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	<title>Arquivos Aula - Tiago Severino</title>
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	<description>Resenhas de filmes, séries e livros.</description>
	<lastBuildDate>Sat, 08 Mar 2025 21:02:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Aula - Tiago Severino</title>
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	<item>
		<title>Mulheres no cinema &#8211; pesquisa mostra que filmes têm mais diálogos masculinos do que femininos</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/mulheres-cinema-dialogo-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 20:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo com 2.000 filmes revelou que as personagens femininas falam menos do que os masculinos. Mesmo em filmes protagonizados por mulheres, elas falaram menos....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Um estudo com 2.000 filmes revelou que as personagens femininas falam menos do que os masculinos. Mesmo em filmes protagonizados por mulheres, elas falaram menos. Em <em>Pocahontas</em> e <em>A Pequena Sereia</em>, os homens tiveram ao menos 70% dos diálogos. Já <em>Frozen</em>, <em>Os Incríveis</em> e <em>Caminhos da Floresta</em> foram mais equilibrados, enquanto <em>Divertida Mente</em>, <em>Malévola</em> e <em>Alice no País das Maravilhas</em> tiveram mais falas femininas.</p>



<p>O estudo abrange um conjunto de filmes desde os anos 1980 e que circularam, sobretudo no mercado americano.</p>



<p>Do total analisado, apenas em 22% dos filmes as mulheres têm mais diálogos do que os homens.</p>



<p>Na ferramenta abaixo, você pode filtrar os dados por ano, nome do filme e divisão de gênero.</p>



<iframe src="https://pudding.cool/2017/03/film-dialogue/embed.html" width="100%" height="800px" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>



<p>Há problemas também em relação à idade. A presença de mulheres mais jovens no cinema é maior do que mulheres mais velhas. O mesmo não se repete entre os homens. Mulheres com idade entre 22 e 31 anos falaram 38% dos diálogos femininos. Esse número caiu para 31% entre 32 e 41 anos e para 20% entre 42 e 65 anos.</p>



<p>Já os atores masculinos ganharam mais falas com a idade, chegando a 39% entre 42 e 65 anos, contra 32% entre 32 e 41 anos e 20% entre 22 e 31 anos. Após os 65 anos, ambos os sexos tiveram poucas falas: 5% para os homens e 3% para as mulheres. Esses dados indicam uma postura etarista que privilegia jovens em detrimento de velhos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="823" height="426" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa.png" alt="" class="wp-image-1667" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa.png 823w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa-300x155.png 300w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa-768x398.png 768w" sizes="(max-width: 823px) 100vw, 823px" /></figure>



<p>Os dados completos da pesquisa podem ser encontrados <a href="https://pudding.cool/2017/03/film-dialogue/">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Escola de Frankfurt e a Indústria Cultural</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/industria-cultural-escola-frankfurt-artigo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 19:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Indústria Cultural é um conceito criado pelos filósofos Theodor Adorno e Max Horkheimer, membros da Escola de Frankfurt, no livro Dialética do Esclarecimento, publicado...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Indústria Cultural é um conceito criado pelos filósofos Theodor Adorno e Max Horkheimer, membros da Escola de Frankfurt, no livro Dialética do Esclarecimento, publicado em 1944. O termo refere-se à padronização e mercantilização da cultura no sistema capitalista. Os produtos culturais, como filmes, músicas e programas de TV, são produzidos em massa com o objetivo principal de gerar lucro, em vez de promover reflexão crítica ou inovação artística. Segundo Adorno e Horkheimer, a Indústria Cultural transforma a cultura em mercadoria.</p>



<p>O termo foi cunhado na Escola de Frankfurt, fundada em 1923 na Alemanha. Com o nazismo, o instituto fechou e nomes como Adorno, Horkheimer e Marcuse exilaram-se nos EUA. Na época, o rádio ganhou força para informação e propaganda, e o cinema firmou-se como entretenimento e influência ideológica.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/senna-netflix-critica/">Senna – a incrível história do maior piloto brasileiro contada pela Netflix</a></strong></p>



<p>Entre os pontos de debates da Escola de Frankfurt está a &#8220;perda da aura&#8221;. Trata-se de um conceito central na obra de Walter Benjamin no ensaio &#8220;A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica&#8221;. Refere-se à diminuição da autenticidade e unicidade de uma obra de arte quando reproduzida em massa. A aura, para Benjamin, é a qualidade que envolve uma obra original, o que lhe confere um senso de presença única, história e valor ritualístico. A reprodução técnica, como a fotografia e o cinema, ao tornar a obra acessível a um público vasto, dissipa essa aura, e torna a arte em um objeto de consumo em massa e alterando a forma como a percebemos e experienciamos.</p>



<p>Um exemplo claro da perda da aura é a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. No Museu do Louvre, a pintura original atrai milhões de visitantes que desejam vê-la de perto e notar sua textura, cores e detalhes autênticos. Mas sua imagem já foi reproduzida incontáveis vezes em pôsteres, camisetas, memes e até canecas. A Mona Lisa virou um ícone da cultura pop. Essa massificação tira a singularidade da obra e a transforma em um objeto comum, acessível a todos. A experiência, porém, não é a mesma da contemplação do original. Esse fenômeno exemplifica a tese de Walter Benjamin. Ele argumenta que a reprodutibilidade técnica dissolve a aura da obra de arte, altera sua relação com o público e reduz sua função ritualística.</p>



<p>A Escola de Frankfurt também ponderou sobre a democratização da arte e da cultura. A reprodução técnica, apesar da perda da aura, leva obras a mais pessoas. Filmes e músicas chegam a lugares distantes. Livros são impressos em grande escala. O conhecimento se espalha. A arte deixa de ser privilégio de poucos. Há, porém, um alerta: a democratização não garante acesso à arte de qualidade. A Indústria Cultural pode padronizar gostos e limitar a diversidade. A reflexão crítica se torna essencial para apreciar a arte e a cultura na era da reprodução técnica.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="640" height="427" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/paris-1325512_640.webp" alt="Monalisa no Louvre" class="wp-image-1658" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/paris-1325512_640.webp 640w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/paris-1325512_640-300x200.webp 300w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/paris-1325512_640-90x60.webp 90w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption class="wp-element-caption">Mona Lisa no Louvre</figcaption></figure>
</div>


<p>E o cinema para Frankfurt? Para a Escola de Frankfurt, o cinema era uma das principais expressões da Indústria Cultural, funcionando como um instrumento poderoso de padronização e alienação das massas. Theodor Adorno e Max Horkheimer, em Dialética do Esclarecimento (1944), argumentavam que a produção cinematográfica seguia uma lógica mercadológica. Narrativas previsíveis, personagens estereotipados e técnicas repetitivas reforçavam ideologias dominantes e impediam o pensamento crítico. O cinema, ao ser produzido em larga escala e distribuído globalmente, promovia a ilusão de diversidade. Na realidade, oferecia conteúdos padronizados que reafirmavam o status quo. No entanto, Walter Benjamin teve uma visão um pouco diferente. Em A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica (1936), ele reconheceu que a reprodução cinematográfica dissolvia a “aura” da arte tradicional. Mas também enxergou potencial emancipador no cinema, pois poderia aproximar a arte das massas e criar novas formas de percepção. Dessa forma, enquanto Adorno e Horkheimer viam no cinema um meio de manipulação e dominação, Benjamin acreditava que, sob certas condições, ele poderia ser uma ferramenta revolucionária para transformar a sociedade e ampliar o acesso à cultura. Assim, o cinema, para Frankfurt, era um campo de disputa entre a alienação e a possibilidade de ruptura crítica.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como criar uma campanha eleitoral simulada na escola?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/como-criar-uma-campanha-eleitoral-simulada-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Mar 2025 20:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O guia abaixo é o material de referência para o desenvolvimento de uma campanha eleitoral simulada a ser realizada em disciplinas das áreas de Ciências...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O guia abaixo é o material de referência para o desenvolvimento de uma campanha eleitoral simulada a ser realizada em disciplinas das áreas de Ciências Humanas (Filosofia e Sociologia). </p>



<h2 class="wp-block-heading">1 &#8211; Definir uma linha ideológica</h2>



<p>A primeira parte do trabalho é definir qual será a ideologia do partido. Isso envolve entender os fundamentos que norteiam cada um desses pensamentos. A seguir está uma lista de oito caminhos possíveis: Liberalismo, Conservadorismo, Social-Democracia, Socialismo, Comunismo, Ecocapitalismo, Progressismo e Anarquismo.</p>



<p>A escolha da linha ideológica vai orientar a forma como os grupos vão elaborar as propostas de governo e todo o material de campanha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2 &#8211; Criação do nome e da identidade visual</h2>



<p>Definida a linha, o grupo deve criar o nome do partido. Escolha também um número que representa o partido. Não deve ser usado números de partidos já existentes. Então nenhum grupo pode colocar 13 (PT) ou 22 (PL) em seus respectivos trabalhos.</p>



<p>Elabore também o logotipo do partido. Para isso, defina as cores que estejam alinhadas com a visão que você deseja transmitir. O logo deve ser simples, limpo e representativo das propostas do grupo.</p>



<p>Lembre-se: a gente cria para o público e não para nós mesmos. Então faça um nome e um logotipo que alcance o eleitor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3 &#8211; Elabore o plano de governo</h2>



<p>O plano de governo apresenta as propostas do partido. Ele é formado pelas seguintes partes:</p>



<p>1) Apresentação &#8211; deve trazer uma análise detalhada da linha ideológica do partido e a sua importância para o atual momento político, econômico e social do país. Basicamente, você deve explicar o pensamento do partido e como ele pode ajudar o país nos desafios atuais. Tamanho mínimo: 1000 palavras; </p>



<p>2) Cenário Atual &#8211; Deve  descrever os principais problemas que o Brasil enfrenta. A ideia aqui é trazer um quadro da situação atual para na etapa seguinte mostrar as propostas. Importante: os dados aqui devem ser reais, pesquisados e obtidos em fontes oficiais (IBGE, Ipea&#8230;). Tamanho mínimo: 1000 palavras. Tudo deve estar devidamente referenciado ;</p>



<p>3) Proposta &#8211; Elaborar cinco propostas para cada uma das seguintes áreas Educação, Saúde, Cultura, Esporte, Economia, Meio Ambiente, Assistência Social. As propostas devem ter por volta de três linhas e estar de acordo com os fundamentos do partido e os dados apurados na seção Cenário Atual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4 &#8211; Escolha um representante do partido</h2>



<p>É importante que o partido tenha um representante. No nosso trabalho, não há uma figura como um presidente. A votação é no partido e no conjunto de propostas. Mas é indispensável ter alguém para ser a parte visível dessas propostas. Pode ser um ou uma liderança. Ele pode aparecer no material em vídeo, gráfico, participar da divulgação presencialmente ou de debates.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5 &#8211; Produção do material de campanha</h2>



<p>O material de campanha visa promover o nome do partido, seu número e propostas.</p>



<p>Materiais admitidos: cartaz A4 e A3, santinhos, adesivos, posts para mídias sociais e vídeos para mídias sociais. Não são permitidos qualquer tipo de material que possa significar benefício ao eleitor como camisetas, canetas ou outros tipos de brinde. Os cartazes só devem ser fixados em local determinado pelo professor. A execução de jingles só pode ocorrer em materiais de mídias sociais ou fisicamente durante evento do partido.</p>



<p>Importante: não será permitida a criação de páginas em mídias sociais exclusiva dos partidos. Os alunos devem usar as suas próprias redes para a veiculação de material. Em todas as postagens no Instagram, favor marcar o perfil do professor para acompanhar o desenvolvimento da campanha. (@tiagoseverinoreal)</p>



<h2 class="wp-block-heading">6 &#8211; Evento do partido</h2>



<p>O partido deve produzir pelo menos um evento de campanha. Pode ser, por exemplo, uma caminhada para a distribuição de santinhos. Outra forma é uma reunião com eleitores para apresentar propostas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7 &#8211; Dia da votação</h2>



<p>A votação será organizada pelo professor em conjunto com a coordenação de ensino. A apuração acontecerá no prazo de 48 horas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Divisão de tarefas no grupos</h2>



<p>Aqui está a divisão de tarefas. Cada grupo tem a liberdade de escolher quantos alunos ficarão com cada atividade. O importante é não deixar apenas poucas pessoas em uma função. Os respectivos setores (plano de governo e material de campanha) devem ter uma liderança. </p>



<p>Plano de governo</p>



<p>Pesquisa e apuração de dados &#8211; Levantar os dados para a parte de apresentação e cenário atual;</p>



<p>Redação &#8211; Fazer a elaboração da íntegra dos textos de cada parte do plano.</p>



<p>Revisão &#8211; Fazer a revisão e adequação do texto do plano às exigência do professor. </p>



<p>Material de campanha</p>



<p>Redator &#8211; elabora os textos dos santinhos, frases para os cartazes e roteiros de vídeos, se necessário.</p>



<p>Designer &#8211; faz a produção gráfica e criação visual dos materiais.</p>



<p>Agente de mobilização &#8211; responsável por distribuir os materiais de forma física e on line. Organiza também os eventos de campanha. </p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Plano de governo</strong></td><td><strong>Material de campanha</strong></td></tr><tr><td>Pesquisa e apuração de dados</td><td>Redator</td></tr><tr><td>Redator</td><td>Designer</td></tr><tr><td>Revisor</td><td>Agente de mobilização</td></tr><tr><td></td><td></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Entrega ao professor</h2>



<p>Os líderes de cada grupo devem entregar via Classroom todo o material produzido &#8211; plano de governo e materiais de campanha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Critérios de avaliação</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Plano de Governo </strong></h3>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Critérios de Avaliação</strong>:</h4>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Clareza e Objetividade (24%)</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>As propostas estão bem estruturadas e são de fácil compreensão?</li>



<li>O plano de governo apresenta soluções claras e diretas para os problemas abordados?</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Viabilidade das Propostas (30%)</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>As propostas são realistas e podem ser implementadas dentro do contexto social, político e econômico?</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Coerência Ideológica ( 24%)</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>As propostas estão alinhadas com a linha ideológica escolhida para o partido?</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Abrangência e Diversidade de Áreas (22%)</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>As propostas cobrem uma gama significativa de temas importantes para a sociedade?</li>
</ul>
</li>
</ol>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Material de Campanha</strong></h3>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Critérios de Avaliação</strong>:</h4>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Atração e Impacto Visual (30%)</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>O material é visualmente atraente e chama a atenção?</li>



<li>O uso de cores, fontes e imagens é adequado e harmonioso?</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Consistência com a Linha Ideológica (20%)</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>O material de campanha está alinhado com a ideologia do partido e com as propostas do plano de governo?</li>



<li>A comunicação visual e escrita reflete os valores e as ideias defendidas pelo partido?</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Clareza da Mensagem (20%)</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>A mensagem do material de campanha é clara e facilmente entendida pelo público-alvo?</li>



<li>Existe uma proposta principal ou slogan que resuma de forma eficaz as intenções do partido?</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Originalidade e Criatividade (20%)</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>O material de campanha apresenta uma abordagem criativa e diferenciada em relação aos materiais de campanha convencionais?</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Capacidade de Persuasão (10%)</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>O material é persuasivo e consegue atrair o interesse do eleitorado?</li>



<li>Existe uma chamada à ação (ex.: &#8220;vote por um futuro melhor&#8221;, &#8220;junte-se à nossa causa&#8221;) que motiva o público a se engajar?</li>
</ul>
</li>
</ol>



<p></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gestão de Mídias</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/gestao-de-midias-instituto-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 21:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Slide]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=1239</guid>

					<description><![CDATA[<p>Material de aula do curso FIC de Gestão de Mídias, ministrado no Instituto Federal do Norte de Minas (IFNMG), campus Januária.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Parte do conteúdo ministrado nas aulas do curso de Gestão de Mídias do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, campus Januária.</strong></p>



<p>Introdução à Gestão de Mídias: Redes Sociais x Mídias Sociais. <a href="http://dexjan.ifnmg.edu.br/curso-de-marketing-digital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Marketing Digital</a>. Principais plataformas. Relação e diferenças com a Mídia Tradicional. Caracterísitcas do Digital. Criação de Marca. Negócios Digitais.</p>



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<p>Projeto e Estratégia para Mídias Sociais: Noções de projeto. Teoria da Cauda Longa. Persona e público-alvo: importância para composição da mensagem. Avaliação de desempenho. Definição de estratégia de conteúdo. Relatórios de tendências e conteúdo viral. </p>



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			</item>
		<item>
		<title>Como criar um programa de rádio?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/como-criar-um-programa-de-radio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 12:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=947</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como criar e produzir um programa de rádio? Webrádio, rádio FM ou AM. Comunitária, Comercial ou Educativa, todas precisam de programas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Importante antes de tudo frisar que rádio não se faz sozinho, e sim com uma equipe preparada e qualificada para o bom desempenho de um programa de rádio. Aqui teremos alguns apontamentos sobre quais os pontos mais relevantes para uma boa elaboração de um, sendo ele de qualquer gênero ou público. Entre esses pontos teremos: pauta ou apuração, roteiro, equipe, gênero e nome.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/napoleao-resenha-critica-avaliacao/">Napoleão: um personagem grandioso para um filme pequeno</a></strong></p>



<p><br>Como passo inicial e primordial para a elaboração de um programa de rádio devemos dar destaque às pautas ou apurações. As pautas ou apurações são responsáveis pelo levantamento de todas as informações que deverão nortear a estrutura e o andamento do programa. Uma vez que, pautas ou apurações são funções encubidas do pauteiro ou apurador, que neste razão cabe-se aos programas de cunho jornalístico. E as pautas de programas com cunho ficcional, esta responsabilidade cabe ao roteirista. Deve ocorrer nesta fase um levantamento de informações necessárias para que no futuro não haja imprevistos ou divergências na montagem e na veiculação do material.</p>



<p><br>Já citando o termo roteirista, vamos ao roteiro. Roteiro pelo sentido literal da palavra, mostra qual rota seguir para chegar a algum caminho ou objetivo. Por isso, o roteiro no rádio nos traz tudo o que terá de ser produzido no programa. Desde as palavras a serem ditas pelos locutores, as entonações a serem cumpridas (para uma boa emissão de mensagem), os efeitos que serão utilizados e adicionados para<br>veiculação do programa e por fim os detalhamentos de pausa e ambientação a ser usada. Tudo isso para que a mensagem que será passada seja coerente e concisa com o público receptor. Considerável dizer que o roteiro tem de ser um documento direto, conciso e bem formulado. Pois, um roteiro que causa dúvidas não leva a lugar algum. Concluindo nosso assunto sobre roteiro, lembramos para quem e por<br>quem o roteiro é feito. Isto mesmo, o roteiro é dirigido para a equipe e feito por um responsável da equipe, como dissemos anteriormente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="427" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640.jpg" alt="" class="wp-image-951" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640.jpg 640w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640-300x200.jpg 300w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640-90x60.jpg 90w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
</div>


<p><br>Equipe no ambiente de uma rádio e na construção de um programa é fundamental. Afinal como dissemos, rádio não se faz sozinho. Mas mesmo assim, é necessário estabelecer alguns pontos e vertentes necessárias para um bom andamento do trabalho de rádio. Antes de tudo, deixemos claro que existem setores e funções diferentes para cada tipo de cargo estabelecido. Porém estes trabalhos<br>ou funções devem ter em mente que ambos se interligam e compartilham de uma rede de informações necessárias. Ou seja, uma função depende de um bom desempenho da outra para que o resultado final seja o esperado. Destacamos então aqui algumas funções ou divisões dentro de uma equipe de rádio: pauteiro ou apurador, roteirista, produção, locução, operação de áudio ou edição e a direção. Ambos são funções importantes e que quando alinhadas surtem um efeito positivo e satisfatório.<br>Rapidamente vamos citar alguns pontos chaves de cada função da equipe. O pauteiro ou apurador é encarregado de levantar informações para elaboração de um programa. O roteirista é responsável pela descrição do programa em si, levando toda a equipe a um caminho correto, claro e conciso, com um objetivo claro.</p>



<p><br>Orientando como fazer e como finalizar cada trabalho nas fases do programa (em alguns meios isto também pode ser chamado de script). Em seguida temos a produção. Esta função encarregada de ser uma ponte entre a direção e o restante da equipe é uma das que mais trabalham no ambiente radiofônico. A produção tem o trabalho de encaminhar a equipe para a realização de um trabalho, garantindo equipamentos, materiais e sendo norte de execução das funções. Dentre estas funções temos a operação de áudio ou edição, que é inteiramente responsável pela produção de materiais de áudio, e pela finalização dos mesmos. Os responsáveis além de possuírem uma boa capacidade técnica, devem ter consigo uma boa noção de ferramentas linguísticas e bom gosto auditivo, para que suas peças tenham qualidade e bom refinamento. Por fim, temos a direção. O membro da equipe com maior peso, por sua vez se encarrega da finalização do programa. Sendo ele então que tem como responsabilidade guiar todos da equipe, desde a elaboração, produção e até os processo finais de edição. Assim como no<br>audiovisual, o diretor fica sendo o autor final do programa.<br>Contudo, ressaltamos que apesar da equipe é importante mostrarmos outro ponto, o gênero e nome do programa. E se tratando de gênero, dizemos que é uma parte trabalhosa. Porém se pensado e bem formulado o programa, torna-se fácil a identificação do mesmo. É de extrema importância a formulação de um gênero para o programa, pois isso facilita uma comunicação, a deixando clara e objetiva ao<br>público destinado.<br>E como identificar o gênero de um programa? Primeiro analise seu público, qual e como o deseja atingir. Em seguida, avalie suas propostas e considere como você quer ser visto na communicação. Após isso, elenque quais assuntos deseja tratar e enumere suas relevâncias. Por fim, pesquise sobre os gênero existentes que caberá a sua proposta. Conheça agora alguns gêneros mais usados para a<br>identidade de um programa.<br>O programa musical se destaca por fazer uma divulgação sem muita burocracia das letras, canções e melodias. Este gênero se encaixa perfeitamente para o estilo de programa que visa causar uma distração e propagar a cultura musical. O trabalho se resume em anunciar e divulgar com qualidade os áudios<br>veiculados pela emissora.<br>Já o programa variedades, se caracteriza por um tripé radiofônico entre: música, informação e entretenimento. Dentro deste gênero firmamos que ele engloba algumas vertentes que norteiam o andamento do mesmo, como: talk show, game show, culinária, informação, cultura e música. Acaba ficando por conta do interlocutor a função de conduzir o programa de uma forma descontraída garantindo uma mistura correta entre os assuntos.<br>O programa jornalístico, assim dizendo pelo nome, se identifica sendo um programa destinado à informação, e com isso tem a responsabilidade de anunciar as informações em âmbito nacional ou internacional, dependendo do seu alcance, frequência ou estação. O programa jornalístico tem como objetivo divulgar o acompanhamento dos fatos acontecidos em determinada época. Mas dentro do<br>cunho jornalístico temos alguns subtemas que são importantes para a elaboração<br>do roteiro. Estes temas se definem como:</p>



<p><br>● nota: curto informe de mensagens diretas;<br>● notícia: relato curto porém integral de um fato que está em alta na<br>sociedade;<br>● boletim: pequeno programa de informações geralmente apresentados de hora em hora;<br>● reportagem: narrativa que engloba diversos ângulos de um acontecimento;<br>● debates: espaços de discussão coletiva sobre um determinado tema;<br>● entrevista: uma das principais e mais atraentes fontes de coleta de<br>informação;<br>● radiojornal: um dos carros-chefes da rádio jornalística, com transmissão<br>diária e dividido em segmentos;</p>



<p>● documentário jornalístico: uma análise mais profunda sobre o tema em<br>questão.</p>



<p>Se tratando de esportes temos então o programa esportivo, que tem como finalidade cobrir partidas esportivas, divulgar resultados e propagar acontecimentos ligado ao mundo dos esportes. Além disso conta com noticiários, boletins esportivos, e as transmissões esportivas acontecendo antes ou depois de<br>confrontos. Conta também com bastidores e preparações em campeonatos e grandes competições. No entanto, para que uma programa obtenha sucesso nesse segmento, é importante que a emissora garanta que quem realize estes trabalhos seja uma equipe preparada e totalmente entendida do assunto.<br>Após isso, temos o programa educativo ou cultural, que reforça uma ideia de propagar conhecimento e a divulgação de novos estudos, envolvendo o compartilhamento de ideias perante a sociedade. Por mais que o estilo de programa não seja tão comum, este estilo de programa tem como missão difundir entre seus ouvintes uma gama de conhecimento. Estes programas podem ter consigo uma identidade, tendo como tema: programas temáticos e segmentados, programas instrucionais, documentário educativo/cultural e autobiografia. <br>Por fim, temos o programa de entretenimento ou humorístico. Um estilo de programa que visa a propagação musical ou informativa, onde sobrepõe o humor, sempre contando com um formato interativo e com participantes de fora, fazendo uma interação entre ouvinte e locutor. Tem como destaque a presença de personagens e locutores com uma personalidade voltada à comédia.<br>Passamos por vários passos importantes para um estruturação de programa de rádio, mas agora é preciso pensar na identidade dele, e com isso pensamos no primeiro passo primordial, o nome. O nome de um programa de rádio deve conter a identidade sonora representada nele, o estilo de seus ouvintes e acima de tudo, a proposta do programa. Tudo isso acoplado de uma maneira criativa e que atraia a<br>atenção do público fiel e do público em potencial. Mas como pensar em um bom nome? Veja quais passos seguir:</p>



<p>● levante as pesquisas;<br>● escolha um tema;<br>● defina o gênero;</p>



<p>● deixe uma linguagem clara;<br>● elabore uma série de palavras que remetam aos passos anteriores.</p>



<p>Pense em priorizar o estilo dos ouvintes no nome do programa, deixe o público representado nele, firmando sua proposta, identidade e o conteúdo sempre alinhado à marca.<br>Elencamos alguns nomes de programas de rádios, de diferentes estilos e gêneros:</p>



<p>● MUSICAL / VARIEDADES / CULTURAL OU EDUCATIVO: A VOZ<br>ECLÉTICA, PAPO EDUCATIVO, O SOM DAS LETRAS, GRAFITE<br>CULTURAL, SOM BRASIL, RITMO PLURAL, BATIDA AUTÊNTICA, SOM E<br>CULTURA, A VOZ DA MENTE, O SOM DA OPINIÃO, BATIDA CULTURAL,<br>PENSAMENTOS DE UM RADIALISTA, OUÇA CULTURA, OUÇA O SOM DA<br>EDUCAÇÃO, PLAYLIST SÉCULO 21, A MÚSICA DOS 4 CANTOS, QUEM<br>OUVE APRENDE, A HORA DO CONTO, MANHÃ DO SABER, TARDE DAS<br>CANTIGAS, NOITE LITERÁRIA, CULTURA NEWS;<br>● ENTRETENIMENTO OU HUMORÍSTICO: A GRAÇA DA MANHÃ,<br>DESCONTRAÇÃO EM DIA, A VOZ DO CURIOSO, OUÇA SORRISOS,<br>CANTE E ENCANTE, CONTOS DE UM AZARADO, PIADAS E RISADAS,<br>CRÔNICAS DO HUMOR, TUDO POR PIADA, O EX EM APUROS; CAOS<br>DE UM RADIALISTA, INFORME CULTURAL;<br>● ESPORTIVOS: PAPO DE BOLEIRO, BOLA ON AIR, NA TRAVE, GANDULA<br>NEWS, RÁDIO JUIZ, GOL DO OUVINTE, COPA NO AR, RÁDIO TORNEIO,<br>O LANCE CERTO, PAPO ABERTO, BOLA NA REDE, ONDA SONORA<br>FUTEBOL CLUBE, MAIS QUE AMIGOS, BOM TIME, A VOZ DO TÉCNICO,<br>A VOZ DO JOGADOR, A VOZ DO BOLEIRO, NA BATIDA DO GOL, O<br>CHUTE DO OUVINTE, O GOL DO OUVINTE, PLACAR SONORO, PLACAR<br>FM, O LANCE DO RÁDIO, TREINO DO ATLETA, ATLETA FM, NA BATIDA<br>DO TREINO, NA ONDA DO ATLETA, PLACAR AM, CAMISA 10, NA TRAVE,<br>COMENTE O LANCE;<br>● JORNALÍSTICO: DEBATE NEWS, INFORME AGORA, O INFORME DO<br>OUVINTE, OUÇA OUVINTE, OUÇA CIDADÃO, CIDADE NEWS, A CIDADE<br>NA ONDA DO RÁDIO, RÁDIO CIDADE, CIDADE FM, OUVINTE LIGADO, NA</p>



<p>ONDA DA INFORMAÇÃO, AGORA CIDADE, NACIONAL FM, ESTADO<br>NEWS, ECONOMIA FM, OUÇA APOSENTADO, DIREITO NEWS, CIDADÃO<br>CONSCIENTE, POPULAÇÃO FM, POPULAÇÃO NEWS, DIA A DIA NEWS,<br>OPINIÃO CONSCIENTE, O ESTADO NEWS, ELEITOR NO AR, ELEIÇÃO<br>NEWS, NA ONDA DO ELEITORADO;</p>



<p>Contudo descrito acima e perpassando por todos os pontos, observa-se uma gama de instruções claras e concisas para que um programa seja bem estruturado e segmentado. Lembre-se de que rádio é um meio de comunicação e que sempre deve conter uma linguagem clara, aberta e democrática perante a sociedade.</p>



<p>REFERÊNCIAS</p>



<p>MEC, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA. Oficina de Rádio. Recursos<br>de Áudio na WEB. Disponível em:<br>&lt;http://www.usp.br/nce/midiasnaeducacao/oficina_radio/apresentacao_geral.htm&gt;<br>Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>RIBEIRO, LEANDRO. Tudo sobre rádio. Disponível em:<br>&lt;https://maxcast.com.br/blog/&gt; Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>DOCENTE: Carlos Eduardo Silva Pereira<br>DOCENTE: Tiago Severino<br>TURMA: 4º PERÍODO DE PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA<br>INSTITUIÇÃO: IFSULDEMINAS &#8211; Câmpus Passos</p>
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		<item>
		<title>O que é arte e como ela fez o mundo?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/o-que-e-arte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2023 20:12:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Verbete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Leon Tolstói, o renomado escritor russo, expressou sua visão sobre a arte em seu livro &#8220;O Que é Arte?&#8221;, publicado em 1897. No texto, ele...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Leon Tolstói, o renomado escritor russo, expressou sua visão sobre a arte em seu livro &#8220;O Que é Arte?&#8221;, publicado em 1897. No texto, ele afirma que arte é é uma expressão criativa que transcende as palavra e ser para expressar sentimentos a partir de um conjunto de códigos reconhecíveis para as pessoas. </p>



<p>Segundo Tolstói, a arte transcende os interesses individuais do artista e conecta com os sentimentos comuns e a experiência compartilhada pela humanidade. Ele defendia que a verdadeira arte tem o poder de despertar um senso de comunhão entre as pessoas.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/the-dropout-e-a-invencao-que-so-funcionou-na-cabeca-de-elizabeth-holmes/">The Dropout e a invenção que só funcionou na cabeça de Elizabeth Holmes</a></strong></p>



<p>A dificuldade em pensar a arte na atualidade é porque, para algumas pessoas, ela parece algo distante. Soa, muita vezes, como uma propriedade da elite e distante do sujeito comum.</p>



<p>No documentário &#8220;Como a Arte Fez o Mundo&#8221; (&#8220;How Art Made the World&#8221;), o professor e historiador da arte Nigel Spivey explora o impacto e a importância da arte na história da humanidade, mostrando como ela está presente no nosso cotidiano e não apenas dentro de museus.</p>



<p>A proposta do documentário é examinar como a arte, desde as primeiras representações pré-históricas até as obras de arte mais sofisticadas da antiguidade clássica, influenciou e moldou a cultura e a sociedade humana. Através de análises de obras de arte em diversos locais ao redor do mundo, o documentário aborda temas como o papel da arte na religião, política, expressão pessoal, comunicação e representação do poder.</p>



<p>Cada episódio da série aborda um tópico específico relacionado à arte e sua influência:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>&#8220;A História da Arte como Ficção&#8221;: Explora como as primeiras pinturas rupestres podem ter sido a origem das narrativas visuais, utilizando a arte para contar histórias e representar o mundo.</li>



<li>&#8220;O Dia em que as Imagens Nasceram&#8221;: Fala sobre a descoberta da perspectiva, que permitiu a criação de representações mais realistas e detalhadas do mundo.</li>



<li>&#8220;O Artista e o Retrato&#8221;: Analisa a função dos retratos na história, desde representações dos governantes como uma forma de propaganda até o uso da arte para expressar a individualidade.</li>



<li>&#8220;Sob a Pele&#8221;: Explora a arte como meio de comunicação, desde a arte corporal tribal até a arte religiosa que tenta representar a essência espiritual do ser humano.</li>



<li>&#8220;O Nascimento da Abstração&#8221;: Aborda o desenvolvimento da arte abstrata e como ela desafiou a noção tradicional de representação e beleza.</li>
</ol>



<h2 class="wp-block-heading">Arte e o belo: a questão estética</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/08/MONALISA.jpg" alt="" class="wp-image-735" width="284" height="423"/></figure>
</div>


<p>Um dos temas presentes no documentário é a discussão sobre arte e o belo. Na estética clássica, a beleza é baseada em proporções harmônicas e ideais que despertam um senso de ordem, equilíbrio e perfeição. Essa visão tende a valorizar a simetria, a clareza e a simplicidade. Por outro lado, a visão sobre o que é belo pode ser subjetiva. A beleza é uma experiência pessoal e única para cada indivíduo.</p>



<p>Outra corrente de pensamento também aponta que o belo na arte pode ser encontrado na capacidade de uma obra de arte de desafiar as convenções estéticas e romper com o que é considerado tradicionalmente bonito. A originalidade, a inovação e a ruptura de padrões podem ser vistos como elementos de beleza por si só.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Gêneros, épocas e períodos</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/08/artist-gad31e849b_640.jpg" alt="" class="wp-image-736" width="268" height="402" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/08/artist-gad31e849b_640.jpg 427w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/08/artist-gad31e849b_640-200x300.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 268px) 100vw, 268px" /></figure>
</div>


<p>No estudo sobre História da Arte, a busca de períodos, gêneros e marcos temporais ajudam a entender as características de cada época e, mais do que isso, a saber como os fatores sociais, políticos e econômicos se interelacionaram com o próprio fazer artístico. Em meus estudos, procuro fazer essa divisão de tempo da seguinte maneira. Essa divisão é o que observo em diversas publicações sobre história da arte:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Arte Pré-Histórica (até aproximadamente 3.000 a.C.): Compreende as primeiras formas de expressão artística da humanidade, como as pinturas rupestres.</li>



<li>Arte Egípcia (c. 3.000 a.C. &#8211; 30 a.C.): Caracterizada pelas grandes construções, como as pirâmides, tumbas e templos, além de esculturas e murais.</li>



<li>Arte da Grécia Antiga (c. 800 a.C. &#8211; 146 a.C.): Conhecida por suas esculturas realistas, arquitetura monumental, cerâmicas decoradas e pinturas em vasos.</li>



<li>Arte Romana (c. 509 a.C. &#8211; 476 d.C.): A arte romana foi influenciada pela arte grega e caracterizada por sua arquitetura, esculturas, afrescos e mosaicos.</li>



<li>Arte Bizantina (século IV &#8211; século XV): Caracterizada pela arte religiosa, especialmente mosaicos e ícones, que eram importantes para a espiritualidade e a liturgia da Igreja Ortodoxa Oriental.</li>



<li>Renascimento (século XIV &#8211; século XVI): Marcado por um renascimento do interesse pelas artes clássicas da Grécia e Roma, o Renascimento trouxe um foco na perspectiva, anatomia e retratos realistas.</li>



<li>Barroco (século XVII &#8211; século XVIII): Caracterizado por movimento, dramatismo e ornamentos exuberantes.</li>



<li>Rococó (século XVIII)</li>



<li>Romantismo (final do século XVIII &#8211; meados do século XIX): Um movimento artístico e cultural que valorizava a emoção, a natureza e a imaginação.</li>



<li>Realismo (meados do século XIX): Preocupado em retratar a realidade cotidiana e social. Rejeitava o idealismo e os temas mitológicos.</li>



<li>Impressionismo (final do século XIX): Um movimento que buscava capturar a luz e as impressões visuais imediatas, com pinceladas soltas e cores vibrantes.</li>



<li>Expressionismo (início do século XX): Retratava o mundo de maneira subjetiva e intensa.</li>



<li>Cubismo (início do século XX)</li>



<li>Surrealismo (década de 1920)</li>



<li>Abstracionismo (década de 1910 &#8211; em diante): Movimento que busca romper com a representação figurativa.</li>



<li>Arte Contemporânea (década de 1960 &#8211; em diante): Um amplo espectro de estilos e abordagens artísticas que se desenvolveram após a Segunda Guerra Mundial.</li>
</ol>



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		<item>
		<title>Comunicação animal e linguagem humana: cultura, criatividade e semiótica</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/comunicacao-animal-e-linguagem-humana-cultura-criativa-e-semiotica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2023 15:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um documentário sobre a caça a golfinhos e baleias no pacífico, o narrador fez a seguinte afirmação: &#8220;esses animais usam uma linguagem de sua...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um documentário sobre a caça a golfinhos e baleias no pacífico, o narrador fez a seguinte afirmação: &#8220;esses animais usam uma linguagem de sua espécie para o acasalamento e até para alertar sobre os perigos no mar&#8221;.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/ifrj-campus-no-complexo-do-alemao/">IFRJ pode ter campus no Complexo do Alemão</a></strong></p>



<p>Mas, afinal de contas, o animal tem linguagem própria? Uma linguagem pressupõe a existência de um código e uma forma organizada sobre como enviar e decodificar a mensagem advinda dele. Estamos falando, desse modo, em vocabulário e gramática. No caso dos animais, é indiscutível que eles conseguem transmitir alguns tipos de informações. Porém, suas ações são baseadas em uma inteligência instintiva, ligada à necessidade de proteção e sobrevivência. Diferente do ser humano, um animal não produz cultura. A ação de transformar a natureza é limitada às condições próprias de sua espécie. Por isso, não se pode dizer que o animal tenha uma linguagem, mas um sistema de comunicação que lhe é particular.</p>



<p>Nesta <a href="https://www.youtube.com/watch?v=1MGqX9mvZ8U" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vídeo aula</a>, nós analisamos aspectos da inteligência humana que permitem a existência da linguagem entre nós. Falamos sobre linguagem verbal e não-verbal. Também mencionamos o que é signo semiótico e como conseguimos interpretar e ler uma imagem.</p>



<iframe loading="lazy" width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/1MGqX9mvZ8U" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>



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			</item>
		<item>
		<title>Os perigos da obediência [aula]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/os-perigos-da-obediencia-milgram-experimento-resumo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Mar 2023 00:44:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=600</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os perigos da obediência. Texto que relata como foi o experimento do psicólogo Stanley Milgram. Ele discute porque as pessoas seguem ordens. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os perigos da obediência é um artigo publicado por Stanley Milgram. O estudioso analisa a capacidade de discernimento de uma pessoa diante de uma ordem cega e desumana dada por uma autoridade. A preocupação de Milgram surgiu pelo incômodo provocado nele ao observar que muitos oficiais nazistas eram acadêmicos com sólida formação intelectual.</p>



<p>O estudo de Milgram foi realizado na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, em 1961. Ele publicou um anúncio em jornal para convidar pessoas para participarem do experimento. Uma pessoa era colocada na condição de &#8220;professor&#8221; e a outra de &#8220;aluno&#8221;. O professor fazia uma série de perguntas ao aluno. Caso errasse, o aluno receberia um choque. A intensidade da voltagem iria de uma escala que chegava a mais de 300 volts. O detalhe é que o aluno fazia parte da equipe de Milgram e errava propositalmente as respostas. Já o professor era alguém que atendeu ao anúncio do jornal. A intenção era saber até onde as pessoas iriam disparar os falsos choques.</p>



<p>Nesta <a href="https://youtu.be/6tQqE5BDn30" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vídeo aula</a>, eu explico melhor sobre o experimento, apresento os resultados e as razões que fizeram o experimento de Milgram ser tão polêmico.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Os perigos da obediência - Stanley Milgram [aula]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6tQqE5BDn30?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Os perigos da obediência: aula realizada no Instituto Federal e disponibilizada on line para promover a difusão do conhecimento e da educação.</figcaption></figure>



<p><em><strong>Leia também:</strong> <a href="https://tiagoseverino.com.br/cultura-da-conexao-resumo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resumo do livro Cultura da Conexão, de Henry Jenkins (editora Aleph)</a></em></p>



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<p><a href="https://tiagoseverino.com.br/podcast/">Ouça o nosso podcast sobre Arte, Educação, Literatura e Comunicação</a></p>



<p><a href="https://tiagoseverino.com.br/cultura-brasileira-em-imagens-acervo-on-line/">Cultura brasileira em imagens – acervo on line</a></p>
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		<title>Como montar um programa de rádio?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/como-montar-um-programa-de-radio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 19:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Importante antes de tudo frisar que rádio não se faz sozinho, e sim com uma equipe preparada e qualificada para o bom desempenho de um...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Importante antes de tudo frisar que rádio não se faz sozinho, e sim com uma equipe preparada e qualificada para o bom desempenho de um programa de rádio. Aqui teremos alguns apontamentos sobre quais os pontos mais relevantes para uma boa elaboração de um, sendo ele de qualquer gênero ou público. Entre esses pontos teremos: <strong>pauta ou apuração, roteiro, equipe, gênero e nome.</strong></p>



<p>Como passo inicial e primordial para a elaboração de um programa de rádio devemos dar destaque às <strong>pautas ou apurações. </strong>As pautas ou apurações são responsáveis pelo levantamento de todas as informações que deverão nortear a estrutura e o andamento do programa. Uma vez que, pautas ou apurações são funções encubidas do pauteiro ou apurador, que neste razão cabe-se aos programas de cunho jornalístico. E as pautas de programas com cunho ficcional, esta responsabilidade cabe ao roteirista. Deve ocorrer nesta fase um levantamento de informações necessárias para que no futuro não haja imprevistos ou divergências na montagem e na veiculação do material.</p>



<p><em><strong>Leia também:</strong> <a href="https://tiagoseverino.com.br/cultura-da-conexao-resumo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resumo do livro Cultura da Conexão, de Henry Jenkins (editora Aleph)</a></em></p>



<p>Já citando o termo roteirista, vamos ao <strong>roteiro. </strong>Roteiro pelo sentido literal da palavra, mostra qual rota seguir para chegar a algum caminho ou objetivo. Por isso, o roteiro no rádio nos traz tudo o que terá de ser produzido no programa. Desde as palavras a serem ditas pelos locutores, as entonações a serem cumpridas (para uma boa emissão de mensagem), os efeitos que serão utilizados e adicionados para veiculação do programa e por fim os detalhamentos de pausa e ambientação a ser usada. Tudo isso para que a mensagem que será passada seja coerente e concisa com o público receptor. Considerável dizer que o roteiro tem de ser um documento direto, conciso e bem formulado. Pois, um roteiro que causa dúvidas não leva a lugar algum. Concluindo nosso assunto sobre roteiro, lembramos para quem e por quem o roteiro é feito. Isto mesmo, o roteiro é dirigido para a equipe e feito por um responsável da equipe, como dissemos anteriormente.</p>



<p><strong>Equipe</strong> no ambiente de uma rádio e na construção de um programa é fundamental. Afinal como dissemos, rádio não se faz sozinho. Mas mesmo assim, é necessário estabelecer alguns pontos e vertentes necessárias para um bom andamento do trabalho de rádio. Antes de tudo, deixemos claro que existem setores e funções diferentes para cada tipo de cargo estabelecido. Porém estes trabalhos ou funções devem ter em mente que ambos se interligam e compartilham de uma rede de informações necessárias. Ou seja, uma função depende de um bom desempenho da outra para que o resultado final seja o esperado. Destacamos então aqui algumas funções ou divisões dentro de uma equipe de rádio: <strong>pauteiro ou apurador, roteirista, produção, locução, operação de áudio ou edição </strong>e a <strong>direção. </strong>Ambos são funções importantes e que quando alinhadas surtem um efeito positivo e satisfatório.</p>



<p>Rapidamente vamos citar alguns pontos chaves de cada função da equipe. O <strong>pauteiro ou apurador </strong>é encarregado de levantar informações para elaboração de um programa. O <strong>roteirista </strong>é responsável pela descrição do programa em si, levando toda a equipe a um caminho correto, claro e conciso, com um objetivo claro. Orientando como fazer e como finalizar cada trabalho nas fases do programa (em alguns meios isto também pode ser chamado de <strong>script</strong>).Em seguida temos a <strong>produção. </strong>Esta função encarregada de ser uma ponte entre a direção e o restante da equipe é uma das que mais trabalham no ambiente radiofônico. A produção tem o trabalho de encaminhar a equipe para a realização de um trabalho, garantindo equipamentos, materiais e sendo norte de execução das funções. Dentre estas funções temos a <strong>operação de áudio ou edição, </strong>que é inteiramente responsável pela produção de materiais de áudio, e pela finalização dos mesmos. Os responsáveis além de possuírem uma boa capacidade técnica, devem ter consigo uma boa noção de ferramentas linguísticas e bom gosto auditivo, para que suas peças tenham qualidade e bom refinamento. Por fim, temos a <strong>direção.</strong> O membro da equipe com maior peso, por sua vez se encarrega da finalização do programa. Sendo ele então que tem como responsabilidade guiar todos da equipe, desde a elaboração, produção e até os processo finais de edição. Assim como no audiovisual, o diretor fica sendo o autor final do programa.</p>



<p>Contudo, ressaltamos que apesar da equipe é importante mostrarmos outro ponto, o gênero e nome do programa. E se tratando de <strong>gênero, </strong>dizemos que é uma parte trabalhosa. Porém se pensado e bem formulado o programa, torna-se fácil a identificação do mesmo. É de extrema importância a formulação de um gênero para o programa, pois isso facilita uma comunicação, a deixando clara e objetiva ao público destinado.</p>



<p>E como identificar o gênero de um programa? Primeiro analise seu público, qual e como o deseja atingir. Em seguida, avalie suas propostas e considere como você quer ser visto na communicação. Após isso, elenque quais assuntos deseja tratar e enumere suas relevâncias. Por fim, pesquise sobre os gênero existentes que caberá a sua proposta. Conheça agora alguns gêneros mais usados para a identidade de um programa.</p>



<p>O programa <strong>musical </strong>se destaca por fazer uma divulgação sem muita burocracia das letras, canções e melodias. Este gênero se encaixa perfeitamente para o estilo de programa que visa causar uma distração e propagar a cultura musical. O trabalho se resume em anunciar e divulgar com qualidade os áudios veiculados pela emissora.</p>



<p>Já o programa <strong>variedades, </strong>se caracteriza por um tripé radiofônico entre: música, informação e entretenimento. Dentro deste gênero firmamos que ele engloba algumas vertentes que norteiam o andamento do mesmo, como: talk show, game show, culinária, informação, cultura e música. Acaba ficando por conta do interlocutor a função de conduzir o programa de uma forma descontraída garantindo uma mistura correta entre os assuntos.</p>



<p>O programa <strong>jornalístico, </strong>assim dizendo pelo nome, se identifica sendo um programa destinado à informação, e com isso tem a responsabilidade de anunciar as informações em âmbito nacional ou internacional, dependendo do seu alcance, frequência ou estação. O programa jornalístico tem como objetivo divulgar o acompanhamento dos fatos acontecidos em determinada época. Mas dentro do cunho jornalístico temos alguns subtemas que são importantes para a elaboração do roteiro. Estes temas se definem como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>nota:</strong> curto informe de mensagens diretas;</li>



<li><strong>notícia:</strong> relato curto porém integral de um fato que está em alta na sociedade;</li>



<li><strong>boletim</strong>: pequeno programa de informações geralmente apresentados de hora em hora;</li>



<li><strong>reportagem:</strong> narrativa que engloba diversos ângulos de um acontecimento;</li>



<li><strong>debates: </strong>espaços de discussão coletiva sobre um determinado tema;</li>



<li><strong>entrevista:</strong> uma das principais e mais atraentes fontes de coleta de informação;</li>



<li><strong>radiojornal:</strong> um dos carros-chefes da rádio jornalística, com transmissão diária e dividido em segmentos;</li>



<li><strong>documentário jornalístico:</strong> uma análise mais profunda sobre o tema em questão.</li>
</ul>



<p>Se tratando de esportes temos então o programa <strong>esportivo, </strong>que tem como finalidade cobrir partidas esportivas, divulgar resultados e propagar acontecimentos ligado ao mundo dos esportes. Além disso conta com noticiários, boletins esportivos, e as transmissões esportivas acontecendo antes ou depois de confrontos. Conta também com bastidores e preparações em campeonatos e grandes competições. No entanto, para que uma programa obtenha sucesso nesse segmento, é importante que a emissora garanta que quem realize estes trabalhos seja uma equipe preparada e totalmente entendida do assunto.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Após isso, temos o programa <strong>educativo ou cultural, </strong>que reforça uma ideia de propagar conhecimento e a divulgação de novos estudos, envolvendo o compartilhamento de ideias perante a sociedade. Por mais que o estilo de programa não seja tão comum, este estilo de programa tem como missão difundir entre seus ouvintes uma gama de conhecimento. Estes programas podem ter consigo uma identidade, tendo como tema: <strong>programas temáticos e segmentados, programas instrucionais, documentário educativo/cultural e autobiografia.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong>Por fim, temos o programa de <strong>entretenimento ou humorístico</strong>. Um estilo de programa que visa a propagação musical ou informativa, onde sobrepõe o humor, sempre contando com um formato interativo e com participantes de fora, fazendo uma interação entre ouvinte e locutor. Tem como destaque a presença de personagens e locutores com uma personalidade voltada à comédia.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Passamos por vários passos importantes para um estruturação de programa de rádio, mas agora é preciso pensar na identidade dele, e com isso pensamos no primeiro passo primordial, o <strong>nome. </strong>O nome de um programa de rádio deve conter a identidade sonora representada nele, o&nbsp; estilo de seus ouvintes e acima de tudo, a proposta do programa. Tudo isso acoplado de uma maneira criativa e que atraia a atenção do público fiel e do público em potencial. Mas como pensar em um bom nome? Veja quais passos seguir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>levante as <strong>pesquisas;</strong></li>



<li>escolha um <strong>tema;</strong></li>



<li>defina o <strong>gênero;</strong></li>



<li>deixe uma <strong>linguagem </strong>clara<strong>;</strong></li>



<li>elabore uma série de <strong>palavras </strong>que remetam aos passos anteriores.</li>
</ul>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pense em priorizar o estilo dos ouvintes no nome do programa, deixe o público representado nele, firmando sua<strong> proposta</strong>, <strong>identidade</strong> e o <strong>conteúdo </strong>sempre alinhado à <strong>marca</strong>.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Elencamos alguns nomes de programas de rádios, de diferentes estilos e gêneros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>MUSICAL / VARIEDADES / CULTURAL OU EDUCATIVO: </strong>A VOZ ECLÉTICA, PAPO EDUCATIVO, O SOM DAS LETRAS, GRAFITE CULTURAL, SOM BRASIL, RITMO PLURAL, BATIDA AUTÊNTICA, SOM E CULTURA, A VOZ DA MENTE, O SOM DA OPINIÃO, BATIDA CULTURAL, PENSAMENTOS DE UM RADIALISTA, OUÇA CULTURA, OUÇA O SOM DA EDUCAÇÃO, PLAYLIST SÉCULO 21, A MÚSICA DOS 4 CANTOS, QUEM OUVE APRENDE, A HORA DO CONTO, MANHÃ DO SABER, TARDE DAS CANTIGAS, NOITE LITERÁRIA, CULTURA NEWS;</li>



<li><strong>ENTRETENIMENTO OU HUMORÍSTICO: </strong>A GRAÇA DA MANHÃ, DESCONTRAÇÃO EM DIA, A VOZ DO CURIOSO,&nbsp; OUÇA SORRISOS, CANTE E ENCANTE, CONTOS DE UM AZARADO, PIADAS E RISADAS, CRÔNICAS DO HUMOR,&nbsp; TUDO POR PIADA, O EX EM APUROS; CAOS DE UM RADIALISTA, INFORME CULTURAL;</li>



<li><strong>ESPORTIVOS: </strong>PAPO DE BOLEIRO, BOLA ON AIR, NA TRAVE, GANDULA NEWS, RÁDIO JUIZ, GOL DO OUVINTE, COPA NO AR, RÁDIO TORNEIO, O LANCE CERTO, PAPO ABERTO, BOLA NA REDE, ONDA SONORA FUTEBOL CLUBE, MAIS QUE AMIGOS, BOM TIME, A VOZ DO TÉCNICO, A VOZ DO JOGADOR, A VOZ DO BOLEIRO, NA BATIDA DO GOL, O CHUTE DO OUVINTE, O GOL DO OUVINTE, PLACAR SONORO, PLACAR FM, O LANCE DO RÁDIO, TREINO DO ATLETA, ATLETA FM, NA BATIDA DO TREINO, NA ONDA DO ATLETA, PLACAR AM, CAMISA 10, NA TRAVE, COMENTE O LANCE;</li>



<li><strong>JORNALÍSTICO: </strong>DEBATE NEWS, INFORME AGORA, O INFORME DO OUVINTE, OUÇA OUVINTE, OUÇA CIDADÃO, CIDADE NEWS, A CIDADE NA ONDA DO RÁDIO, RÁDIO CIDADE, CIDADE FM, OUVINTE LIGADO, NA ONDA DA INFORMAÇÃO, AGORA CIDADE, NACIONAL FM, ESTADO NEWS, ECONOMIA FM, OUÇA APOSENTADO, DIREITO NEWS, CIDADÃO CONSCIENTE, POPULAÇÃO FM, POPULAÇÃO NEWS, DIA A DIA NEWS, OPINIÃO CONSCIENTE, O ESTADO NEWS, ELEITOR NO AR, ELEIÇÃO NEWS, NA ONDA DO ELEITORADO;</li>
</ul>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Contudo descrito acima e perpassando por todos os pontos, observa-se uma gama de instruções claras e concisas para que um programa seja bem estruturado e segmentado. Lembre-se de que rádio é um meio de comunicação e que sempre deve conter uma linguagem clara, aberta e democrática perante a sociedade.</p>



<p><strong>REFERÊNCIAS<br><br></strong>MEC, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA. <strong>Oficina de Rádio. Recursos de Áudio na WEB. </strong>Disponível em: &lt;<a href="http://www.usp.br/nce/midiasnaeducacao/oficina_radio/apresentacao_geral.htm">http://www.usp.br/nce/midiasnaeducacao/oficina_radio/apresentacao_geral.htm</a>&gt; Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>RIBEIRO, LEANDRO. <strong>Tudo sobre rádio. </strong>Disponível em: &lt;<a href="https://maxcast.com.br/blog/">https://maxcast.com.br/blog/</a>> Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>Carlos Eduardo Silva Pereira<br><strong>TURMA: </strong>4º PERÍODO DE PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA<strong><br>INSTITUIÇÃO: </strong>IFSULDEMINAS &#8211; Câmpus Passos<strong><br><br></strong></p>
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		<title>Gênero cinematográfico [aula]</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/genero-cinematografico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 01:44:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gênero cinematográfico é uma classificação que se aplica a diferentes tipos de filmes com características em comum. Essas características podem incluir elementos como enredo, estilo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Gênero cinematográfico é uma classificação que se aplica a diferentes tipos de filmes com características em comum. Essas características podem incluir elementos como enredo, estilo visual, ambientação, tema, tom, público-alvo e outros aspectos.</p>



<p>Os gêneros cinematográficos são categorias amplas que podem ser usadas para ajudar a identificar e agrupar filmes com características semelhantes. </p>



<p>Alguns exemplos de gêneros cinematográficos incluem:</p>



<p>Ação: filmes que apresentam muitas cenas de luta, perseguições e explosões.</p>



<p>Comédia: filmes que buscam fazer o espectador rir, geralmente por meio de situações engraçadas ou diálogos humorísticos.</p>



<p>Drama: filmes que apresentam uma história séria, muitas vezes centrada em personagens que enfrentam desafios emocionais ou morais.</p>



<p>Ficção científica: filmes que apresentam tecnologia avançada, mundos futuristas e temas científicos.</p>



<p>Terror: filmes que buscam provocar medo e suspense no espectador, geralmente por meio de elementos como monstros, assassinos em série ou eventos sobrenaturais.</p>



<p>Romance: filmes que apresentam histórias de amor ou relacionamentos românticos.</p>



<p>Documentário: filmes que apresentam fatos ou eventos reais e são frequentemente usados para educar ou informar o público sobre um determinado assunto.</p>



<p>É importante ressaltar que muitos filmes podem se encaixar em mais de um gênero ou podem apresentar características de diferentes gêneros. Além disso, a classificação de um filme em um determinado gênero pode variar de acordo com a opinião ou interpretação de diferentes pessoas.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Gênero Cinematográfico [aula]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/SFsarHyuXSo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Conteúdo ministrado em aula remota no Instituto Federal do Sul de Minas durante a pandemia. Disponibilizado para promover o conhecimento e difundir informação.</p>
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