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	<title>Arquivos Vídeo - Tiago Severino</title>
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	<description>Resenhas de filmes, séries e livros.</description>
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	<title>Arquivos Vídeo - Tiago Severino</title>
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		<title>Comunicação animal e linguagem humana: cultura, criatividade e semiótica</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/comunicacao-animal-e-linguagem-humana-cultura-criativa-e-semiotica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2023 15:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um documentário sobre a caça a golfinhos e baleias no pacífico, o narrador fez a seguinte afirmação: &#8220;esses animais usam uma linguagem de sua...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um documentário sobre a caça a golfinhos e baleias no pacífico, o narrador fez a seguinte afirmação: &#8220;esses animais usam uma linguagem de sua espécie para o acasalamento e até para alertar sobre os perigos no mar&#8221;.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/ifrj-campus-no-complexo-do-alemao/">IFRJ pode ter campus no Complexo do Alemão</a></strong></p>



<p>Mas, afinal de contas, o animal tem linguagem própria? Uma linguagem pressupõe a existência de um código e uma forma organizada sobre como enviar e decodificar a mensagem advinda dele. Estamos falando, desse modo, em vocabulário e gramática. No caso dos animais, é indiscutível que eles conseguem transmitir alguns tipos de informações. Porém, suas ações são baseadas em uma inteligência instintiva, ligada à necessidade de proteção e sobrevivência. Diferente do ser humano, um animal não produz cultura. A ação de transformar a natureza é limitada às condições próprias de sua espécie. Por isso, não se pode dizer que o animal tenha uma linguagem, mas um sistema de comunicação que lhe é particular.</p>



<p>Nesta <a href="https://www.youtube.com/watch?v=1MGqX9mvZ8U" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vídeo aula</a>, nós analisamos aspectos da inteligência humana que permitem a existência da linguagem entre nós. Falamos sobre linguagem verbal e não-verbal. Também mencionamos o que é signo semiótico e como conseguimos interpretar e ler uma imagem.</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/1MGqX9mvZ8U" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>



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<p><a href="https://tiagoseverino.com.br/15-filmes-series-dias-folga/">15 filmes/séries para 15 dias de folga</a></p>
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		<item>
		<title>Os perigos da obediência [aula]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/os-perigos-da-obediencia-milgram-experimento-resumo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 00:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os perigos da obediência. Texto que relata como foi o experimento do psicólogo Stanley Milgram. Ele discute porque as pessoas seguem ordens. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os perigos da obediência é um artigo publicado por Stanley Milgram. O estudioso analisa a capacidade de discernimento de uma pessoa diante de uma ordem cega e desumana dada por uma autoridade. A preocupação de Milgram surgiu pelo incômodo provocado nele ao observar que muitos oficiais nazistas eram acadêmicos com sólida formação intelectual.</p>



<p>O estudo de Milgram foi realizado na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, em 1961. Ele publicou um anúncio em jornal para convidar pessoas para participarem do experimento. Uma pessoa era colocada na condição de &#8220;professor&#8221; e a outra de &#8220;aluno&#8221;. O professor fazia uma série de perguntas ao aluno. Caso errasse, o aluno receberia um choque. A intensidade da voltagem iria de uma escala que chegava a mais de 300 volts. O detalhe é que o aluno fazia parte da equipe de Milgram e errava propositalmente as respostas. Já o professor era alguém que atendeu ao anúncio do jornal. A intenção era saber até onde as pessoas iriam disparar os falsos choques.</p>



<p>Nesta <a href="https://youtu.be/6tQqE5BDn30" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vídeo aula</a>, eu explico melhor sobre o experimento, apresento os resultados e as razões que fizeram o experimento de Milgram ser tão polêmico.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Os perigos da obediência - Stanley Milgram [aula]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6tQqE5BDn30?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Os perigos da obediência: aula realizada no Instituto Federal e disponibilizada on line para promover a difusão do conhecimento e da educação.</figcaption></figure>



<p><em><strong>Leia também:</strong> <a href="https://tiagoseverino.com.br/cultura-da-conexao-resumo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resumo do livro Cultura da Conexão, de Henry Jenkins (editora Aleph)</a></em></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Gênero cinematográfico [aula]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/genero-cinematografico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 01:44:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gênero cinematográfico é uma classificação que se aplica a diferentes tipos de filmes com características em comum. Essas características podem incluir elementos como enredo, estilo...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Gênero cinematográfico é uma classificação que se aplica a diferentes tipos de filmes com características em comum. Essas características podem incluir elementos como enredo, estilo visual, ambientação, tema, tom, público-alvo e outros aspectos.</p>



<p>Os gêneros cinematográficos são categorias amplas que podem ser usadas para ajudar a identificar e agrupar filmes com características semelhantes. </p>



<p>Alguns exemplos de gêneros cinematográficos incluem:</p>



<p>Ação: filmes que apresentam muitas cenas de luta, perseguições e explosões.</p>



<p>Comédia: filmes que buscam fazer o espectador rir, geralmente por meio de situações engraçadas ou diálogos humorísticos.</p>



<p>Drama: filmes que apresentam uma história séria, muitas vezes centrada em personagens que enfrentam desafios emocionais ou morais.</p>



<p>Ficção científica: filmes que apresentam tecnologia avançada, mundos futuristas e temas científicos.</p>



<p>Terror: filmes que buscam provocar medo e suspense no espectador, geralmente por meio de elementos como monstros, assassinos em série ou eventos sobrenaturais.</p>



<p>Romance: filmes que apresentam histórias de amor ou relacionamentos românticos.</p>



<p>Documentário: filmes que apresentam fatos ou eventos reais e são frequentemente usados para educar ou informar o público sobre um determinado assunto.</p>



<p>É importante ressaltar que muitos filmes podem se encaixar em mais de um gênero ou podem apresentar características de diferentes gêneros. Além disso, a classificação de um filme em um determinado gênero pode variar de acordo com a opinião ou interpretação de diferentes pessoas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Gênero Cinematográfico [aula]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/SFsarHyuXSo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Conteúdo ministrado em aula remota no Instituto Federal do Sul de Minas durante a pandemia. Disponibilizado para promover o conhecimento e difundir informação.</p>
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		<item>
		<title>Sociedade do Cansaço, de Byung-Chul Han [resenha]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/sociedade-do-cansaco-de-byung-chul-han-resenha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 01:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No livro Sociedade do Cansaço, o filósofo sul-coreano Byung-Chul Han discute os efeitos do excesso de positividade nos dias atuais. Segundo ele, esse tipo de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No livro Sociedade do Cansaço, o filósofo sul-coreano Byung-Chul Han discute os efeitos do excesso de positividade nos dias atuais. Segundo ele, esse tipo de discurso consiste em uma forma de violência neuronal que gera patologias como depressão. Para o autor, antigamente, a sociedade era disciplinar e baseada na coerção. Porém, as transformações provocadas pela economia capitalista fizeram que as pessoas se tornassem sujeitos da sociedade do desempenho. O importante nesse novo modelo de vida é produzir.</p>



<p>O problema é que o prejuízo para a saúde física e mental do trabalho é imensa. Um dos impactos, segundo o autor, é a Síndrome de Burnout. </p>



<p>O trabalho de Byung-Chul Han é bastante próximo do que está discutido em Modernidade Líquida, de Zygmunt Bauman. As aceleradas transformações da idade contemporânea não são plenamente digeridas pela população. Assim a cada pequenos ciclos novas mudanças econômicas, sociais e tecnológicas ocorrem sem que a anterior não tenha sido assimilada. </p>



<p>Nesta vídeo aula, nós apresentamos esses e outros tópicos debatidos no livro Sociedade do Cansaço. O conteúdo na íntegra está disponível em nosso canal no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCDM9gDN-pP2XqCuheuWa9JQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">YouTube</a>. </p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/tudo-em-todo-lugar-ao-mesmo-tempo-filme/">Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo: como é o filme?</a></strong></p>



<p>Assista a aula abaixo. Ela foi apresentada na disciplina Tecnologias da Educação, no Instituto Federal do Sul de Minas. Partes da aula com questões e debate com os alunos foram excluídas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Sociedade do Cansaço [aula]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/LmlgrmQJmqQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Vídeo da aula sobre o livro Sociedade do Cansaço. A obra foi publicada no Brasil pela editora Vozes. Byung-Chul Han também é autor de Sociedade da Transparência.</figcaption></figure>



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			</item>
		<item>
		<title>Podcast sobre educação: Como transformar o seminário de um livro em um episódio de áudio?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/como-transformar-seminario-livro-podcast-sobre-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2023 21:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que tal pegar aquele seminário e transformar em episódios de podcast sobre educação com os seus estudantes. Veja o passo a passo de como fazer</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Veja aqui o passo a passo para fazer um podcast sobre educação que vai substituir um trabalho de seminário em sala de aula</strong>. <strong>Confira um vídeo com dicas para gravar o seu podcast.</strong></p>



<p>Uma das formas mais tradicionais de atividades escolares e acadêmicas é a realização de um seminário. O professor seleciona um livro ou um tema e pede para a turma elaborar uma apresentação. É bem provável que esse trabalho tenha que ser feito em Power Point e seja reservado um ou dois dias para que os grupos mostrem o que conseguiram realizar.</p>



<p>Desde 2017, eu decidi substituir a realização de seminários em salas de aula pela produção de podcast sobre educação. O trabalho começa com uma apresentação à turma sobre o formato de roteiro de podcast e as características do texto. Depois, dou uma aula para resumir os aspectos principais do tema do seminário. Se for um livro ou conjunto de artigos, procuro falar de cada obra para enfatizar o que é importante ter nos áudios. A turma então tem por volta de duas a três semanas para produzir os episódios do podcast.</p>



<p><strong><em>Leia também:</em></strong> <a href="https://tiagoseverino.com.br/chat-gpt-inteligencia-artificial-educacao-direitos-autorais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ChatGPT: Como a inteligência artificial interfere na educação?</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Abaixo está um passo a passo do que o aluno deve fazer para produzir um podcast educativo:</h3>



<p>1- <strong>Definir as atribuições de cada integrante do grupo</strong>: Todo trabalho de produção realizado em grupo deve ter as funções delimitadas. Um pode ser responsável pelo roteiro, o outro pode ser o apresentador e uma terceira pessoa fazer a função de editor. Para o trabalho fluir adequadamente é importante que cada uma saiba exatamente a tarefa que deve realizar.</p>



<p>2- <strong>Pré-produção</strong>: Essa fase envolve entender qual será o objetivo do episódio que o grupo vai desenvolver. Se a tarefa é resumir um artigo ou capítulo de livro, o grupo se reúne para fazer uma leitura e estudar o texto. Todos, mesmo aqueles que não estiverem envolvidos diretamente na produção do roteiro, devem compreender o assunto a ser discutido. Para aqueles envolvidos diretamente na escrita do roteiro, é importante fazer o fichamento do artigo para facilitar as próximas fases.</p>



<p>3- <strong>Modelo do podcast</strong>: Como será o seu podcast educativo? Ele pode ser um monólogo. Nesse modelo apenas uma pessoa fala sobre um tema. Ele pode ser no formato entrevista ou debate. Então, você  convida um especialista para falar sobre o assunto. Se o grupo deve apresentar o capítulo de um livro, um dos integrantes do grupo pode ser a pessoa a ser entrevistada e que domina o assunto a ser discutido. Ele se apresentar com o próprio nome, fala que é estudante e debate o texto.</p>



<p>4- <strong>Roteiro</strong>: O roteirista tem como missão colocar no papel o que vai ser dito no ar. Há duas formas básicas de roteiro. A primeira é o roteiro integral. Nele cada palavra dita durante a gravação já está previamente delimitada no texto. A outra forma é o roteiro parcial. Dessa maneira, o roteirista escreve a abertura do episódio, o encerramento e outras partes como perguntas, por exemplo. O restante é improvisado durante a gravação.</p>



<p>5- <strong>Gravação</strong>: Nessa fase é importante lembrar que o objetivo do podcast é transmitir informação ao ouvinte. Por isso, o assunto tem que ser apresentado para quem vai ouvir o programa. Por isso, ser objetivo e claro na abordagem do tema ajudam o ouvinte a compreender o que é discutido. Se usar termos técnicos, procure explicá-los. Ao usar conceitos, você deve ser direto. Caso necessário, você pode fazer comparações e buscar exemplos para ilustrar informações relevantes.</p>



<p>6- <strong>Edição</strong>: O trabalho de edição envolve tornar fluido o que foi gravado. O cuidado nessa etapa é com o uso de recursos de áudio que tem direito restrito como músicas e trilhas sonoras. A minha sugestão é produzir os trabalhos na ferramenta <a href="https://anchor.fm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anchor.FM</a>, que pertence ao Spotify. É possível editar as falhas de áudio dentro do próprio App e inserir trilhas sem nenhum custo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dicas para gravar o seu podcast</h2>



<iframe loading="lazy" width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/4UrAlOI7-x0" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen=""></iframe>



<h2 class="wp-block-heading">Por que produzir um podcast sobre educação com estudantes?</h2>



<p>O processo de ensino está a cada dia mais desafiador. Além de lidar com questões próprias da tecnologia, o professor deve equalizar seus esforços na compreensão de temas emergentes da área onde atua. A intenção de produzir os podcast é permitir que o aluno faça o exercício de leitura, releitura, interpretação e escrita do assunto. É mais do que simplesmente pesquisar. Ainda que o trabalho tenha uma divisão de tarefas dentro do grupo, o contato com o tema a ser abordado ocorre de forma mais profunda do que nos seminários tradicionais.</p>



<p>O podcast sobre educação é uma excelente ferramenta porque é de fácil produção e edição. Tornou-se popular há algum tempo, principalmente depois que a Globo e o G1 começaram a veicular seus produtos em áudio.&nbsp; As escolas com alguma estrutura podem fazer o uso desse recurso para aprimorar as suas estratégias de avaliação e promover o letramento midiático.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Por que o livro é melhor do que o filme?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/aula-livro-melhor-filme-intersemiotica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 21:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=316</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já passou pela experiência de ver um filme do seu livro favorito e ficar desapontado? Nós vamos explicar aqui porque isso acontece. Primeiro é...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Você já passou pela experiência de ver um filme do seu livro favorito e ficar desapontado? Nós vamos explicar aqui porque isso acontece.</p>



<p>Primeiro é importante considerar que literatura e cinema são linguagens diferentes. A adaptação pressupõe então passar uma história que existe em um tipo de suporte e ambiente para outro que tem regras completamente diferentes. Esse processo é chamado de tradução intersemiótica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é tradução intersemiótica?</h2>



<p>Tradução intersemiótica é a mudança de um sistema de signos para outro que têm regras, formas e estruturas diferentes. É, portanto, como o livro que é adaptado para o cinema. Isso significa, por exemplo, que o personagem que protagoniza a história na literatura vai ter um rosto próprio no filme. Na tela, ele será uma pessoa real com condição física, aparência e jeito de agir conforme a interpretação que o ator e a direção fizeram. Enquanto isso, a representação escrita pode ter ilustrações e fotografias como apoio, mas será, principalmente, como o leitor o imagina.</p>



<p>Por isso, muitas vezes, a frustração com uma obra que se origina de um livro é inevitável. Não é o que o fã alimentou como expectativa. Outro aspecto importante é que o cinema tem uma ordem econômica específica, que vai, dependendo de cada circunstância, exigir a mudança de partes da história, da forma dos cenários e das características dos personagens para atender determinações da produtora.</p>



<p>Nesta vídeo aula disponível no You Tube, eu apresento um pouco mais sobre o conceito de tradução intersemiótica e falo desses e outros aspectos que fazem o livro ser melhor do que o filme:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Por que o livro é melhor do que o filme?" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/aFIR1QlbhOw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Vídeo aula: Por que o livro é melhor do que o filme?</strong></figcaption></figure>



<p>Ouça também no formato de <a href="https://anchor.fm/tiago-severino2/episodes/Por-que-o-livro--melhor-do-que-o-filme-aula-e1tkilf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">podcast</a></p>



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