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	<title>Arquivos Mídia - Tiago Severino</title>
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	<description>Resenhas de filmes, séries e livros.</description>
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	<title>Arquivos Mídia - Tiago Severino</title>
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	<item>
		<title>Pesquisa usa a neurociência para analisar o consumo de Fake News</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/pesquisa-usa-a-neurociencia-para-analisar-o-consumo-de-fake-news/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lilian Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 13:49:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fonte da informação é o elemento que o leitor dá mais atenção para avaliar se uma notícia é falsa ou verdadeira. Essa é uma...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A fonte da informação é o elemento que o leitor dá mais atenção para avaliar se uma notícia é falsa ou verdadeira. Essa é uma das conclusões de um estudo que usou tecnologia de rastreamento ocular para analisar as diferenças no padrão de leitura de conteúdo noticioso. Os resultados foram publicados, nesta semana, no anuário da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco/ONU), dentro de um programa dedicado ao debate sobre a Alfabetização Midiática e Informacional no mundo.</p>



<p>No experimento, 23 participantes, sendo 13 homens e 10 mulheres, foram expostos a oito notícias. Metade delas eram verdadeiras, extraídas do portal Estado de Minas, e a outra metade, falsas, coletadas de mensagens e publicações compartilhadas em grupos de Facebook e WhatsApp entre março de 2020 e maio de 2022. Todas as notícias abordavam temas relacionados à COVID-19, como a gravidade da doença, a eficácia da quarentena e problemas com vacinas.</p>



<p>Os resultados mostraram que além de conseguirem captar mais a atenção das pessoas quanto ao título e ao texto da notícia, as imagens das notícias falsas não foram percebidas de modo diferente das notícias verdadeiras. Já a fonte das notícias falsas recebeu um número significativamente maior de regressões em comparação com as verdadeiras.</p>



<p>De acordo com Diogo Rógora Kawano, professor do Instituto Federal do Sul de Minas (IFSULDEMINAS) e líder da pesquisa, os resultados ajudam a compreender pontos de extrema importância no contexto atual. Um deles é o fato de que as imagens, tão difundidas nos dias atuais e suscetíveis a manipulação por inteligência artificial (AI), parecem não estar sendo notadas com desconfiança pelas pessoas. O outro ponto é que a fonte da notícia foi o único elemento capaz de diferenciar notícias falsas das verdadeiras em uma das medidas do estudo, justamente o elemento que frequentemente &#8216;desaparece&#8217; ou é distorcido no processo de difusão de mensagens por redes sociais, impactando diretamente sobre a percepção de veracidade. O experimento foi conduzido no Laboratório de Tecnologias em Comunicação e Neurociência Aplicada (LTCN&amp;NA), do IFSULDEMINAS.</p>



<p>O outro autor do trabalho é o professor Tiago Nunes Severino, do Instituto Federal do Norte de Minas (IFNMG) – Campus Januária e idealizador do curso de especialização em Mídias e Educação no IFSULDEMINAS. Ele destaca a importância da alfabetização midiática para capacitar os cidadãos a discernir informações verdadeiras de falsas, especialmente em tempos de ampla disseminação de Fake News. “Superar o negacionismo científico é crucial para fortalecer a confiança pública na ciência e combater a desinformação que pode prejudicar a saúde e a segurança da sociedade”, afirma.</p>



<p><strong>Onde ler a pesquisa?</strong></p>



<p>O estudo é intitulado &#8216;Do Fake News Catch Our Attention? A Study of Visual Attention Applied to the Consumption of Fake News About COVID-19 in Brazil&#8217;. A íntegra do texto está disponível no livro ‘Media and Information as a Public Good: Milid Yearbook 2023’.</p>



<p>O livro foi organizado por Maarit Jaakkola, do Centro de Pesquisa de Mídia Nórdica da Universidade de Gotemburgo (Suécia), Tomás Durán Becerra, diretor de Pesquisa da Universidade Uniminuto (Colômbia) e Omwoyo Bosire Onyancha, professor pesquisador da Universidade da África do Sul (Unisa). A obra também tem artigos de pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona (Espanha), Academia Árabe de Ciências e Tecnologia (Egito), Universidade de Hamburgo (Alemanha), Universidade Vytautas (Lituânia) e Universidade Moulay Ismail (Marrocos).</p>



<p>Um dos participantes do livro é Alton Grizzle, que é o responsável pelo programa de Informação e Comunicação da Unesco em Paris. Em seu texto, ele afirma que a rápida disseminação de informações, muitas vezes acompanhada por desinformação, evidenciou, nos últimos tempos, a necessidade urgente de capacitar indivíduos a discernir entre fontes confiáveis e enganosas. Para ele, o desenvolvimento de habilidades que vão além da simples leitura e escrita são indispensáveis para construir uma comunidade global mais informada e conectada.</p>



<p>A pesquisa sobre neurociência e Fake News pode ser visualizada <a href="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Libro_Media-and-Information_2023.pdf">neste link</a>.</p>
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		<title>Precisamos voltar a escrever à mão</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/precisamos-voltar-a-escrever-a-mao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 21:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma sala de aula hoje está assim: o professor escreve durante vários minutos no quadro, o aluno se levanta, pega o celular e em poucos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma sala de aula hoje está assim: o professor escreve durante vários minutos no quadro, o aluno se levanta, pega o celular e em poucos segundos faz uma foto do que está na lousa. Durante a explicação, não é raro perceber um ou dois estudantes com fones no ouvido. Eles olham com cara de paisagem para frente e fica a dúvida se têm atenção multifocal para prestar atenção em tantas coisas. Na hora de resolver uma atividade avaliativa, a solução vem do &#8220;cérebro&#8221; de uma inteligência artificial que, mesmo cometendo erros nas respostas, apresenta cada uma delas como se fosse um especialista no assunto. </p>



<p>Em outra ponta do problema, adultos que estão no mercado de trabalho, muitas vezes, sentem-se frustrados quando percebem que não conseguem avançar em sua atividade diária como os amigos das mídias sociais que postam o quanto correram no último treino, o número de clientes atendidos, como está o local de trabalho e, depois de tudo, como vão aproveitar o momento de descanso.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/rebel-moon-snyder-netflix/">Rebel Moon: crítica e avaliação da parte 1 do filme de Zack Snyder e da Netflix</a></strong></p>



<p>Os cenários apresentados aqui se expandiram devido ao uso do smartphone. De acordo com o Comitê Gestor da Internet (CGI), no Brasil, 92 milhões de pessoas acessam a internet via celular. A totalização desse número mostra como o serviço tem crescido ao longo dos anos e indica que as transformações podem continuar caso as dificuldades de acesso sejam solucionadas.</p>



<p>O celular se converteu, nos últimos tempos, em um novo cigarro. É difícil ficar sem o aparelho. Se no trânsito, você parar alguns segundos enquanto o sinal abre, a primeira reação é enfiar a mão no bolso e ver a tela. Esquecê-lo em casa é quase um sacrilégio. Ficar sem bateria é uma tortura física. Cerca de 50% da população mundial tem um smartphone. Em um dia comum, ele é verificado em média 221 vezes. Mas o que o torna tão viciante é o design dos aplicativos. Não se trata apenas de entregar funcionalidade ao usuário, mas roubar a atenção<sup>1</sup>.</p>



<p>A palavra vício parece forte. Ela é empregada para problemas graves como álcool, cigarros e drogas. Como poderia ser utilizada então para algo que parece banal como usar um aplicativo de mídia social no? As plataformas digitais operam como um caça-níquel. A lógica é criar expectativa e entregar pequenas ou grandes recompensas. Imagine o seguinte: você posta uma foto em seu perfil. Ela tem 30 curtidas em alguns minutos. No dia seguinte, ao colocar outra imagem, a sua frequência de acesso ao aparelho aumenta porque você quer saber como foi o desempenho. Mesmo se não postar nada próprio, o usuário rola o feed infinito para ver as atualizações das outras pessoas e encontrar uma imagem para se engajar.</p>



<p>A Fundação Oswaldo Cruz alerta que as telas dos computadores, celulares e jogos eletrônicos invadiram a infância: &#8220;com isso, as brincadeiras ao ar livre e a magia do brincar, além do contato com outras crianças, acabam ficando prejudicados. Segundo dados da pesquisa TIC KIDS ONLINE BRASIL 2019 (Pesquisa sobre o Uso da Internet por Crianças e Adolescentes no Brasil), em 2019, 89% da população entre 9 e 17 anos era usuária de Internet, o que corresponde a cerca de 24 milhões de crianças e adolescentes, dos quais, 95% tinham no telefone celular o dispositivo de acesso à rede&#8221;<sup>2</sup>.</p>



<p>Já há um entendimento de que existe um efeito negativo na formação do cérebro e estruturas neuronais de crianças e adolescentes que usam smartphones com frequência. Até os 25 anos, a maturação cerebral não está plenamente realizada. Os estímulos rápidos, como os reels do Instagram ou o feed do TikTok, liberam dopamina no cérebro do jovem<sup>3</sup>. </p>



<p>A dopamina é um hormônio que gera a sensação de prazer. Os estímulos físicos como uma boa comida, o resultado de uma atividade física ou a felicidade em estar em um grupo de amigos disparam esse neurotransmissor e o cerébro sente satisfação. Essa é maneira natural. Com o conteúdo curto e com o apelo de imagens atrativas das mídias sociais, o processo de liberação de dopamina no organismo é acelerado de modo artificial. Um dos efeito é que o usuário sempre vai buscar o celular e as mídias sociais para sentir aquela sensação de prazer. É isso que cria dificuldade para o usuário se distanciar do celular.</p>



<p>Um levantamento do Instituto de Pesquisa de Ontário descobriu que crianças e adolescentes que seguem a recomendação dos médicos de usar menos de duas horas de tela por dia, praticar uma hora de atividade física e dormir pelo menos oito horas têm o desenvolvimento cognitivo superior daquelas pessoas que não seguem essas regras<sup>4</sup>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como vencer o vício em smartphone?</h2>



<p>A combinação celular e internet facilitou a vida em muitos aspectos. Hoje, por exemplo, ir ao banco presencialmente é apenas em caso de uma necessidade bem específica. Caso contrário, desde a abertura de uma conta, pagamentos e investimentos podem ser realizados por meio digital. Por outro lado, o uso pouco racional traz cansaço mental. É aquela situação de ao acordar, pegar o aparelho, ver o Twitter, e quando percebe já se passou uma hora. Ao sair da cama, o corpo parece que não está descansado e a mente parece cheia, mesmo se ainda for sete horas da manhã.</p>



<p>A reportagem <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14yr9lgw1qo?at_campaign_type=owned&amp;at_medium=social&amp;at_bbc_team=editorial&amp;at_link_id=82FFA46A-A583-11EE-BAC7-EC0655826ABF&amp;at_link_type=web_link&amp;at_format=image&amp;at_link_origin=bbcbrasil&amp;at_campaign=Social_Flow&amp;at_ptr_name=twitter">Por que desenhar é o melhor detox digital</a>, publicada pela BBC, discute como a dedicação ao chamado desenho consciente pode ajudar a lidar com dores, angústias e o sofrimento mental. No texto, a jornalista Beverley D&#8217;Silva mostra o caso de pessoas que graças aos traços na folha de papel conseguiram lidar com traumas e perdas. &#8220;Pegar um lápis ou carvão e fazer traços de forma consciente nos conecta às nossas habilidades tácteis, ao sentido do tato, e oferece um descanso do interminável esgotamento digital. E isso é importante para a saúde mental&#8221;, afirma o texto<sup>5</sup>.</p>



<p>O ato de usar lápis e papel restitui a atenção da pessoa ao momento presente. É o que os praticantes de mindfulness chamam de atenção plena. A pessoa não está em outro lugar que não seja ali. Não há preocupação com a notificação de um aplicativo ou se chegou um novo email. </p>



<p>Particularmente, sou defensor da ideia do desenho. Pegar um objeto e tentar representá-lo. O receio de muitas pessoas é a qualidade dessa imagem. Ao falar em desenhar parece que temos que fazer uma Monalisa todos os dias. A verdade é que um pequeno caderno com alguns traços já é suficiente. Mas se criar imagens não te agrada, então escreva. Pode ser um diário ou um caderno com pequenas lembranças.</p>



<p>Nas tarefas do dia, outras medidas podem ser adotadas para mitigar esses efeitos da tecnologia. Façamos a mão o que pode ser realizado assim. Nem tudo precisa estar na agenda do Google. Se você se dá bem com agenda de papel, esta é uma solução viável. Aposentar aplicativos de produtividade não é ruim. Substitua-os por blocos de papel. Para quem está em sala de aula, a pesquisa via internet é indispensável, mas o caderno físico colabora para manter o estado de presença ativo.</p>



<p></p>



<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>



<p>1 &#8211; GARATONI, B.; SKARKZ, E. <strong>Smartphone – o novo cigarro</strong>. Disponível em: &lt;https://super.abril.com.br/especiais/smartphone-o-novo-cigarro&gt;. Acesso em: 4 jan. 2024.</p>



<p>2 &#8211; AMARANTE, S. <strong>O uso das telas e o desenvolvimento infantil</strong>. Disponível em: &lt;https://www.iff.fiocruz.br/index.php?view=article&amp;id=35:uso-das-telas&amp;catid=8&gt;. Acesso em: 30 set. 2022.</p>



<p>3 &#8211; PAGNO, M. <strong>Crianças e adolescentes no celular: uso exagerado afeta o cérebro e a concentração; veja o que fazer</strong>. Disponível em: &lt;https://g1.globo.com/saude/noticia/2023/02/14/criancas-e-adolescentes-no-celular-uso-exagerado-afeta-o-cerebro-e-a-concentracao-veja-o-que-fazer.ghtml&gt;. Acesso em: 4 jan. 2024.</p>



<p>4 &#8211; WALSH, J. J. et al. Associations between 24 hour movement behaviours and global cognition in US children: a cross-sectional observational study. <strong>The Lancet Child &amp; Adolescent Health</strong>, v. 2, n. 11, p. 783–791, nov. 2018.</p>



<p>5 &#8211; D´SILVA, B. <strong>Por que desenhar é o melhor detox digital</strong>. Disponível em: &lt;https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14yr9lgw1qo>. Acesso em: 4 jan. 2024.</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



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<p><a href="https://tiagoseverino.com.br/cultura-brasileira-em-imagens-acervo-on-line/">Cultura brasileira em imagens – acervo on line</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como criar um programa de rádio?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/como-criar-um-programa-de-radio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 12:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como criar e produzir um programa de rádio? Webrádio, rádio FM ou AM. Comunitária, Comercial ou Educativa, todas precisam de programas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Importante antes de tudo frisar que rádio não se faz sozinho, e sim com uma equipe preparada e qualificada para o bom desempenho de um programa de rádio. Aqui teremos alguns apontamentos sobre quais os pontos mais relevantes para uma boa elaboração de um, sendo ele de qualquer gênero ou público. Entre esses pontos teremos: pauta ou apuração, roteiro, equipe, gênero e nome.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/napoleao-resenha-critica-avaliacao/">Napoleão: um personagem grandioso para um filme pequeno</a></strong></p>



<p><br>Como passo inicial e primordial para a elaboração de um programa de rádio devemos dar destaque às pautas ou apurações. As pautas ou apurações são responsáveis pelo levantamento de todas as informações que deverão nortear a estrutura e o andamento do programa. Uma vez que, pautas ou apurações são funções encubidas do pauteiro ou apurador, que neste razão cabe-se aos programas de cunho jornalístico. E as pautas de programas com cunho ficcional, esta responsabilidade cabe ao roteirista. Deve ocorrer nesta fase um levantamento de informações necessárias para que no futuro não haja imprevistos ou divergências na montagem e na veiculação do material.</p>



<p><br>Já citando o termo roteirista, vamos ao roteiro. Roteiro pelo sentido literal da palavra, mostra qual rota seguir para chegar a algum caminho ou objetivo. Por isso, o roteiro no rádio nos traz tudo o que terá de ser produzido no programa. Desde as palavras a serem ditas pelos locutores, as entonações a serem cumpridas (para uma boa emissão de mensagem), os efeitos que serão utilizados e adicionados para<br>veiculação do programa e por fim os detalhamentos de pausa e ambientação a ser usada. Tudo isso para que a mensagem que será passada seja coerente e concisa com o público receptor. Considerável dizer que o roteiro tem de ser um documento direto, conciso e bem formulado. Pois, um roteiro que causa dúvidas não leva a lugar algum. Concluindo nosso assunto sobre roteiro, lembramos para quem e por<br>quem o roteiro é feito. Isto mesmo, o roteiro é dirigido para a equipe e feito por um responsável da equipe, como dissemos anteriormente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="427" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640.jpg" alt="" class="wp-image-951" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640.jpg 640w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640-300x200.jpg 300w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640-90x60.jpg 90w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
</div>


<p><br>Equipe no ambiente de uma rádio e na construção de um programa é fundamental. Afinal como dissemos, rádio não se faz sozinho. Mas mesmo assim, é necessário estabelecer alguns pontos e vertentes necessárias para um bom andamento do trabalho de rádio. Antes de tudo, deixemos claro que existem setores e funções diferentes para cada tipo de cargo estabelecido. Porém estes trabalhos<br>ou funções devem ter em mente que ambos se interligam e compartilham de uma rede de informações necessárias. Ou seja, uma função depende de um bom desempenho da outra para que o resultado final seja o esperado. Destacamos então aqui algumas funções ou divisões dentro de uma equipe de rádio: pauteiro ou apurador, roteirista, produção, locução, operação de áudio ou edição e a direção. Ambos são funções importantes e que quando alinhadas surtem um efeito positivo e satisfatório.<br>Rapidamente vamos citar alguns pontos chaves de cada função da equipe. O pauteiro ou apurador é encarregado de levantar informações para elaboração de um programa. O roteirista é responsável pela descrição do programa em si, levando toda a equipe a um caminho correto, claro e conciso, com um objetivo claro.</p>



<p><br>Orientando como fazer e como finalizar cada trabalho nas fases do programa (em alguns meios isto também pode ser chamado de script). Em seguida temos a produção. Esta função encarregada de ser uma ponte entre a direção e o restante da equipe é uma das que mais trabalham no ambiente radiofônico. A produção tem o trabalho de encaminhar a equipe para a realização de um trabalho, garantindo equipamentos, materiais e sendo norte de execução das funções. Dentre estas funções temos a operação de áudio ou edição, que é inteiramente responsável pela produção de materiais de áudio, e pela finalização dos mesmos. Os responsáveis além de possuírem uma boa capacidade técnica, devem ter consigo uma boa noção de ferramentas linguísticas e bom gosto auditivo, para que suas peças tenham qualidade e bom refinamento. Por fim, temos a direção. O membro da equipe com maior peso, por sua vez se encarrega da finalização do programa. Sendo ele então que tem como responsabilidade guiar todos da equipe, desde a elaboração, produção e até os processo finais de edição. Assim como no<br>audiovisual, o diretor fica sendo o autor final do programa.<br>Contudo, ressaltamos que apesar da equipe é importante mostrarmos outro ponto, o gênero e nome do programa. E se tratando de gênero, dizemos que é uma parte trabalhosa. Porém se pensado e bem formulado o programa, torna-se fácil a identificação do mesmo. É de extrema importância a formulação de um gênero para o programa, pois isso facilita uma comunicação, a deixando clara e objetiva ao<br>público destinado.<br>E como identificar o gênero de um programa? Primeiro analise seu público, qual e como o deseja atingir. Em seguida, avalie suas propostas e considere como você quer ser visto na communicação. Após isso, elenque quais assuntos deseja tratar e enumere suas relevâncias. Por fim, pesquise sobre os gênero existentes que caberá a sua proposta. Conheça agora alguns gêneros mais usados para a<br>identidade de um programa.<br>O programa musical se destaca por fazer uma divulgação sem muita burocracia das letras, canções e melodias. Este gênero se encaixa perfeitamente para o estilo de programa que visa causar uma distração e propagar a cultura musical. O trabalho se resume em anunciar e divulgar com qualidade os áudios<br>veiculados pela emissora.<br>Já o programa variedades, se caracteriza por um tripé radiofônico entre: música, informação e entretenimento. Dentro deste gênero firmamos que ele engloba algumas vertentes que norteiam o andamento do mesmo, como: talk show, game show, culinária, informação, cultura e música. Acaba ficando por conta do interlocutor a função de conduzir o programa de uma forma descontraída garantindo uma mistura correta entre os assuntos.<br>O programa jornalístico, assim dizendo pelo nome, se identifica sendo um programa destinado à informação, e com isso tem a responsabilidade de anunciar as informações em âmbito nacional ou internacional, dependendo do seu alcance, frequência ou estação. O programa jornalístico tem como objetivo divulgar o acompanhamento dos fatos acontecidos em determinada época. Mas dentro do<br>cunho jornalístico temos alguns subtemas que são importantes para a elaboração<br>do roteiro. Estes temas se definem como:</p>



<p><br>● nota: curto informe de mensagens diretas;<br>● notícia: relato curto porém integral de um fato que está em alta na<br>sociedade;<br>● boletim: pequeno programa de informações geralmente apresentados de hora em hora;<br>● reportagem: narrativa que engloba diversos ângulos de um acontecimento;<br>● debates: espaços de discussão coletiva sobre um determinado tema;<br>● entrevista: uma das principais e mais atraentes fontes de coleta de<br>informação;<br>● radiojornal: um dos carros-chefes da rádio jornalística, com transmissão<br>diária e dividido em segmentos;</p>



<p>● documentário jornalístico: uma análise mais profunda sobre o tema em<br>questão.</p>



<p>Se tratando de esportes temos então o programa esportivo, que tem como finalidade cobrir partidas esportivas, divulgar resultados e propagar acontecimentos ligado ao mundo dos esportes. Além disso conta com noticiários, boletins esportivos, e as transmissões esportivas acontecendo antes ou depois de<br>confrontos. Conta também com bastidores e preparações em campeonatos e grandes competições. No entanto, para que uma programa obtenha sucesso nesse segmento, é importante que a emissora garanta que quem realize estes trabalhos seja uma equipe preparada e totalmente entendida do assunto.<br>Após isso, temos o programa educativo ou cultural, que reforça uma ideia de propagar conhecimento e a divulgação de novos estudos, envolvendo o compartilhamento de ideias perante a sociedade. Por mais que o estilo de programa não seja tão comum, este estilo de programa tem como missão difundir entre seus ouvintes uma gama de conhecimento. Estes programas podem ter consigo uma identidade, tendo como tema: programas temáticos e segmentados, programas instrucionais, documentário educativo/cultural e autobiografia. <br>Por fim, temos o programa de entretenimento ou humorístico. Um estilo de programa que visa a propagação musical ou informativa, onde sobrepõe o humor, sempre contando com um formato interativo e com participantes de fora, fazendo uma interação entre ouvinte e locutor. Tem como destaque a presença de personagens e locutores com uma personalidade voltada à comédia.<br>Passamos por vários passos importantes para um estruturação de programa de rádio, mas agora é preciso pensar na identidade dele, e com isso pensamos no primeiro passo primordial, o nome. O nome de um programa de rádio deve conter a identidade sonora representada nele, o estilo de seus ouvintes e acima de tudo, a proposta do programa. Tudo isso acoplado de uma maneira criativa e que atraia a<br>atenção do público fiel e do público em potencial. Mas como pensar em um bom nome? Veja quais passos seguir:</p>



<p>● levante as pesquisas;<br>● escolha um tema;<br>● defina o gênero;</p>



<p>● deixe uma linguagem clara;<br>● elabore uma série de palavras que remetam aos passos anteriores.</p>



<p>Pense em priorizar o estilo dos ouvintes no nome do programa, deixe o público representado nele, firmando sua proposta, identidade e o conteúdo sempre alinhado à marca.<br>Elencamos alguns nomes de programas de rádios, de diferentes estilos e gêneros:</p>



<p>● MUSICAL / VARIEDADES / CULTURAL OU EDUCATIVO: A VOZ<br>ECLÉTICA, PAPO EDUCATIVO, O SOM DAS LETRAS, GRAFITE<br>CULTURAL, SOM BRASIL, RITMO PLURAL, BATIDA AUTÊNTICA, SOM E<br>CULTURA, A VOZ DA MENTE, O SOM DA OPINIÃO, BATIDA CULTURAL,<br>PENSAMENTOS DE UM RADIALISTA, OUÇA CULTURA, OUÇA O SOM DA<br>EDUCAÇÃO, PLAYLIST SÉCULO 21, A MÚSICA DOS 4 CANTOS, QUEM<br>OUVE APRENDE, A HORA DO CONTO, MANHÃ DO SABER, TARDE DAS<br>CANTIGAS, NOITE LITERÁRIA, CULTURA NEWS;<br>● ENTRETENIMENTO OU HUMORÍSTICO: A GRAÇA DA MANHÃ,<br>DESCONTRAÇÃO EM DIA, A VOZ DO CURIOSO, OUÇA SORRISOS,<br>CANTE E ENCANTE, CONTOS DE UM AZARADO, PIADAS E RISADAS,<br>CRÔNICAS DO HUMOR, TUDO POR PIADA, O EX EM APUROS; CAOS<br>DE UM RADIALISTA, INFORME CULTURAL;<br>● ESPORTIVOS: PAPO DE BOLEIRO, BOLA ON AIR, NA TRAVE, GANDULA<br>NEWS, RÁDIO JUIZ, GOL DO OUVINTE, COPA NO AR, RÁDIO TORNEIO,<br>O LANCE CERTO, PAPO ABERTO, BOLA NA REDE, ONDA SONORA<br>FUTEBOL CLUBE, MAIS QUE AMIGOS, BOM TIME, A VOZ DO TÉCNICO,<br>A VOZ DO JOGADOR, A VOZ DO BOLEIRO, NA BATIDA DO GOL, O<br>CHUTE DO OUVINTE, O GOL DO OUVINTE, PLACAR SONORO, PLACAR<br>FM, O LANCE DO RÁDIO, TREINO DO ATLETA, ATLETA FM, NA BATIDA<br>DO TREINO, NA ONDA DO ATLETA, PLACAR AM, CAMISA 10, NA TRAVE,<br>COMENTE O LANCE;<br>● JORNALÍSTICO: DEBATE NEWS, INFORME AGORA, O INFORME DO<br>OUVINTE, OUÇA OUVINTE, OUÇA CIDADÃO, CIDADE NEWS, A CIDADE<br>NA ONDA DO RÁDIO, RÁDIO CIDADE, CIDADE FM, OUVINTE LIGADO, NA</p>



<p>ONDA DA INFORMAÇÃO, AGORA CIDADE, NACIONAL FM, ESTADO<br>NEWS, ECONOMIA FM, OUÇA APOSENTADO, DIREITO NEWS, CIDADÃO<br>CONSCIENTE, POPULAÇÃO FM, POPULAÇÃO NEWS, DIA A DIA NEWS,<br>OPINIÃO CONSCIENTE, O ESTADO NEWS, ELEITOR NO AR, ELEIÇÃO<br>NEWS, NA ONDA DO ELEITORADO;</p>



<p>Contudo descrito acima e perpassando por todos os pontos, observa-se uma gama de instruções claras e concisas para que um programa seja bem estruturado e segmentado. Lembre-se de que rádio é um meio de comunicação e que sempre deve conter uma linguagem clara, aberta e democrática perante a sociedade.</p>



<p>REFERÊNCIAS</p>



<p>MEC, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA. Oficina de Rádio. Recursos<br>de Áudio na WEB. Disponível em:<br>&lt;http://www.usp.br/nce/midiasnaeducacao/oficina_radio/apresentacao_geral.htm&gt;<br>Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>RIBEIRO, LEANDRO. Tudo sobre rádio. Disponível em:<br>&lt;https://maxcast.com.br/blog/&gt; Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>DOCENTE: Carlos Eduardo Silva Pereira<br>DOCENTE: Tiago Severino<br>TURMA: 4º PERÍODO DE PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA<br>INSTITUIÇÃO: IFSULDEMINAS &#8211; Câmpus Passos</p>
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		<title>Governo articula liberação de canais de rádio para instituições federais de ensino</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/governo-libera-canais-radio-instituicoes-federais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2023 13:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Institutos e universidades poderão receber brevemente canais educativos de rádio do governo federal. O processo que dura em média 10 anos de tramitação deve ser...</p>
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<p>Institutos e universidades poderão receber brevemente canais educativos de rádio do governo federal. O processo que dura em média 10 anos de tramitação deve ser facilitado. Os novos canais serão de propriedade da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) que deve, por sua vez, consigná-los para as entidades parceiras. O tempo de espera vai reduzir para cerca de seis meses.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/ifrj-campus-no-complexo-do-alemao/">IFRJ pode ter campus no Complexo do Alemão</a></strong></p>



<p>A EBC é a estatal responsável pela administração e produção dos canais públicos de rádio e TV como a Rádio Nacional, TV Brasil e Agência Brasil. Nesta proposta, os institutos e universidades devem manifestar o desejo em receber os canais de rádio. A EBC solicita ao Ministério das Comunicações que faça a liberação das outorgas. Depois da assinatura de um termo de cooperação, as entidades ficam com a obrigação de montar a estrutura e desenvolver a programação. </p>



<p>A criação de uma emissora de rádio custa em torno de R$ 350 mil, sendo R$ 100 mil para o estúdio e o restante para transmissão. Os valores podem variar conforme a localização, topografia e os próprios equipamentos que a entidade já possuir. A expectativa é que o governo fizesse algum aporte de recursos, mas, a princípio, tal medida não deve acontecer. Uma possibilidade é que os recursos do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) possam ser aplicados para auxiliar na construção das novas emissoras. Na Câmara dos Deputados, já está em debate a liberação de emendas parlamentares que possam apoiar a iniciativa. </p>



<p>Os canais devem ampliar o alcance dos veículos da EBC. Somente na <a href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZDhkNGNiYzgtMjQ0My00OGVlLWJjNzYtZWQwYjI2OThhYWM1IiwidCI6IjllNjgyMzU5LWQxMjgtNGVkYi1iYjU4LTgyYjJhMTUzNDBmZiJ9" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede</a> de Educação Profissional e Tecnológica, que reúne os Institutos Federais, Cefets e o Colégio Pedro II, são 656 unidades em todo o território nacional e aproximadamente 1,5 milhão de estudantes matriculados. Nem todas as localidades devem solicitar, já que o pedido fica a cargo da direção. Em Minas Gerais, pelo menos sete cidades devem ser contempladas nesta primeira fase.</p>



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		<title>Quando o Marketing é melhor do que o produto</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/quando-marketing-melhor-produto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 00:31:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Theranos era uma empresa que prometia mudar o mundo. Sua proposta consistia em criar um minilaboratório para exames de sangue. Assim as pessoas que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Theranos era uma empresa que prometia mudar o mundo. Sua proposta consistia em criar um minilaboratório para exames de sangue. Assim as pessoas que têm doenças graves poderiam acompanhar a saúde com menor custo e mais regularidade. A companhia nunca entregou o que prometeu. A CEO foi acusada e condenada por fraude depois de captar milhões de dólares no mercado e, segundo as investigações, enganar os investidores. É um típico caso em que o marketing é melhor do que o produto.&nbsp;</p>



<p>Neste episódio, nós vamos falar da importância em ter a área de comunicação integrada, de verdade, à empresa</p>



<div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: center;"><iframe frameborder="0" height="102px" scrolling="no" src="https://anchor.fm/tiago-severino2/embed/episodes/Como-as-empresas-se-comunicam--Marketing-CortesdeAula-e1gejtf" width="400px"></iframe></div>



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