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	<title>Arquivos Artigo - Tiago Severino</title>
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	<description>Resenhas de filmes, séries e livros.</description>
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	<title>Arquivos Artigo - Tiago Severino</title>
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	<item>
		<title>Mulheres no cinema &#8211; pesquisa mostra que filmes têm mais diálogos masculinos do que femininos</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/mulheres-cinema-dialogo-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 20:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo com 2.000 filmes revelou que as personagens femininas falam menos do que os masculinos. Mesmo em filmes protagonizados por mulheres, elas falaram menos....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Um estudo com 2.000 filmes revelou que as personagens femininas falam menos do que os masculinos. Mesmo em filmes protagonizados por mulheres, elas falaram menos. Em <em>Pocahontas</em> e <em>A Pequena Sereia</em>, os homens tiveram ao menos 70% dos diálogos. Já <em>Frozen</em>, <em>Os Incríveis</em> e <em>Caminhos da Floresta</em> foram mais equilibrados, enquanto <em>Divertida Mente</em>, <em>Malévola</em> e <em>Alice no País das Maravilhas</em> tiveram mais falas femininas.</p>



<p>O estudo abrange um conjunto de filmes desde os anos 1980 e que circularam, sobretudo no mercado americano.</p>



<p>Do total analisado, apenas em 22% dos filmes as mulheres têm mais diálogos do que os homens.</p>



<p>Na ferramenta abaixo, você pode filtrar os dados por ano, nome do filme e divisão de gênero.</p>



<iframe src="https://pudding.cool/2017/03/film-dialogue/embed.html" width="100%" height="800px" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>



<p>Há problemas também em relação à idade. A presença de mulheres mais jovens no cinema é maior do que mulheres mais velhas. O mesmo não se repete entre os homens. Mulheres com idade entre 22 e 31 anos falaram 38% dos diálogos femininos. Esse número caiu para 31% entre 32 e 41 anos e para 20% entre 42 e 65 anos.</p>



<p>Já os atores masculinos ganharam mais falas com a idade, chegando a 39% entre 42 e 65 anos, contra 32% entre 32 e 41 anos e 20% entre 22 e 31 anos. Após os 65 anos, ambos os sexos tiveram poucas falas: 5% para os homens e 3% para as mulheres. Esses dados indicam uma postura etarista que privilegia jovens em detrimento de velhos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="823" height="426" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa.png" alt="" class="wp-image-1667" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa.png 823w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa-300x155.png 300w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/pesquisa-768x398.png 768w" sizes="(max-width: 823px) 100vw, 823px" /></figure>



<p>Os dados completos da pesquisa podem ser encontrados <a href="https://pudding.cool/2017/03/film-dialogue/">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Escola de Frankfurt e a Indústria Cultural</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/industria-cultural-escola-frankfurt-artigo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2025 19:36:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Indústria Cultural é um conceito criado pelos filósofos Theodor Adorno e Max Horkheimer, membros da Escola de Frankfurt, no livro Dialética do Esclarecimento, publicado...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Indústria Cultural é um conceito criado pelos filósofos Theodor Adorno e Max Horkheimer, membros da Escola de Frankfurt, no livro Dialética do Esclarecimento, publicado em 1944. O termo refere-se à padronização e mercantilização da cultura no sistema capitalista. Os produtos culturais, como filmes, músicas e programas de TV, são produzidos em massa com o objetivo principal de gerar lucro, em vez de promover reflexão crítica ou inovação artística. Segundo Adorno e Horkheimer, a Indústria Cultural transforma a cultura em mercadoria.</p>



<p>O termo foi cunhado na Escola de Frankfurt, fundada em 1923 na Alemanha. Com o nazismo, o instituto fechou e nomes como Adorno, Horkheimer e Marcuse exilaram-se nos EUA. Na época, o rádio ganhou força para informação e propaganda, e o cinema firmou-se como entretenimento e influência ideológica.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/senna-netflix-critica/">Senna – a incrível história do maior piloto brasileiro contada pela Netflix</a></strong></p>



<p>Entre os pontos de debates da Escola de Frankfurt está a &#8220;perda da aura&#8221;. Trata-se de um conceito central na obra de Walter Benjamin no ensaio &#8220;A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica&#8221;. Refere-se à diminuição da autenticidade e unicidade de uma obra de arte quando reproduzida em massa. A aura, para Benjamin, é a qualidade que envolve uma obra original, o que lhe confere um senso de presença única, história e valor ritualístico. A reprodução técnica, como a fotografia e o cinema, ao tornar a obra acessível a um público vasto, dissipa essa aura, e torna a arte em um objeto de consumo em massa e alterando a forma como a percebemos e experienciamos.</p>



<p>Um exemplo claro da perda da aura é a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci. No Museu do Louvre, a pintura original atrai milhões de visitantes que desejam vê-la de perto e notar sua textura, cores e detalhes autênticos. Mas sua imagem já foi reproduzida incontáveis vezes em pôsteres, camisetas, memes e até canecas. A Mona Lisa virou um ícone da cultura pop. Essa massificação tira a singularidade da obra e a transforma em um objeto comum, acessível a todos. A experiência, porém, não é a mesma da contemplação do original. Esse fenômeno exemplifica a tese de Walter Benjamin. Ele argumenta que a reprodutibilidade técnica dissolve a aura da obra de arte, altera sua relação com o público e reduz sua função ritualística.</p>



<p>A Escola de Frankfurt também ponderou sobre a democratização da arte e da cultura. A reprodução técnica, apesar da perda da aura, leva obras a mais pessoas. Filmes e músicas chegam a lugares distantes. Livros são impressos em grande escala. O conhecimento se espalha. A arte deixa de ser privilégio de poucos. Há, porém, um alerta: a democratização não garante acesso à arte de qualidade. A Indústria Cultural pode padronizar gostos e limitar a diversidade. A reflexão crítica se torna essencial para apreciar a arte e a cultura na era da reprodução técnica.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="640" height="427" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/paris-1325512_640.webp" alt="Monalisa no Louvre" class="wp-image-1658" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/paris-1325512_640.webp 640w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/paris-1325512_640-300x200.webp 300w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2025/03/paris-1325512_640-90x60.webp 90w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption class="wp-element-caption">Mona Lisa no Louvre</figcaption></figure>
</div>


<p>E o cinema para Frankfurt? Para a Escola de Frankfurt, o cinema era uma das principais expressões da Indústria Cultural, funcionando como um instrumento poderoso de padronização e alienação das massas. Theodor Adorno e Max Horkheimer, em Dialética do Esclarecimento (1944), argumentavam que a produção cinematográfica seguia uma lógica mercadológica. Narrativas previsíveis, personagens estereotipados e técnicas repetitivas reforçavam ideologias dominantes e impediam o pensamento crítico. O cinema, ao ser produzido em larga escala e distribuído globalmente, promovia a ilusão de diversidade. Na realidade, oferecia conteúdos padronizados que reafirmavam o status quo. No entanto, Walter Benjamin teve uma visão um pouco diferente. Em A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica (1936), ele reconheceu que a reprodução cinematográfica dissolvia a “aura” da arte tradicional. Mas também enxergou potencial emancipador no cinema, pois poderia aproximar a arte das massas e criar novas formas de percepção. Dessa forma, enquanto Adorno e Horkheimer viam no cinema um meio de manipulação e dominação, Benjamin acreditava que, sob certas condições, ele poderia ser uma ferramenta revolucionária para transformar a sociedade e ampliar o acesso à cultura. Assim, o cinema, para Frankfurt, era um campo de disputa entre a alienação e a possibilidade de ruptura crítica.</p>
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		<title>Precisamos voltar a escrever à mão</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/precisamos-voltar-a-escrever-a-mao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 21:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma sala de aula hoje está assim: o professor escreve durante vários minutos no quadro, o aluno se levanta, pega o celular e em poucos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma sala de aula hoje está assim: o professor escreve durante vários minutos no quadro, o aluno se levanta, pega o celular e em poucos segundos faz uma foto do que está na lousa. Durante a explicação, não é raro perceber um ou dois estudantes com fones no ouvido. Eles olham com cara de paisagem para frente e fica a dúvida se têm atenção multifocal para prestar atenção em tantas coisas. Na hora de resolver uma atividade avaliativa, a solução vem do &#8220;cérebro&#8221; de uma inteligência artificial que, mesmo cometendo erros nas respostas, apresenta cada uma delas como se fosse um especialista no assunto. </p>



<p>Em outra ponta do problema, adultos que estão no mercado de trabalho, muitas vezes, sentem-se frustrados quando percebem que não conseguem avançar em sua atividade diária como os amigos das mídias sociais que postam o quanto correram no último treino, o número de clientes atendidos, como está o local de trabalho e, depois de tudo, como vão aproveitar o momento de descanso.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/rebel-moon-snyder-netflix/">Rebel Moon: crítica e avaliação da parte 1 do filme de Zack Snyder e da Netflix</a></strong></p>



<p>Os cenários apresentados aqui se expandiram devido ao uso do smartphone. De acordo com o Comitê Gestor da Internet (CGI), no Brasil, 92 milhões de pessoas acessam a internet via celular. A totalização desse número mostra como o serviço tem crescido ao longo dos anos e indica que as transformações podem continuar caso as dificuldades de acesso sejam solucionadas.</p>



<p>O celular se converteu, nos últimos tempos, em um novo cigarro. É difícil ficar sem o aparelho. Se no trânsito, você parar alguns segundos enquanto o sinal abre, a primeira reação é enfiar a mão no bolso e ver a tela. Esquecê-lo em casa é quase um sacrilégio. Ficar sem bateria é uma tortura física. Cerca de 50% da população mundial tem um smartphone. Em um dia comum, ele é verificado em média 221 vezes. Mas o que o torna tão viciante é o design dos aplicativos. Não se trata apenas de entregar funcionalidade ao usuário, mas roubar a atenção<sup>1</sup>.</p>



<p>A palavra vício parece forte. Ela é empregada para problemas graves como álcool, cigarros e drogas. Como poderia ser utilizada então para algo que parece banal como usar um aplicativo de mídia social no? As plataformas digitais operam como um caça-níquel. A lógica é criar expectativa e entregar pequenas ou grandes recompensas. Imagine o seguinte: você posta uma foto em seu perfil. Ela tem 30 curtidas em alguns minutos. No dia seguinte, ao colocar outra imagem, a sua frequência de acesso ao aparelho aumenta porque você quer saber como foi o desempenho. Mesmo se não postar nada próprio, o usuário rola o feed infinito para ver as atualizações das outras pessoas e encontrar uma imagem para se engajar.</p>



<p>A Fundação Oswaldo Cruz alerta que as telas dos computadores, celulares e jogos eletrônicos invadiram a infância: &#8220;com isso, as brincadeiras ao ar livre e a magia do brincar, além do contato com outras crianças, acabam ficando prejudicados. Segundo dados da pesquisa TIC KIDS ONLINE BRASIL 2019 (Pesquisa sobre o Uso da Internet por Crianças e Adolescentes no Brasil), em 2019, 89% da população entre 9 e 17 anos era usuária de Internet, o que corresponde a cerca de 24 milhões de crianças e adolescentes, dos quais, 95% tinham no telefone celular o dispositivo de acesso à rede&#8221;<sup>2</sup>.</p>



<p>Já há um entendimento de que existe um efeito negativo na formação do cérebro e estruturas neuronais de crianças e adolescentes que usam smartphones com frequência. Até os 25 anos, a maturação cerebral não está plenamente realizada. Os estímulos rápidos, como os reels do Instagram ou o feed do TikTok, liberam dopamina no cérebro do jovem<sup>3</sup>. </p>



<p>A dopamina é um hormônio que gera a sensação de prazer. Os estímulos físicos como uma boa comida, o resultado de uma atividade física ou a felicidade em estar em um grupo de amigos disparam esse neurotransmissor e o cerébro sente satisfação. Essa é maneira natural. Com o conteúdo curto e com o apelo de imagens atrativas das mídias sociais, o processo de liberação de dopamina no organismo é acelerado de modo artificial. Um dos efeito é que o usuário sempre vai buscar o celular e as mídias sociais para sentir aquela sensação de prazer. É isso que cria dificuldade para o usuário se distanciar do celular.</p>



<p>Um levantamento do Instituto de Pesquisa de Ontário descobriu que crianças e adolescentes que seguem a recomendação dos médicos de usar menos de duas horas de tela por dia, praticar uma hora de atividade física e dormir pelo menos oito horas têm o desenvolvimento cognitivo superior daquelas pessoas que não seguem essas regras<sup>4</sup>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como vencer o vício em smartphone?</h2>



<p>A combinação celular e internet facilitou a vida em muitos aspectos. Hoje, por exemplo, ir ao banco presencialmente é apenas em caso de uma necessidade bem específica. Caso contrário, desde a abertura de uma conta, pagamentos e investimentos podem ser realizados por meio digital. Por outro lado, o uso pouco racional traz cansaço mental. É aquela situação de ao acordar, pegar o aparelho, ver o Twitter, e quando percebe já se passou uma hora. Ao sair da cama, o corpo parece que não está descansado e a mente parece cheia, mesmo se ainda for sete horas da manhã.</p>



<p>A reportagem <a href="https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14yr9lgw1qo?at_campaign_type=owned&amp;at_medium=social&amp;at_bbc_team=editorial&amp;at_link_id=82FFA46A-A583-11EE-BAC7-EC0655826ABF&amp;at_link_type=web_link&amp;at_format=image&amp;at_link_origin=bbcbrasil&amp;at_campaign=Social_Flow&amp;at_ptr_name=twitter">Por que desenhar é o melhor detox digital</a>, publicada pela BBC, discute como a dedicação ao chamado desenho consciente pode ajudar a lidar com dores, angústias e o sofrimento mental. No texto, a jornalista Beverley D&#8217;Silva mostra o caso de pessoas que graças aos traços na folha de papel conseguiram lidar com traumas e perdas. &#8220;Pegar um lápis ou carvão e fazer traços de forma consciente nos conecta às nossas habilidades tácteis, ao sentido do tato, e oferece um descanso do interminável esgotamento digital. E isso é importante para a saúde mental&#8221;, afirma o texto<sup>5</sup>.</p>



<p>O ato de usar lápis e papel restitui a atenção da pessoa ao momento presente. É o que os praticantes de mindfulness chamam de atenção plena. A pessoa não está em outro lugar que não seja ali. Não há preocupação com a notificação de um aplicativo ou se chegou um novo email. </p>



<p>Particularmente, sou defensor da ideia do desenho. Pegar um objeto e tentar representá-lo. O receio de muitas pessoas é a qualidade dessa imagem. Ao falar em desenhar parece que temos que fazer uma Monalisa todos os dias. A verdade é que um pequeno caderno com alguns traços já é suficiente. Mas se criar imagens não te agrada, então escreva. Pode ser um diário ou um caderno com pequenas lembranças.</p>



<p>Nas tarefas do dia, outras medidas podem ser adotadas para mitigar esses efeitos da tecnologia. Façamos a mão o que pode ser realizado assim. Nem tudo precisa estar na agenda do Google. Se você se dá bem com agenda de papel, esta é uma solução viável. Aposentar aplicativos de produtividade não é ruim. Substitua-os por blocos de papel. Para quem está em sala de aula, a pesquisa via internet é indispensável, mas o caderno físico colabora para manter o estado de presença ativo.</p>



<p></p>



<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>



<p>1 &#8211; GARATONI, B.; SKARKZ, E. <strong>Smartphone – o novo cigarro</strong>. Disponível em: &lt;https://super.abril.com.br/especiais/smartphone-o-novo-cigarro&gt;. Acesso em: 4 jan. 2024.</p>



<p>2 &#8211; AMARANTE, S. <strong>O uso das telas e o desenvolvimento infantil</strong>. Disponível em: &lt;https://www.iff.fiocruz.br/index.php?view=article&amp;id=35:uso-das-telas&amp;catid=8&gt;. Acesso em: 30 set. 2022.</p>



<p>3 &#8211; PAGNO, M. <strong>Crianças e adolescentes no celular: uso exagerado afeta o cérebro e a concentração; veja o que fazer</strong>. Disponível em: &lt;https://g1.globo.com/saude/noticia/2023/02/14/criancas-e-adolescentes-no-celular-uso-exagerado-afeta-o-cerebro-e-a-concentracao-veja-o-que-fazer.ghtml&gt;. Acesso em: 4 jan. 2024.</p>



<p>4 &#8211; WALSH, J. J. et al. Associations between 24 hour movement behaviours and global cognition in US children: a cross-sectional observational study. <strong>The Lancet Child &amp; Adolescent Health</strong>, v. 2, n. 11, p. 783–791, nov. 2018.</p>



<p>5 &#8211; D´SILVA, B. <strong>Por que desenhar é o melhor detox digital</strong>. Disponível em: &lt;https://www.bbc.com/portuguese/articles/c14yr9lgw1qo>. Acesso em: 4 jan. 2024.</p>



<p></p>



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<p><a href="https://tiagoseverino.com.br/cultura-brasileira-em-imagens-acervo-on-line/">Cultura brasileira em imagens – acervo on line</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como criar um programa de rádio?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/como-criar-um-programa-de-radio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 12:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como criar e produzir um programa de rádio? Webrádio, rádio FM ou AM. Comunitária, Comercial ou Educativa, todas precisam de programas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Importante antes de tudo frisar que rádio não se faz sozinho, e sim com uma equipe preparada e qualificada para o bom desempenho de um programa de rádio. Aqui teremos alguns apontamentos sobre quais os pontos mais relevantes para uma boa elaboração de um, sendo ele de qualquer gênero ou público. Entre esses pontos teremos: pauta ou apuração, roteiro, equipe, gênero e nome.</p>



<p><strong>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/napoleao-resenha-critica-avaliacao/">Napoleão: um personagem grandioso para um filme pequeno</a></strong></p>



<p><br>Como passo inicial e primordial para a elaboração de um programa de rádio devemos dar destaque às pautas ou apurações. As pautas ou apurações são responsáveis pelo levantamento de todas as informações que deverão nortear a estrutura e o andamento do programa. Uma vez que, pautas ou apurações são funções encubidas do pauteiro ou apurador, que neste razão cabe-se aos programas de cunho jornalístico. E as pautas de programas com cunho ficcional, esta responsabilidade cabe ao roteirista. Deve ocorrer nesta fase um levantamento de informações necessárias para que no futuro não haja imprevistos ou divergências na montagem e na veiculação do material.</p>



<p><br>Já citando o termo roteirista, vamos ao roteiro. Roteiro pelo sentido literal da palavra, mostra qual rota seguir para chegar a algum caminho ou objetivo. Por isso, o roteiro no rádio nos traz tudo o que terá de ser produzido no programa. Desde as palavras a serem ditas pelos locutores, as entonações a serem cumpridas (para uma boa emissão de mensagem), os efeitos que serão utilizados e adicionados para<br>veiculação do programa e por fim os detalhamentos de pausa e ambientação a ser usada. Tudo isso para que a mensagem que será passada seja coerente e concisa com o público receptor. Considerável dizer que o roteiro tem de ser um documento direto, conciso e bem formulado. Pois, um roteiro que causa dúvidas não leva a lugar algum. Concluindo nosso assunto sobre roteiro, lembramos para quem e por<br>quem o roteiro é feito. Isto mesmo, o roteiro é dirigido para a equipe e feito por um responsável da equipe, como dissemos anteriormente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="640" height="427" src="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640.jpg" alt="" class="wp-image-951" srcset="https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640.jpg 640w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640-300x200.jpg 300w, https://tiagoseverino.com.br/wp-content/uploads/2023/11/mixer-2158349_640-90x60.jpg 90w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>
</div>


<p><br>Equipe no ambiente de uma rádio e na construção de um programa é fundamental. Afinal como dissemos, rádio não se faz sozinho. Mas mesmo assim, é necessário estabelecer alguns pontos e vertentes necessárias para um bom andamento do trabalho de rádio. Antes de tudo, deixemos claro que existem setores e funções diferentes para cada tipo de cargo estabelecido. Porém estes trabalhos<br>ou funções devem ter em mente que ambos se interligam e compartilham de uma rede de informações necessárias. Ou seja, uma função depende de um bom desempenho da outra para que o resultado final seja o esperado. Destacamos então aqui algumas funções ou divisões dentro de uma equipe de rádio: pauteiro ou apurador, roteirista, produção, locução, operação de áudio ou edição e a direção. Ambos são funções importantes e que quando alinhadas surtem um efeito positivo e satisfatório.<br>Rapidamente vamos citar alguns pontos chaves de cada função da equipe. O pauteiro ou apurador é encarregado de levantar informações para elaboração de um programa. O roteirista é responsável pela descrição do programa em si, levando toda a equipe a um caminho correto, claro e conciso, com um objetivo claro.</p>



<p><br>Orientando como fazer e como finalizar cada trabalho nas fases do programa (em alguns meios isto também pode ser chamado de script). Em seguida temos a produção. Esta função encarregada de ser uma ponte entre a direção e o restante da equipe é uma das que mais trabalham no ambiente radiofônico. A produção tem o trabalho de encaminhar a equipe para a realização de um trabalho, garantindo equipamentos, materiais e sendo norte de execução das funções. Dentre estas funções temos a operação de áudio ou edição, que é inteiramente responsável pela produção de materiais de áudio, e pela finalização dos mesmos. Os responsáveis além de possuírem uma boa capacidade técnica, devem ter consigo uma boa noção de ferramentas linguísticas e bom gosto auditivo, para que suas peças tenham qualidade e bom refinamento. Por fim, temos a direção. O membro da equipe com maior peso, por sua vez se encarrega da finalização do programa. Sendo ele então que tem como responsabilidade guiar todos da equipe, desde a elaboração, produção e até os processo finais de edição. Assim como no<br>audiovisual, o diretor fica sendo o autor final do programa.<br>Contudo, ressaltamos que apesar da equipe é importante mostrarmos outro ponto, o gênero e nome do programa. E se tratando de gênero, dizemos que é uma parte trabalhosa. Porém se pensado e bem formulado o programa, torna-se fácil a identificação do mesmo. É de extrema importância a formulação de um gênero para o programa, pois isso facilita uma comunicação, a deixando clara e objetiva ao<br>público destinado.<br>E como identificar o gênero de um programa? Primeiro analise seu público, qual e como o deseja atingir. Em seguida, avalie suas propostas e considere como você quer ser visto na communicação. Após isso, elenque quais assuntos deseja tratar e enumere suas relevâncias. Por fim, pesquise sobre os gênero existentes que caberá a sua proposta. Conheça agora alguns gêneros mais usados para a<br>identidade de um programa.<br>O programa musical se destaca por fazer uma divulgação sem muita burocracia das letras, canções e melodias. Este gênero se encaixa perfeitamente para o estilo de programa que visa causar uma distração e propagar a cultura musical. O trabalho se resume em anunciar e divulgar com qualidade os áudios<br>veiculados pela emissora.<br>Já o programa variedades, se caracteriza por um tripé radiofônico entre: música, informação e entretenimento. Dentro deste gênero firmamos que ele engloba algumas vertentes que norteiam o andamento do mesmo, como: talk show, game show, culinária, informação, cultura e música. Acaba ficando por conta do interlocutor a função de conduzir o programa de uma forma descontraída garantindo uma mistura correta entre os assuntos.<br>O programa jornalístico, assim dizendo pelo nome, se identifica sendo um programa destinado à informação, e com isso tem a responsabilidade de anunciar as informações em âmbito nacional ou internacional, dependendo do seu alcance, frequência ou estação. O programa jornalístico tem como objetivo divulgar o acompanhamento dos fatos acontecidos em determinada época. Mas dentro do<br>cunho jornalístico temos alguns subtemas que são importantes para a elaboração<br>do roteiro. Estes temas se definem como:</p>



<p><br>● nota: curto informe de mensagens diretas;<br>● notícia: relato curto porém integral de um fato que está em alta na<br>sociedade;<br>● boletim: pequeno programa de informações geralmente apresentados de hora em hora;<br>● reportagem: narrativa que engloba diversos ângulos de um acontecimento;<br>● debates: espaços de discussão coletiva sobre um determinado tema;<br>● entrevista: uma das principais e mais atraentes fontes de coleta de<br>informação;<br>● radiojornal: um dos carros-chefes da rádio jornalística, com transmissão<br>diária e dividido em segmentos;</p>



<p>● documentário jornalístico: uma análise mais profunda sobre o tema em<br>questão.</p>



<p>Se tratando de esportes temos então o programa esportivo, que tem como finalidade cobrir partidas esportivas, divulgar resultados e propagar acontecimentos ligado ao mundo dos esportes. Além disso conta com noticiários, boletins esportivos, e as transmissões esportivas acontecendo antes ou depois de<br>confrontos. Conta também com bastidores e preparações em campeonatos e grandes competições. No entanto, para que uma programa obtenha sucesso nesse segmento, é importante que a emissora garanta que quem realize estes trabalhos seja uma equipe preparada e totalmente entendida do assunto.<br>Após isso, temos o programa educativo ou cultural, que reforça uma ideia de propagar conhecimento e a divulgação de novos estudos, envolvendo o compartilhamento de ideias perante a sociedade. Por mais que o estilo de programa não seja tão comum, este estilo de programa tem como missão difundir entre seus ouvintes uma gama de conhecimento. Estes programas podem ter consigo uma identidade, tendo como tema: programas temáticos e segmentados, programas instrucionais, documentário educativo/cultural e autobiografia. <br>Por fim, temos o programa de entretenimento ou humorístico. Um estilo de programa que visa a propagação musical ou informativa, onde sobrepõe o humor, sempre contando com um formato interativo e com participantes de fora, fazendo uma interação entre ouvinte e locutor. Tem como destaque a presença de personagens e locutores com uma personalidade voltada à comédia.<br>Passamos por vários passos importantes para um estruturação de programa de rádio, mas agora é preciso pensar na identidade dele, e com isso pensamos no primeiro passo primordial, o nome. O nome de um programa de rádio deve conter a identidade sonora representada nele, o estilo de seus ouvintes e acima de tudo, a proposta do programa. Tudo isso acoplado de uma maneira criativa e que atraia a<br>atenção do público fiel e do público em potencial. Mas como pensar em um bom nome? Veja quais passos seguir:</p>



<p>● levante as pesquisas;<br>● escolha um tema;<br>● defina o gênero;</p>



<p>● deixe uma linguagem clara;<br>● elabore uma série de palavras que remetam aos passos anteriores.</p>



<p>Pense em priorizar o estilo dos ouvintes no nome do programa, deixe o público representado nele, firmando sua proposta, identidade e o conteúdo sempre alinhado à marca.<br>Elencamos alguns nomes de programas de rádios, de diferentes estilos e gêneros:</p>



<p>● MUSICAL / VARIEDADES / CULTURAL OU EDUCATIVO: A VOZ<br>ECLÉTICA, PAPO EDUCATIVO, O SOM DAS LETRAS, GRAFITE<br>CULTURAL, SOM BRASIL, RITMO PLURAL, BATIDA AUTÊNTICA, SOM E<br>CULTURA, A VOZ DA MENTE, O SOM DA OPINIÃO, BATIDA CULTURAL,<br>PENSAMENTOS DE UM RADIALISTA, OUÇA CULTURA, OUÇA O SOM DA<br>EDUCAÇÃO, PLAYLIST SÉCULO 21, A MÚSICA DOS 4 CANTOS, QUEM<br>OUVE APRENDE, A HORA DO CONTO, MANHÃ DO SABER, TARDE DAS<br>CANTIGAS, NOITE LITERÁRIA, CULTURA NEWS;<br>● ENTRETENIMENTO OU HUMORÍSTICO: A GRAÇA DA MANHÃ,<br>DESCONTRAÇÃO EM DIA, A VOZ DO CURIOSO, OUÇA SORRISOS,<br>CANTE E ENCANTE, CONTOS DE UM AZARADO, PIADAS E RISADAS,<br>CRÔNICAS DO HUMOR, TUDO POR PIADA, O EX EM APUROS; CAOS<br>DE UM RADIALISTA, INFORME CULTURAL;<br>● ESPORTIVOS: PAPO DE BOLEIRO, BOLA ON AIR, NA TRAVE, GANDULA<br>NEWS, RÁDIO JUIZ, GOL DO OUVINTE, COPA NO AR, RÁDIO TORNEIO,<br>O LANCE CERTO, PAPO ABERTO, BOLA NA REDE, ONDA SONORA<br>FUTEBOL CLUBE, MAIS QUE AMIGOS, BOM TIME, A VOZ DO TÉCNICO,<br>A VOZ DO JOGADOR, A VOZ DO BOLEIRO, NA BATIDA DO GOL, O<br>CHUTE DO OUVINTE, O GOL DO OUVINTE, PLACAR SONORO, PLACAR<br>FM, O LANCE DO RÁDIO, TREINO DO ATLETA, ATLETA FM, NA BATIDA<br>DO TREINO, NA ONDA DO ATLETA, PLACAR AM, CAMISA 10, NA TRAVE,<br>COMENTE O LANCE;<br>● JORNALÍSTICO: DEBATE NEWS, INFORME AGORA, O INFORME DO<br>OUVINTE, OUÇA OUVINTE, OUÇA CIDADÃO, CIDADE NEWS, A CIDADE<br>NA ONDA DO RÁDIO, RÁDIO CIDADE, CIDADE FM, OUVINTE LIGADO, NA</p>



<p>ONDA DA INFORMAÇÃO, AGORA CIDADE, NACIONAL FM, ESTADO<br>NEWS, ECONOMIA FM, OUÇA APOSENTADO, DIREITO NEWS, CIDADÃO<br>CONSCIENTE, POPULAÇÃO FM, POPULAÇÃO NEWS, DIA A DIA NEWS,<br>OPINIÃO CONSCIENTE, O ESTADO NEWS, ELEITOR NO AR, ELEIÇÃO<br>NEWS, NA ONDA DO ELEITORADO;</p>



<p>Contudo descrito acima e perpassando por todos os pontos, observa-se uma gama de instruções claras e concisas para que um programa seja bem estruturado e segmentado. Lembre-se de que rádio é um meio de comunicação e que sempre deve conter uma linguagem clara, aberta e democrática perante a sociedade.</p>



<p>REFERÊNCIAS</p>



<p>MEC, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA. Oficina de Rádio. Recursos<br>de Áudio na WEB. Disponível em:<br>&lt;http://www.usp.br/nce/midiasnaeducacao/oficina_radio/apresentacao_geral.htm&gt;<br>Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>RIBEIRO, LEANDRO. Tudo sobre rádio. Disponível em:<br>&lt;https://maxcast.com.br/blog/&gt; Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>DOCENTE: Carlos Eduardo Silva Pereira<br>DOCENTE: Tiago Severino<br>TURMA: 4º PERÍODO DE PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA<br>INSTITUIÇÃO: IFSULDEMINAS &#8211; Câmpus Passos</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e as empresas de crédito consignado</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/lei-geral-de-protecao-de-dados-credito-consignado-lgpd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 14:44:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=652</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como acabar como as mensagens insistentes via Whats App de oferta de crédito consignado? A LPGD pode ajudar. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Qual o servidor público ou pensionista que nunca recebeu o contato de uma empresa de crédito via Whats App? Próximo ali ao dia cinco de cada mês, aparece uma mensagem de um &#8220;consultor&#8221;, &#8220;gerente&#8221;, &#8220;facilitador&#8221; ou o quem quer que seja oferecendo algum &#8220;benefício imperdível&#8221;. O uso das aspas aqui é para tentar mostrar ironia, porque esses contatos não solicitados são nebolusos. Normalmente, são empresas desconhecidas e que não têm outra forma de conversa que não seja via aplicativo. </p>



<p><strong><em>Leia também: <a href="https://tiagoseverino.com.br/ifrj-campus-no-complexo-do-alemao/">IFRJ pode ter campus no Complexo do Alemão</a></em></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que diz a Lei Geral de Proteção de Dados?</h2>



<p>A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) dá ao cidadão o poder de definir como seus dados pessoais serão usados, tratados e armazenados. Então, em qualquer contato feito via telefone, email, aplicativo de mensagens e até pessoalmente, a pessoa tem direito de solicitar a exclusão das informações por parte da empresa.  Cumprir essa determinação não é opcional. A instituição deve apagar os dados que dispõe do cliente.</p>



<p>A LGPD, como é mais conhecida a lei, foi promulgada em 2018. O objetivo dela é proteger os direitos fundamentais à liberdade e privacidade. Segundo o Ministério Público Federal, a legislação também tem como foco a criação de um cenário jurídico para proteção de dados pessoais em linha com os parâmetros internacionais. A aplicabilidade dela alcança empresas como provedores de internet, bancos, financeiras, escolas e órgãos públicos. A regra é que o uso e tratamento de dados de qualquer cidadão deve ter o consentimento deste.</p>



<p>O descumprimento das medidas da lei pode levar a advertência, suspensão no tratamento de dados e até uma multa que pode chegar a R$ 50 milhões. A entidade responsável pelas análises de violações da LGPD é a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Fica a cargo dela analisar episódios como vazamento, mau uso de dados disponíveis no banco das instituições e recebimento de denúncias.</p>



<p>O estudo da LGPD deve envolver profissionais das áreas do Direito, Administração, Marketing, Comunicação e Tecnologia. Uma das obrigatoriedades criadas pela LPGD é das organizações terem o DPO, um encarregado pelo tratamento de dados e que é o elo com a ANPD. Fica a cargo dele, entre outras coisas, pesquisar as melhores práticas do mercado e a certificação no tratamento de dados para implementar na empresa. O DPO pode ser acionado para responder caso um conjunto de dados vazar e para apurar a extensão do dano. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o cidadão pode fazer nos contatos insistentes?</h2>



<p>O cidadão deve ter ciência de que os dados como endereço, telefone, localização, situação financeira pertencem a ele. A empresa, ainda que tenha recebido, sabe-se lá de que formas essas informações, deve realizar o tratamento de modo a preservar a privacidade de cada pessoa. Por isso contatos excessivos feitos por múltiplos atendentes podem abrir precedentes para questionamentos. Outro ponto importante, já abordado aqui, é que pode ser solicitada a exclusão dos dados para evitar contatos futuros.</p>



<p>O Sebrae elaborou uma documentação para micro e pequenas empresas que orienta diversos segmentos de negócio como tratar adequamente os dados e não descumprir as regras da Lei Geral de Proteção de Dados. O conteúdo pode ser visto <a href="https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/canais_adicionais/conheca_lgpd" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pontos importantes da LGPD</h2>



<p>Importante lembrar o seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Todo o tratamento de dados por uma entidade deve ter uma finalidade. Encerrada essa finalidade os dados devem ser excluídos;</li>



<li>Quem armazena e manipula dados pessoais, como para contato e venda de crédito, assume o risco pelo vazamento dessas informações. O descuido pode resultar em multa e outras punições para empresas;</li>



<li>Empresas subsidiárias também podem ser responsabilizadas sobre manuseio inadequado de dados pessoais e sensíveis. Não basta alegar, portanto, que recebeu a informação de outra instituição financeira. A responsabilidade é compartilhada.</li>



<li>O cidadão tem o direito de saber quais dados a empresa dispõe sobre ele;</li>



<li>Entidades como a Frebraban (Federação Brasileira de Bancos) tem orientado os conveniados sobre práticas adequadas para tratamento de dados e na obtenção de certificações.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Demais cuidados</h2>



<p>Um texto de orientação do site do Serasa aponta que crédito consignado não solicitado é aumento 156% no estado de São Paulo. A publicação começa com uma afirmação óbvia, mas relevante: &#8220;dinheiro não cai do céu&#8221;. A instituição pede cautela para os casos de dinheiro que surgem repentinamente na conta dos aposentados sem que tenha sido assinado nenhum tipo de contrato. É uma espécie de falsa venda de empréstimo. O responsável pela negociação faz os procedimentos sem a autorização do beneficiário. Com isso, o agente financeiro recebe comissão pela &#8220;venda forçada&#8221;.</p>



<p><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13709.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Texto completo da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</strong></a></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a href="https://tiagoseverino.com.br/podcast/">Ouça o nosso podcast sobre Arte, Educação, Literatura e Comunicação</a></p>



<p><a href="https://tiagoseverino.com.br/cultura-brasileira-em-imagens-acervo-on-line/">Cultura brasileira em imagens – acervo on line</a></p>



<p></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como montar um programa de rádio?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/como-montar-um-programa-de-radio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 19:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=596</guid>

					<description><![CDATA[<p>Importante antes de tudo frisar que rádio não se faz sozinho, e sim com uma equipe preparada e qualificada para o bom desempenho de um...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Importante antes de tudo frisar que rádio não se faz sozinho, e sim com uma equipe preparada e qualificada para o bom desempenho de um programa de rádio. Aqui teremos alguns apontamentos sobre quais os pontos mais relevantes para uma boa elaboração de um, sendo ele de qualquer gênero ou público. Entre esses pontos teremos: <strong>pauta ou apuração, roteiro, equipe, gênero e nome.</strong></p>



<p>Como passo inicial e primordial para a elaboração de um programa de rádio devemos dar destaque às <strong>pautas ou apurações. </strong>As pautas ou apurações são responsáveis pelo levantamento de todas as informações que deverão nortear a estrutura e o andamento do programa. Uma vez que, pautas ou apurações são funções encubidas do pauteiro ou apurador, que neste razão cabe-se aos programas de cunho jornalístico. E as pautas de programas com cunho ficcional, esta responsabilidade cabe ao roteirista. Deve ocorrer nesta fase um levantamento de informações necessárias para que no futuro não haja imprevistos ou divergências na montagem e na veiculação do material.</p>



<p><em><strong>Leia também:</strong> <a href="https://tiagoseverino.com.br/cultura-da-conexao-resumo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resumo do livro Cultura da Conexão, de Henry Jenkins (editora Aleph)</a></em></p>



<p>Já citando o termo roteirista, vamos ao <strong>roteiro. </strong>Roteiro pelo sentido literal da palavra, mostra qual rota seguir para chegar a algum caminho ou objetivo. Por isso, o roteiro no rádio nos traz tudo o que terá de ser produzido no programa. Desde as palavras a serem ditas pelos locutores, as entonações a serem cumpridas (para uma boa emissão de mensagem), os efeitos que serão utilizados e adicionados para veiculação do programa e por fim os detalhamentos de pausa e ambientação a ser usada. Tudo isso para que a mensagem que será passada seja coerente e concisa com o público receptor. Considerável dizer que o roteiro tem de ser um documento direto, conciso e bem formulado. Pois, um roteiro que causa dúvidas não leva a lugar algum. Concluindo nosso assunto sobre roteiro, lembramos para quem e por quem o roteiro é feito. Isto mesmo, o roteiro é dirigido para a equipe e feito por um responsável da equipe, como dissemos anteriormente.</p>



<p><strong>Equipe</strong> no ambiente de uma rádio e na construção de um programa é fundamental. Afinal como dissemos, rádio não se faz sozinho. Mas mesmo assim, é necessário estabelecer alguns pontos e vertentes necessárias para um bom andamento do trabalho de rádio. Antes de tudo, deixemos claro que existem setores e funções diferentes para cada tipo de cargo estabelecido. Porém estes trabalhos ou funções devem ter em mente que ambos se interligam e compartilham de uma rede de informações necessárias. Ou seja, uma função depende de um bom desempenho da outra para que o resultado final seja o esperado. Destacamos então aqui algumas funções ou divisões dentro de uma equipe de rádio: <strong>pauteiro ou apurador, roteirista, produção, locução, operação de áudio ou edição </strong>e a <strong>direção. </strong>Ambos são funções importantes e que quando alinhadas surtem um efeito positivo e satisfatório.</p>



<p>Rapidamente vamos citar alguns pontos chaves de cada função da equipe. O <strong>pauteiro ou apurador </strong>é encarregado de levantar informações para elaboração de um programa. O <strong>roteirista </strong>é responsável pela descrição do programa em si, levando toda a equipe a um caminho correto, claro e conciso, com um objetivo claro. Orientando como fazer e como finalizar cada trabalho nas fases do programa (em alguns meios isto também pode ser chamado de <strong>script</strong>).Em seguida temos a <strong>produção. </strong>Esta função encarregada de ser uma ponte entre a direção e o restante da equipe é uma das que mais trabalham no ambiente radiofônico. A produção tem o trabalho de encaminhar a equipe para a realização de um trabalho, garantindo equipamentos, materiais e sendo norte de execução das funções. Dentre estas funções temos a <strong>operação de áudio ou edição, </strong>que é inteiramente responsável pela produção de materiais de áudio, e pela finalização dos mesmos. Os responsáveis além de possuírem uma boa capacidade técnica, devem ter consigo uma boa noção de ferramentas linguísticas e bom gosto auditivo, para que suas peças tenham qualidade e bom refinamento. Por fim, temos a <strong>direção.</strong> O membro da equipe com maior peso, por sua vez se encarrega da finalização do programa. Sendo ele então que tem como responsabilidade guiar todos da equipe, desde a elaboração, produção e até os processo finais de edição. Assim como no audiovisual, o diretor fica sendo o autor final do programa.</p>



<p>Contudo, ressaltamos que apesar da equipe é importante mostrarmos outro ponto, o gênero e nome do programa. E se tratando de <strong>gênero, </strong>dizemos que é uma parte trabalhosa. Porém se pensado e bem formulado o programa, torna-se fácil a identificação do mesmo. É de extrema importância a formulação de um gênero para o programa, pois isso facilita uma comunicação, a deixando clara e objetiva ao público destinado.</p>



<p>E como identificar o gênero de um programa? Primeiro analise seu público, qual e como o deseja atingir. Em seguida, avalie suas propostas e considere como você quer ser visto na communicação. Após isso, elenque quais assuntos deseja tratar e enumere suas relevâncias. Por fim, pesquise sobre os gênero existentes que caberá a sua proposta. Conheça agora alguns gêneros mais usados para a identidade de um programa.</p>



<p>O programa <strong>musical </strong>se destaca por fazer uma divulgação sem muita burocracia das letras, canções e melodias. Este gênero se encaixa perfeitamente para o estilo de programa que visa causar uma distração e propagar a cultura musical. O trabalho se resume em anunciar e divulgar com qualidade os áudios veiculados pela emissora.</p>



<p>Já o programa <strong>variedades, </strong>se caracteriza por um tripé radiofônico entre: música, informação e entretenimento. Dentro deste gênero firmamos que ele engloba algumas vertentes que norteiam o andamento do mesmo, como: talk show, game show, culinária, informação, cultura e música. Acaba ficando por conta do interlocutor a função de conduzir o programa de uma forma descontraída garantindo uma mistura correta entre os assuntos.</p>



<p>O programa <strong>jornalístico, </strong>assim dizendo pelo nome, se identifica sendo um programa destinado à informação, e com isso tem a responsabilidade de anunciar as informações em âmbito nacional ou internacional, dependendo do seu alcance, frequência ou estação. O programa jornalístico tem como objetivo divulgar o acompanhamento dos fatos acontecidos em determinada época. Mas dentro do cunho jornalístico temos alguns subtemas que são importantes para a elaboração do roteiro. Estes temas se definem como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>nota:</strong> curto informe de mensagens diretas;</li>



<li><strong>notícia:</strong> relato curto porém integral de um fato que está em alta na sociedade;</li>



<li><strong>boletim</strong>: pequeno programa de informações geralmente apresentados de hora em hora;</li>



<li><strong>reportagem:</strong> narrativa que engloba diversos ângulos de um acontecimento;</li>



<li><strong>debates: </strong>espaços de discussão coletiva sobre um determinado tema;</li>



<li><strong>entrevista:</strong> uma das principais e mais atraentes fontes de coleta de informação;</li>



<li><strong>radiojornal:</strong> um dos carros-chefes da rádio jornalística, com transmissão diária e dividido em segmentos;</li>



<li><strong>documentário jornalístico:</strong> uma análise mais profunda sobre o tema em questão.</li>
</ul>



<p>Se tratando de esportes temos então o programa <strong>esportivo, </strong>que tem como finalidade cobrir partidas esportivas, divulgar resultados e propagar acontecimentos ligado ao mundo dos esportes. Além disso conta com noticiários, boletins esportivos, e as transmissões esportivas acontecendo antes ou depois de confrontos. Conta também com bastidores e preparações em campeonatos e grandes competições. No entanto, para que uma programa obtenha sucesso nesse segmento, é importante que a emissora garanta que quem realize estes trabalhos seja uma equipe preparada e totalmente entendida do assunto.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Após isso, temos o programa <strong>educativo ou cultural, </strong>que reforça uma ideia de propagar conhecimento e a divulgação de novos estudos, envolvendo o compartilhamento de ideias perante a sociedade. Por mais que o estilo de programa não seja tão comum, este estilo de programa tem como missão difundir entre seus ouvintes uma gama de conhecimento. Estes programas podem ter consigo uma identidade, tendo como tema: <strong>programas temáticos e segmentados, programas instrucionais, documentário educativo/cultural e autobiografia.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong>Por fim, temos o programa de <strong>entretenimento ou humorístico</strong>. Um estilo de programa que visa a propagação musical ou informativa, onde sobrepõe o humor, sempre contando com um formato interativo e com participantes de fora, fazendo uma interação entre ouvinte e locutor. Tem como destaque a presença de personagens e locutores com uma personalidade voltada à comédia.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Passamos por vários passos importantes para um estruturação de programa de rádio, mas agora é preciso pensar na identidade dele, e com isso pensamos no primeiro passo primordial, o <strong>nome. </strong>O nome de um programa de rádio deve conter a identidade sonora representada nele, o&nbsp; estilo de seus ouvintes e acima de tudo, a proposta do programa. Tudo isso acoplado de uma maneira criativa e que atraia a atenção do público fiel e do público em potencial. Mas como pensar em um bom nome? Veja quais passos seguir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>levante as <strong>pesquisas;</strong></li>



<li>escolha um <strong>tema;</strong></li>



<li>defina o <strong>gênero;</strong></li>



<li>deixe uma <strong>linguagem </strong>clara<strong>;</strong></li>



<li>elabore uma série de <strong>palavras </strong>que remetam aos passos anteriores.</li>
</ul>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Pense em priorizar o estilo dos ouvintes no nome do programa, deixe o público representado nele, firmando sua<strong> proposta</strong>, <strong>identidade</strong> e o <strong>conteúdo </strong>sempre alinhado à <strong>marca</strong>.<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Elencamos alguns nomes de programas de rádios, de diferentes estilos e gêneros:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>MUSICAL / VARIEDADES / CULTURAL OU EDUCATIVO: </strong>A VOZ ECLÉTICA, PAPO EDUCATIVO, O SOM DAS LETRAS, GRAFITE CULTURAL, SOM BRASIL, RITMO PLURAL, BATIDA AUTÊNTICA, SOM E CULTURA, A VOZ DA MENTE, O SOM DA OPINIÃO, BATIDA CULTURAL, PENSAMENTOS DE UM RADIALISTA, OUÇA CULTURA, OUÇA O SOM DA EDUCAÇÃO, PLAYLIST SÉCULO 21, A MÚSICA DOS 4 CANTOS, QUEM OUVE APRENDE, A HORA DO CONTO, MANHÃ DO SABER, TARDE DAS CANTIGAS, NOITE LITERÁRIA, CULTURA NEWS;</li>



<li><strong>ENTRETENIMENTO OU HUMORÍSTICO: </strong>A GRAÇA DA MANHÃ, DESCONTRAÇÃO EM DIA, A VOZ DO CURIOSO,&nbsp; OUÇA SORRISOS, CANTE E ENCANTE, CONTOS DE UM AZARADO, PIADAS E RISADAS, CRÔNICAS DO HUMOR,&nbsp; TUDO POR PIADA, O EX EM APUROS; CAOS DE UM RADIALISTA, INFORME CULTURAL;</li>



<li><strong>ESPORTIVOS: </strong>PAPO DE BOLEIRO, BOLA ON AIR, NA TRAVE, GANDULA NEWS, RÁDIO JUIZ, GOL DO OUVINTE, COPA NO AR, RÁDIO TORNEIO, O LANCE CERTO, PAPO ABERTO, BOLA NA REDE, ONDA SONORA FUTEBOL CLUBE, MAIS QUE AMIGOS, BOM TIME, A VOZ DO TÉCNICO, A VOZ DO JOGADOR, A VOZ DO BOLEIRO, NA BATIDA DO GOL, O CHUTE DO OUVINTE, O GOL DO OUVINTE, PLACAR SONORO, PLACAR FM, O LANCE DO RÁDIO, TREINO DO ATLETA, ATLETA FM, NA BATIDA DO TREINO, NA ONDA DO ATLETA, PLACAR AM, CAMISA 10, NA TRAVE, COMENTE O LANCE;</li>



<li><strong>JORNALÍSTICO: </strong>DEBATE NEWS, INFORME AGORA, O INFORME DO OUVINTE, OUÇA OUVINTE, OUÇA CIDADÃO, CIDADE NEWS, A CIDADE NA ONDA DO RÁDIO, RÁDIO CIDADE, CIDADE FM, OUVINTE LIGADO, NA ONDA DA INFORMAÇÃO, AGORA CIDADE, NACIONAL FM, ESTADO NEWS, ECONOMIA FM, OUÇA APOSENTADO, DIREITO NEWS, CIDADÃO CONSCIENTE, POPULAÇÃO FM, POPULAÇÃO NEWS, DIA A DIA NEWS, OPINIÃO CONSCIENTE, O ESTADO NEWS, ELEITOR NO AR, ELEIÇÃO NEWS, NA ONDA DO ELEITORADO;</li>
</ul>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Contudo descrito acima e perpassando por todos os pontos, observa-se uma gama de instruções claras e concisas para que um programa seja bem estruturado e segmentado. Lembre-se de que rádio é um meio de comunicação e que sempre deve conter uma linguagem clara, aberta e democrática perante a sociedade.</p>



<p><strong>REFERÊNCIAS<br><br></strong>MEC, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA. <strong>Oficina de Rádio. Recursos de Áudio na WEB. </strong>Disponível em: &lt;<a href="http://www.usp.br/nce/midiasnaeducacao/oficina_radio/apresentacao_geral.htm">http://www.usp.br/nce/midiasnaeducacao/oficina_radio/apresentacao_geral.htm</a>&gt; Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>RIBEIRO, LEANDRO. <strong>Tudo sobre rádio. </strong>Disponível em: &lt;<a href="https://maxcast.com.br/blog/">https://maxcast.com.br/blog/</a>> Acesso em: 13/12/19.</p>



<p>Carlos Eduardo Silva Pereira<br><strong>TURMA: </strong>4º PERÍODO DE PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA<strong><br>INSTITUIÇÃO: </strong>IFSULDEMINAS &#8211; Câmpus Passos<strong><br><br></strong></p>
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		<title>Você sabe o que é podcast?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/voce-sabe-o-que-e-podcast/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2023 23:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Verbete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é podcast? Como ouvir? Para que serve? PODCAST vem da junção das palavras: Ipod (aparelho reprodutor de mp3 da marca Apple) e Broadcast...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que é podcast? Como ouvir? Para que serve?</p>



<p><strong><em>PODCAST </em></strong>vem da junção das palavras: <strong>Ipod </strong>(aparelho reprodutor de mp3 da marca Apple)<strong> </strong>e <strong>Broadcast </strong>(transmissão via internet). Com esta junção de termos temos então o podcast, que se trata de um material feito no formato de mp3 gravado sem uma personalização de rádio. </p>



<p>Ainda recente, o termo foi citado pela primeira vez no ano de 2004 no jornal britânico <em>The Guardian. </em>E a partir daí veio se propagando entre as plataformas digitais que oferecem o serviço. </p>



<p>O <strong>podcast</strong> é como um “programa de rádio”, no entanto seu diferencial e vantagem, é seu conteúdo sob demanda. Você pode ouvir quais conteúdos preferir e ainda quando desejar. Será necessário apenas acessar a plataforma de reprodução e clicar no play, ou baixar o podcast que deseje.</p>



<p>A nova ferramenta de comunicação pode ser ouvida através de vários portais online, e além disso está disponível em vários temas, gêneros e estilos, seguindo sempre o parâmetro livre a fim de agradar algum público específico, de acordo com sua identidade sonora. Tais segmentos se concentram em: <strong>cinema, TV, literatura, ciências, entretenimento, polí­tica, notí­cias, games, cultura, religião, educação, humor, musical e esportivo.</strong></p>



<p><strong>ONDE OUVIR PODCAST?</strong></p>



<p>A novo formato de áudio pode ser encontrado em diversos meios como: <strong>via site, via plataformas digitais de serviços </strong><strong><em>streaming, </em></strong><strong>e via feed. </strong>E além disso pode ouvir quando quiser através de <strong>downloads, </strong>feitos no celular ou no seu computador.&nbsp;</p>



<p><strong>GOOGLE PODCAST</strong></p>



<p>O <strong><em>Google Podcast</em></strong><strong> </strong>é mais um novo serviço do Google (através de aplicativo) dedicado aos <a href="https://tecnoblog.net/categoria/podcast/">podcasts</a> para <strong>Android</strong>. Nomeado de <strong>Google Podcasts</strong>, o mesmo dá as opções de se inscrever nos programas favoritos, fazer download de episódios e controlar o funcionamento/reprodução por voz.&nbsp;</p>



<p>Este novo aplicativo do Google já pode ser encontrado na Play Store da companhia, sendo gratuito e com apenas 111kb, com funcionamento em Android 4.1 ou mais.&nbsp;</p>



<p><strong>O PODCAST COMO FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO</strong></p>



<p><strong></strong>Vale lembrar que, o podcast mesmo sendo um novo método de comunicação merece seu devido valor em um âmbito comunicacional. Pode ser totalmente válido para a disseminação de ideias, compartilhamento de informações e um mero formador de opinião.&nbsp;</p>



<p>Com isso, deixamos a recomendação de utilização do mesmo, e que a evolução tecnológica também abranja a sua estrutura. Para que assim se torne mais uma ferramenta de cultura, educação e formação de opinião perante a sociedade.&nbsp;</p>



<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>



<p>MEC, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA. <strong>Oficina de Rádio. Recursos de Áudio na WEB. Podcast. </strong>Disponível em: &lt;<a href="http://www.usp.br/nce/midiasnaeducacao/oficina_radio/apresentacao_geral.htm">http://www.usp.br/nce/midiasnaeducacao/oficina_radio/apresentacao_geral.htm</a>&gt; Acesso em: 14/12/19.&nbsp;</p>



<p>MIRO, THIAGO. <strong>O que é Podcast? </strong>Disponível em: &lt;<a href="https://mundopodcast.com.br/artigos/o-que-e-podcast/">https://mundopodcast.com.br/artigos/o-que-e-podcast/</a>&gt; Acesso em: 14/12/19.</p>



<p>HIGA, PAULO. <strong>Google finalmente lança app de Podcast para Android. </strong>Disponível em: &lt;<a href="https://tecnoblog.net/247831/google-app-podcasts-android/">https://tecnoblog.net/247831/google-app-podcasts-android/</a>&gt; Acesso em: 14/12/19.</p>



<p><strong>Autor: Carlos Eduardo Silva Pereira<br>TURMA: </strong>4º PERÍODO DE PRODUÇÃO PUBLICITÁRIA<strong><br>INSTITUIÇÃO: </strong>IFSULDEMINAS &#8211; Câmpus Passos</p>
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		<title>Trilhas sonoras para filmes escolares</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/trilhas-sonoras-para-filmes-escolares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 18:25:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=466</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vai produzir um filme com alunos? Como ficam as trilhas sonoras? Aqui você encontra uma lista de arquivos de domínio público e várias dicas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Trilhas sonoras são caras e difíceis de negociar. Para trabalhos acadêmicos e escolares, o único jeito é buscar arquivos de áudio que sejam de domínio público e os criadores permitem baixar, editar e usar livremente.</p>



<p>Mesmo que os trabalhos fiquem restritos à escola, na atividade de produção de filmes é indispensável seguir as regras de uso adequado de trilhas sonoras. Essa medida serve para o aluno viver de forma mais séria o processo de produção audiovisual. Também ajuda a entender que uma obra cinematográfica não é apenas arte e que os aspectos financeiros e econômicos interferem na produção.</p>



<p>Obras em áudio de domínio público podem ser encontradas em sites como <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dominiopublico.gov.br</a>. Neste site, há arquivos preservados da cultura brasileira. </p>



<p>Para a seleção de trilhas sonoras com variedade de gêneros, o Free Music Archive tem uma ampla gama de arquivos de áudio. Porém, cada um tem um licença Creative Commons diferente. Por isso, a turma deve seguir o recomendado pelo professor. O ideal é o docente baixar os arquivos que são de uso mais amplo, sem nenhum tipo de restrição, e os estudantes utilizarem apenas essa lista.</p>



<p><em>Leia também: </em><a href="https://tiagoseverino.com.br/serie-som-faixa-netflix/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Som na Faixa: a série da Netflix sobre o Spotify</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">Crédito das trilhas sonoras</h2>



<p>Mesmo sendo de domínio público, os arquivos de áudio utilizados nos filmes devem ser creditados ao final da obra. É obrigatório colocar nome da música (título), nome do artista (compositor/banda/cantor), origem da obra (site onde foi obtido). </p>



<p>Também é importante colocar o tempo do vídeo que aquele arquivo aparece. Isso serve para facilitar para o professor verificar se a trilha foi usada de modo correto e corresponde aos arquivos indicados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lista de trilhas</h2>



<p>Aqui está a lista de trilhas sonoras que costumo trabalhar com os estudantes do Ensino Médio na atividade de produção cinematográfica. Em cada item há o link da página no Free Music Archive.</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/koi-discovery/vortex-temporalis/vortex-temporalis/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vortex Temporalis</a></p>



<p>AUTOR: Koi-Discovery</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/alena-smirnova/my-film-music/darkness-is-coming/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Darkness is coming</a></p>



<p>AUTOR: Alena Smirnova</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/alena-smirnova/my-film-music/sorrow/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sorrow</a></p>



<p>AUTOR: Alena Smirnova</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/Dilating_Times/single/debora/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Debora</a></p>



<p>AUTOR: Dilating Times</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/Evgeny_Teilor/Appearances/Unveiling_Soul_1751/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Unveiling Soul</a></p>



<p>AUTOR: Evgeny Teilor</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/John_Bartmann/Public_Domain_Soundtrack_Music_Album_One/happy-clappy/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Happy Clappy</a></p>



<p>AUTOR: John Bartmann</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/John_Bartmann/Public_Domain_Soundtrack_Music_Album_One/heart-of-acceptance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Heart of Acceptance</a></p>



<p>AUTOR: John Bartmann</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/TRG_Banks/the-life-and-times-of-joshua-harris/prayer-1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prayer</a></p>



<p>AUTOR: TRG Banks</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/Evan_Schaeffer/Big_Splash/Evan_Schaeffer_-_17_-_Bounce/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bounce</a></p>



<p>AUTOR: Mr Smith</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/malictusmusic/single/lurking-terror/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lurking Terror</a></p>



<p>AUTOR: malictusmusic</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/Kai_Engel/The_Run/Kai_Engel_-_The_Run_-_02_Run/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Run</a></p>



<p>AUTOR: Kai Engel</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/Turku_Nomads_of_the_Silk_Road/Alleys_of_Istanbul/09_-Drum_Solo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Drum Solo</a></p>



<p>AUTOR: Turku, Nomads of the Silk Road</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>



<p>TÍTULO: <a href="https://freemusicarchive.org/music/eaters/simian-samba/audrey-horne/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Audrey Horne</a></p>



<p>AUTOR: Eaters</p>



<p>FONTE: FMA</p>



<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
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		<title>A realidade da tragédia Yanomami e a ficção de Avatar: a arte imita a vida</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/tragedia-yanomami-avatar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Feb 2023 02:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema, Séries e TV]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=403</guid>

					<description><![CDATA[<p>O que há em comum entre a tragédia Yanomami e Avatar. Dois povos vivem na natureza correm o risco de desaparecer devidoa exploração de terras.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um povo vive desde sempre integrado à natureza. Junto às árvores, plantas e animais, eles têm a sua cultura, família e deuses. Porém, sem ter consciência do que estaria por vir, outro tipo de humano consegue encontrar uma grande reserva de minério embaixo de suas terras. </p>



<p>O trecho parece uma sinopse da primeira versão do filme Avatar, do diretor James Cameron. Sucesso de público, o segundo filme está nos cinemas e dá continuidade à história de Jack Sully, um ex-fuzileiro que graças a um corpo gerado em laboratório conseguiu se tornar membro da tribo dos Omaticaya. Inicialmente, ele tinha a missão de descobrir os segredos dos nativos e garantir a exploração Unobtanium, um mineral encontrado no local onde está a aldeia. Mas, ao longo do primeiro filme, ele percebe como a cobiça do ser humano iria resultar na ruína daquela população.</p>



<p><em>Leia também:</em> <a href="https://tiagoseverino.com.br/chat-gpt-inteligencia-artificial-educacao-direitos-autorais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ChatGPT: como a inteligência artificial interfere na educação?</strong></a></p>



<p>O povo Yanomami está há aproximadamente mil anos na região onde é o estado de Roraima. Somente em meados do século XIX, eles tiveram contato com uma população não indígena pela primeira vez. O assédio a eles, a partir do século XX, aumentou depois que o governo instaurado no Brasil em 1964 teve a &#8220;brilhante&#8221; ideia de fazer uma expansão econômica na Amazônia, que resultou na abertura de estradas. Na mesma época, uma pesquisa denominada Projeto Radam mapeou as áreas de minério em diversas regiões no país. Descobriu-se que a terra Yanomami era rica em cassiterita e ouro.</p>



<p>Como disse Aristóteles, &#8220;a arte imita a vida&#8221;. Do mesmo jeito que no planeta ficcional de Pandora, criado por James Cameron, uma população em harmonia com a Terra enfrenta a ameaça de homens e máquinas armados, na vida real, os Yanomamis sofrem com a cobiça de uma gente que parece não respeitar nada.</p>



<p>E se o cinema de Hollywood oferece o conforto de um final após horas de lutas e batalhas, a vida do indígena brasileiro é marcada por um conflito cruel e secular. Nas notícias atuais, as imagens de crianças desnutridas, idosos doentes e uma terra arrasada pela sanha do garimpo só não comovem os ignorantes e aqueles que se beneficiam da exploração vil de recursos naturais e da própria vida humana.</p>



<p>Há poucos dias, durante uma viagem, ouvi um senhor comentar que as imagens Yanomamis eram falsas e todos eram de países vizinhos. Instantes depois, ele começou a ler um jornal com uma notícia sobre o filme de James Cameron. Ele olhou a página e disse ao colega: &#8220;cinema bom é americano&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Yanomami</h2>



<p>Não bastasse todas essas semelhanças entre ficção e realidade, curiosamente, há cinéfilos que apontam um filme brasileiro como inspiração para a saga Avatar. A obra de Hector Babenco, Brincando nos Campos do Senhor, de 1991, mostra a história de missionários americanos que devem catequizar um grupo de indígenas na Amazônia. Ao mesmo tempo, dois mercenários fazem um pouso forçado de avião na área e são chantageados a bombardear a aldeia. O filme está disponível para ser assistido gratuitamente no catálogo do <a href="http://itauculturalplay.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Itaú Cultural Play</a>, uma plataforma de streaming com filmes e séries brasileiros.</p>



<p>E até onde vai essa história? Essa pergunta não tem relação com Avatar. Afinal a gente pode ver no cinema o novo título que tem o nome de Caminho da Água e sabe que mais três ou quatro novos filmes devem ser produzidos. A dúvida é quais serão os capítulos seguintes da vida dos Yanomamis? A tragédia Yanomami é real e não tem cortes. Nem sempre há heróis ou sequer o maior vilão é derrotado. Talvez nada disso seja necessário. Mas pelo menos o fundamental que é a dignidade desse povo, o Estado deve garantir.</p>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><a href="https://tiagoseverino.com.br/podcast/">Ouça o nosso podcast sobre Arte, Educação, Literatura e Comunicação</a></p>



<p><a href="https://tiagoseverino.com.br/cultura-brasileira-em-imagens-acervo-on-line/">Cultura brasileira em imagens – acervo on line</a></p>
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		<item>
		<title>Podcast sobre educação: Como transformar o seminário de um livro em um episódio de áudio?</title>
		<link>https://tiagoseverino.com.br/como-transformar-seminario-livro-podcast-sobre-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Severino]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2023 21:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aula]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tiagoseverino.com.br/?p=385</guid>

					<description><![CDATA[<p>Que tal pegar aquele seminário e transformar em episódios de podcast sobre educação com os seus estudantes. Veja o passo a passo de como fazer</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Veja aqui o passo a passo para fazer um podcast sobre educação que vai substituir um trabalho de seminário em sala de aula</strong>. <strong>Confira um vídeo com dicas para gravar o seu podcast.</strong></p>



<p>Uma das formas mais tradicionais de atividades escolares e acadêmicas é a realização de um seminário. O professor seleciona um livro ou um tema e pede para a turma elaborar uma apresentação. É bem provável que esse trabalho tenha que ser feito em Power Point e seja reservado um ou dois dias para que os grupos mostrem o que conseguiram realizar.</p>



<p>Desde 2017, eu decidi substituir a realização de seminários em salas de aula pela produção de podcast sobre educação. O trabalho começa com uma apresentação à turma sobre o formato de roteiro de podcast e as características do texto. Depois, dou uma aula para resumir os aspectos principais do tema do seminário. Se for um livro ou conjunto de artigos, procuro falar de cada obra para enfatizar o que é importante ter nos áudios. A turma então tem por volta de duas a três semanas para produzir os episódios do podcast.</p>



<p><strong><em>Leia também:</em></strong> <a href="https://tiagoseverino.com.br/chat-gpt-inteligencia-artificial-educacao-direitos-autorais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ChatGPT: Como a inteligência artificial interfere na educação?</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Abaixo está um passo a passo do que o aluno deve fazer para produzir um podcast educativo:</h3>



<p>1- <strong>Definir as atribuições de cada integrante do grupo</strong>: Todo trabalho de produção realizado em grupo deve ter as funções delimitadas. Um pode ser responsável pelo roteiro, o outro pode ser o apresentador e uma terceira pessoa fazer a função de editor. Para o trabalho fluir adequadamente é importante que cada uma saiba exatamente a tarefa que deve realizar.</p>



<p>2- <strong>Pré-produção</strong>: Essa fase envolve entender qual será o objetivo do episódio que o grupo vai desenvolver. Se a tarefa é resumir um artigo ou capítulo de livro, o grupo se reúne para fazer uma leitura e estudar o texto. Todos, mesmo aqueles que não estiverem envolvidos diretamente na produção do roteiro, devem compreender o assunto a ser discutido. Para aqueles envolvidos diretamente na escrita do roteiro, é importante fazer o fichamento do artigo para facilitar as próximas fases.</p>



<p>3- <strong>Modelo do podcast</strong>: Como será o seu podcast educativo? Ele pode ser um monólogo. Nesse modelo apenas uma pessoa fala sobre um tema. Ele pode ser no formato entrevista ou debate. Então, você  convida um especialista para falar sobre o assunto. Se o grupo deve apresentar o capítulo de um livro, um dos integrantes do grupo pode ser a pessoa a ser entrevistada e que domina o assunto a ser discutido. Ele se apresentar com o próprio nome, fala que é estudante e debate o texto.</p>



<p>4- <strong>Roteiro</strong>: O roteirista tem como missão colocar no papel o que vai ser dito no ar. Há duas formas básicas de roteiro. A primeira é o roteiro integral. Nele cada palavra dita durante a gravação já está previamente delimitada no texto. A outra forma é o roteiro parcial. Dessa maneira, o roteirista escreve a abertura do episódio, o encerramento e outras partes como perguntas, por exemplo. O restante é improvisado durante a gravação.</p>



<p>5- <strong>Gravação</strong>: Nessa fase é importante lembrar que o objetivo do podcast é transmitir informação ao ouvinte. Por isso, o assunto tem que ser apresentado para quem vai ouvir o programa. Por isso, ser objetivo e claro na abordagem do tema ajudam o ouvinte a compreender o que é discutido. Se usar termos técnicos, procure explicá-los. Ao usar conceitos, você deve ser direto. Caso necessário, você pode fazer comparações e buscar exemplos para ilustrar informações relevantes.</p>



<p>6- <strong>Edição</strong>: O trabalho de edição envolve tornar fluido o que foi gravado. O cuidado nessa etapa é com o uso de recursos de áudio que tem direito restrito como músicas e trilhas sonoras. A minha sugestão é produzir os trabalhos na ferramenta <a href="https://anchor.fm/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anchor.FM</a>, que pertence ao Spotify. É possível editar as falhas de áudio dentro do próprio App e inserir trilhas sem nenhum custo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dicas para gravar o seu podcast</h2>



<iframe loading="lazy" width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/4UrAlOI7-x0" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen=""></iframe>



<h2 class="wp-block-heading">Por que produzir um podcast sobre educação com estudantes?</h2>



<p>O processo de ensino está a cada dia mais desafiador. Além de lidar com questões próprias da tecnologia, o professor deve equalizar seus esforços na compreensão de temas emergentes da área onde atua. A intenção de produzir os podcast é permitir que o aluno faça o exercício de leitura, releitura, interpretação e escrita do assunto. É mais do que simplesmente pesquisar. Ainda que o trabalho tenha uma divisão de tarefas dentro do grupo, o contato com o tema a ser abordado ocorre de forma mais profunda do que nos seminários tradicionais.</p>



<p>O podcast sobre educação é uma excelente ferramenta porque é de fácil produção e edição. Tornou-se popular há algum tempo, principalmente depois que a Globo e o G1 começaram a veicular seus produtos em áudio.&nbsp; As escolas com alguma estrutura podem fazer o uso desse recurso para aprimorar as suas estratégias de avaliação e promover o letramento midiático.</p>



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