi captada por câmeras de vídeo. Cinco dias depois, o suspeito Luigi Mangione foi preso em uma unidade do McDonalds na Pensilvânia. A cobertura do caso pela imprensa levou o assassino a um improvável posto de herói. </p>



<p>Mangione com 26 anos é um homem jovem e com uma fisionomia que agrada aos editores de televisão. O motivo do crime seria uma vingança contra o sistema de saúde americano que privilegia o lucro das empresas em detrimento da população. A vítima foi Brian Thompson, CEO da United Healthcare. </p>



<p>O caso de Mangione ocupou o noticiário durante os meses de dezembro e janeiro. Mas o curioso é que se formou um grupo de fãs em torno do assassino. Muita gente se manifestou na internet, na porta da delegacia e na imprensa a favor da atitude dele. Popular entre as mulheres, Mangione também passou a receber centenas de cartas de amor.</p>



<p>A HBO Max produziu um documentário sobre o caso. Ele mostra, logo no início, uma curiosidade entre vítima e assassino. Ambos foram jovens prodígios na escola básica. </p>



<p>O assassino, ao contrário do que eu imaginava, vem de uma família abastada. O documentário sugere que ele era alguém com algum nível de instabilidade emocional. A maneira que compreendia a realidade também é colocada em dúvida. Conforme a narrativa, Mangione sofreu um acidente enquanto surfava. Teve dificuldades em acessar o seguro de saúde, como ocorre com milhares de cidadãos dos Estados Unidos. A partir daí, conforme a história, ele iniciou um processo de radicalização contra o sistema econômico daquele país.</p>



<p>O documentário resgata postagens do assassino do CEO na rede social Reddit. Com uma análise cronológica a partir dos textos, percebe-se que o crime foi arquitetado com a intenção de ser uma resposta à ganância das empresas de saúde. O filme ainda mostra, sem glamourizar Mangione, a atenção que ele passou a receber do público desde à sua prisão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliação de Luigi Mangione, o assassino do CEO</h2>



<p>No <a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt35816740/">IMDB</a>, o filme tem nota 4,6 de 10. Eu compartilho dessa opinião. O filme não tem profundidade. Parece uma reportagem do jornalismo diário que vai em busca de opiniões disponíveis, mas sem ir além do que outros veículos já falaram. </p>



<p>O documentário Luigi Mangione, o assassino do CEO, está disponível no streaming Max.</p>
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		<item>
		<title>Qual a chance de Fernanda Torres vencer o Oscar de Melhor Atriz? Avaliações da imprensa internacional</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/qual-a-chance-de-fernanda-torres-vencer-o-oscar-de-melhor-atriz-avaliacoes-da-imprensa-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Mar 2025 10:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cerimônia do Oscar 2025 está prestes a acontecer. Este ano, a competição está intensa na categoria de Melhor Atriz. As previsões dos principais veículos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A cerimônia do Oscar 2025 está prestes a acontecer. Este ano, a competição está intensa na categoria de Melhor Atriz. As previsões dos principais veículos de comunicação de diferentes países indicam uma disputa acirrada entre Fernanda Torres, Demi Moore e Mikey Madison. Aqui estão os destaques e as polêmicas que cercam essa premiação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Brasil: Fernanda Torres em destaque</h3>



<p>No Brasil, a atriz Fernanda Torres tem sido amplamente mencionada como a favorita para vencer a categoria de Melhor Atriz por sua atuação em Ainda Estou Aqui. O O Globo, a CNN Brasil e o Correio Braziliense destacam Fernanda Torres como uma das principais concorrentes. Com uma vitória no Globo de Ouro e no Satellite Awards, a atriz ganhou a atenção do público e da crítica.</p>



<p>O fenômeno Fernanda Torres é impulsionado pelo forte engajamento dos brasileiros na internet. Redes sociais como Twitter, Instagram e TikTok têm sido dominadas por campanhas de fãs que apoiam a atriz. Esse engajamento virtual pode ser um fator determinante para a popularidade e visibilidade da atriz na premiação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estados Unidos: Concorrência acirrada</h3>



<p>Nos Estados Unidos, a competição é intensa. O The New York Times aposta em Fernanda Torres como a vencedora da categoria, enquanto a CNN menciona Cynthia Erivo por seu papel em Wicked e Karla Sofía Gascón por Emilia Pérez como fortes concorrentes. A Variety destaca a forte competição entre Demi Moore, Mikey Madison e Fernanda Torres.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Reino Unido: Favoritismo britânico</h3>



<p>No Reino Unido, a atriz Cynthia Erivo é a favorita. O The Guardian e a BBC destacam sua atuação em Wicked, enquanto o The Telegraph menciona Demi Moore como uma concorrente de peso por seu papel em A Substância. As previsões britânicas seguem a linha dos veículos americanos, evidenciando a força das atuações de Erivo e Moore.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Espanha: Karla Sofía Gascón e a polêmica</h3>



<p>Na Espanha, Karla Sofía Gascón é uma das principais concorrentes, segundo o El País, a La Vanguardia e o ABC. No entanto, a atriz também tem sido alvo de polêmicas. A atriz Karla Sofía Gascón, indicada ao Oscar por seu papel em Emilia Pérez, tem enfrentado uma polêmica significativa devido a tweets antigos que ressurgiram recentemente. As postagens, que datam de 2020 e 2021, contêm comentários considerados racistas, xenofóbicos e islamofóbicos. Gascón se desculpou publicamente, afirmando que as mensagens não refletem suas opiniões atuais e que ela mudou ao longo dos anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">França e Itália: Destaque para Erivo e Moore</h3>



<p>Na França, Cynthia Erivo é destacada como uma das favoritas pelo Le Monde e France 24, enquanto o Le Figaro menciona Demi Moore como uma concorrente forte. Na Itália, a La Repubblica aposta em Demi Moore, e o Corriere della Sera menciona Fernanda Torres como uma forte candidata. As previsões italianas mostram que a disputa está aberta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual o horário do Oscar e onde assistir?</h2>



<h3 class="wp-block-heading">TV Aberta</h3>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>TV Globo</strong>: A transmissão começa às 21h55 (horário de Brasília), com apresentação de Maria Beltrão.</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">TV por Assinatura</h3>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>TNT</strong>: A transmissão começa às 19h30 (horário de Brasília) com a cobertura do tapete vermelho. A cerimônia principal começa às 21h.</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Streaming</h3>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>Globoplay</strong>: A transmissão ao vivo estará disponível no Globoplay a partir das 21h55 (horário de Brasília).</li>



<li><strong>Max</strong>: A transmissão começa às 19h30 (horário de Brasília) com a cobertura do tapete vermelho. </li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading">Sites</h3>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li><strong>G1</strong>: A transmissão ao vivo estará disponível no site do G1 a partir das 21h55 (horário de Brasília).</li>



<li><strong>Adoro Cinema</strong>: A Super Live do AdoroCinema começa às 19h30 no YouTube e nas redes sociais.</li>



<li><strong>Omelete</strong>: A live especial do Oscar 2025 no YouTube começa às 20h.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Cem anos de solidão &#8211; avaliação da série da Netflix</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/cem-anos-de-solidao-serie-netflix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2025 21:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um bom tempo, eu queria assistir a uma série boa, que fosse para o público adulto, mas que não recorresse à violência, agressões gratuitas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há um bom tempo, eu queria assistir a uma série boa, que fosse para o público adulto, mas que não recorresse à violência, agressões gratuitas ou conteúdo sexual quase explícito. Consegui encontrar o que procurava na adaptação do livro magistral de Gabriel García Márquez feita pela Netflix.</p>



<p>A série é uma produção madura que atende com propriedade à obra do autor. São oito episódios, mas que poderiam se estender facilmente por uma dezena.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/anatomia-queda-resenha-critic/">Anatomia de uma queda [resenha/crítica]</a></strong></p>



<p>A Netflix recriou a história de José Arcadio Buendía e da família que construiu a cidade de Macondo. A história inicia quando Buendía assassina, com um golpe, Prudêncio Aguilar. Atormentado pelo fantasma do morto, ele, a esposa e seus amigos resolvem seguir seu destino em busca de uma terra que ficasse próxima ao mar.</p>



<p>Em um percurso difícil, o grupo desiste, mas encontra um local, após um pântano, onde funda Macondo. A série da Netflix relata a história da criação do lugar até a guerra que envolveu Aureliano Buendía, filho de José Arcadio. Mais ou menos um percurso de 30 anos. Então, podemos acreditar que a Netflix planeja pelo menos duas outras temporadas para cobrir o percurso do livro.</p>



<p>A Netflix tornou visível a vida em Macondo. A atmosfera singular da cidade representa muito do que é ou foi os pequenos lugarejos da América Latina, com suas tradições, lendas e a forte presença do fantástico no cotidiano. A adaptação captura bem esse espírito ao mostrar, por exemplo, a chegada dos ciganos com invenções milagrosas, as premonições que se tornam realidade e os eventos inexplicáveis que os moradores aceitam como parte da vida.</p>



<p>Apesar dos pontos positivos da série, esse primeiro ciclo da história poderia ter dado mais vida ao realismo mágico que tanto Gabriel García Márquez imaginava em seus livros. Há boas cenas, como a crise da insônia em Macondo, quando a cidade inteira perde a capacidade de dormir e começa a esquecer os nomes e funções das coisas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliação de Cem anos de solidão, da Netflix</h2>



<p>Cem anos de solidão tem nota 8,4 de 10 no <a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt9892936/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IMDB</a>. No <a href="https://www.metacritic.com/tv/one-hundred-years-of-solitude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Metacritic</a>, a média das avaliações é 80 de 100. A Variety elogiou a atuação do elenco, mas criticou o ritmo das cenas. Não concordo com esse último ponto. Acredito que a série cumpre bem o seu papel de mostrar, na ordem cronológica, a história de Macondo e seus personagens. </p>



<p> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os Fabelmans [resenha/crítica]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/os-fabelmans-resenha-critica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 15:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=1623</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todo cinéfilo sabe que os filmes de Steven Spielberg carregam uma forte relação com a infância do diretor. No filme E.T., por exemplo, Spielberg recriou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Todo cinéfilo sabe que os filmes de Steven Spielberg carregam uma forte relação com a infância do diretor. No filme E.T., por exemplo, Spielberg recriou a cena do momento em que recebe a notícia da separação dos pais. A criança é um objeto de interesse para ele. Basta observar os seus jovens personagens em Inteligência Artificial, Jurassic Park, Super 8 e A Lista de Schindler.</p>



<p>Em Os Fabelmans, Spielberg fala ainda mais sobre si próprio, seus sonhos, aspirações e angústias. Ele também permite um vislumbre da relação entre seus pais. Como um relato semibiográfico, o público pode acompanhar o seu percurso desde a escola, o despertar do interesse pelo cinema e o início da vida na sétima arte.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/anatomia-queda-resenha-critic/">Anatomia de uma queda [resenha/crítica]</a></strong></p>



<p>Na obra, Sammy Fabelman é o alterego de Spielberg. O jovem é um rapaz comum que se apaixona por fazer filmes quando ganha uma câmera de presente. Ele aprende a filmar e editar. Seu talento permite que tenha algum destaque entre os colegas de escola. Paralelo a isso, Sammy e os irmãos percebem que a relação entre os pais não está boa. Ao registrar em vídeo um final de semana da família, ele nota em  que a mãe tem um caso com um amigo do seu pai.</p>



<p>Os Fabelmans é um filme para quem é apaixonado por cinema. Ele mostra um diretor em formação. Não é um filme pretensioso, como muitas biografias são. A obra não quer mostrar que o personagem é um herói que se fez sozinho. O percurso narrativo é para dizer como a dor e o cotidiano acabam por moldar o que somos. Seu maior acerto é enfatizar como a vida comum já é extraordinária por si só. Não há reviravoltas ou plot twist grandiosos, mas, mesmo assim, o jovem Sammy faz a sua jornada até se tornar um grande diretor.</p>



<p>John Williams, parceiro de longa data de Spielberg, é o encarregado da trilha sonora. O maestro compôs e produziu grandes canções do cinema como Tubarão, Toy Story e Star Wars. Em Os Fabelmans, as canções criam um atmosfera de sonho como o próprio cinema é.</p>



<p>No elenco, o público tem a excelente atuação de Gabriel Labelle como Sammy. Mas nada se compara a mãe dele, Mitzi Fabelman. Ela é interpretada pela atriz Michelle Williams. Indicada cinco vezes ao Bafta, principal prêmio do cinema britânico, Williams vive uma personagem apaixonada pelos filhos, mas confusa e em crise em outras áreas da vida. Distante sentimentalmente do marido, ela tem um relacionamento extraconjugal que lhe oferecesse alguma alegria em meio a uma perene instabilidade emocional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliação de Os Fabelmans</h2>



<p>A avaliação de Os Fabelmans no <a href="https://www.imdb.com/pt/title/tt14208870/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IMDB</a> é de 7,5 de 10. O <a href="https://www.rottentomatoes.com/m/the_fabelmans/reviews" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rotten Tomatoes</a> indica uma média de 93% de reviews positivos. No <a href="https://www.metacritic.com/movie/the-fabelmans/?ftag=MCD-06-10aaa1c" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Metacritic</a>, a nota do filme é 85 de 100. O Screen Daily afirmou que o filme é &#8220;uma poderosa obra de memórias guiada por atuações notáveis ​​de Michelle Williams e Paul Dano, que são convidados a caminhar em uma delicada corda bamba tonal, entregando um retrato de um casamento imperfeito que é de partir o coração em sua ternura&#8221;.</p>



<p>A minha nota para Os Fabelmans é 5 de 5.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ficha técnica</h2>



<p>Elenco</p>



<p>Michelle Williams &#8211; Mitzi Fabelman<br>Gabriel LaBelle &#8211; Sammy Fabelman<br>Paul Dano &#8211; Burt Fabelman<br>Judd Hirsch &#8211; Uncle Boris<br>Seth Rogen &#8211; Bennie Loewy<br>Mateo Zoryan &#8211; Younger Sammy Fabelman<br>Keeley Karsten &#8211; Natalie Fabelman<br>Alina Brace &#8211; Younger Natalie Fabelman<br>Julia Butters &#8211; Reggie Fabelman<br>Birdie Borria &#8211; Younger Reggie Fabelman<br>Sophia Kopera &#8211; Lisa Fabelman<br>Jeannie Berlin &#8211; Hadassah Fabelman<br>Robin Bartlett &#8211; Tina Schildkraut<br>Sam Rechner &#8211; Logan Hall<br>Oakes Fegley &#8211; Chad Thomas<br>Chloe East &#8211; Monica Sherwood</p>
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